27 maio, 2010

Lula e Cristina debatem barreiras aos alimentos do País

As barreiras argentinas aos alimentos importados serão discutidas pelos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Cristina Kirchner nesta sexta-feira, informou uma fonte diplomática brasileira. Cristina viaja neta quinta-feira para o Rio de Janeiro, onde participará do III Fórum da Aliança das Civilizações. O fórum, que será presidido pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, e pelo presidente Lula, pretende reunir representantes de 119 países, entre os quais nove chefes de Estado, para analisar formas de superar as divisões culturais e religiosas. No entanto, os dois presidentes vão aproveitar o evento para conversar sobre os problemas comerciais.

Embora Cristina tenha afirmado que tais restrições nunca existiram e o governo brasileiro se refira às mesmas como "rumores da imprensa argentina", as medidas são concretas e já provocaram o cancelamento de 25% das compras argentinas de alimentos brasileiros, segundo informações do diretor de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Ricardo Martins. Ele disse que os cancelamentos dos pedidos foram feitos após o desmentido de Cristina durante a cúpula da UE-Mercosul, em Madri, no último dia 17.
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Estratégia da Anac é preparar Brasil para maior abertura

O Brasil aumentou significativamente este ano o número de acordos aéreos bilaterais com os principais destinos mundiais. Só em 2010, foram 26 negociados, chegando a um total de 72 acordos em vigor. O superintendente de relações internacionais da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Bruno Silva Dalcolmo, explica que a agência está preparando o país para a expansão do mercado de aviação quando for votado no Congresso o projeto de lei que amplia a participação de capital estrangeiro das companhias aéreas de 20% para 49%.
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DHL amplia relacionamento com a Volkswagen


A DHL Supply Chain – líder mundial em contratos logísticos do Grupo Deutsche Post DHL – e a montadora Volkswagen, estabeleceram um contrato de longo prazo, com vigência de cinco anos, que passou a vigorar no início de abril de 2010.

De acordo com o contrato, a DHL Supply Chain vai operar uma grande parcela dos serviços de logística in-plant para a montadora Volkswagen em Bratislava, na Eslováquia. A DHL conquistou o negócio depois de uma competitiva concorrência internacional.



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Embraer prevê venda de 180 unidades do KC-390 em dez anos

A Embraer planejou produzir 180 unidades do seu novo avião de transporte militar, o KC-390, nos primeiros dez anos de comercialização da aeronave. Segundo o diretor do programa KC-390 na Embraer, Paulo Gastão Silva, a empresa identificou uma demanda potencial de 700 aeronaves na classe do novo avião, um negócio estimado em cerca de US$ 50 bilhões, sendo que 100 delas na América do Sul. "Esse é o mercado que a Embraer estará disputando e a nossa visão é de que existe uma demanda bem distribuída pelo mundo, envolvendo um total de 77 países", afirmou.

De acordo com estudo feito pela fabricante nacional, a frota mundial de aviões de transporte é de 2.802 cargueiros, sendo que 1.613 aviões têm idade superior a 25 anos, o que significa que estão próximos de serem substituídos por aeronaves novas. O mercado potencial de vendas do KC-390, segundo o executivo, não inclui países como os Estados Unidos, Rússia e Ucrânia, onde existe uma frota de 1.008 aviões cargueiros em final de vida útil. "Esses países, em princípio, não são compradores do KC-390, pois têm projetos próprios de novas aeronaves cargueiras", comentou.
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21 maio, 2010

Diferença no padrão de consumo dos Bric desafia montadoras

Até 2014, a participação dos países do Bric nas vendas de veículos vai triplicar. Já faz tempo que a indústria percebe esse potencial. No entanto, montadoras e fornecedores de autopeças têm ainda muito para organizar dentro do grupo composto por Brasil, Rússia, Índia e China, segundo revela estudo da consultoria The Boston Consulting Group. Poucas empresas têm estruturas industriais fortes em todos os países do bloco. Outro grande desafio será lidar com as diferenças de preferência dos consumidores, o que impede a criação de um carro Bric.

A soma das vendas no Brasil, Rússia, Índia e China aumentou de 15 milhões para 19 milhões entre 2007 e 2009, período em que o mercado mundial encolheu de 70 milhões para 62 milhões de unidades. Para 2014, quando o mercado global poderá crescer para algo entre 78 milhões e 87 milhões de veículos, a parte dos Bric já estará em 23 milhões a 27 milhões, dependendo da conjuntura. Isso indica que a fatia do bloco saltará de pouco mais de 10% para quase 30%.
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Crise na Europa ameaça as exportações asiáticas

A crise econômica da Europa está tendo um grave efeito sobre companhias asiáticas, à medida que a desvalorização do euro torna as exportações mais caras num dos maiores mercados externos.

O maior temor das companhias, no entanto, é que a convulsão enfraqueça a recuperação da Europa da crise financeira global, o que poderá ter um efeito maior ainda sobre a demanda de importações.
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Autoridades pressionarão CPTM

A notícia de que a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) alterou a programação inicial de circulação do Expresso Leste até Mogi das Cruzes e se recusa a divulgar os novos horários mobilizou as autoridades locais, que prometem cobrar explicações do presidente da empresa, Sérgio Avelleda. Ainda hoje, o prefeito Marco Aurélio Bertaiolli (DEM) pretende conversar com o representante do Governo do Estado para viabilizar a divulgação de uma nova tabela aos usuários.

"Sem dúvida, é um desconforto para os passageiros não ter a tabela de circulação do Expresso Leste, ainda que seja com horários aproximados", frisou o prefeito. "Vou falar imediatamente com o presidente da CPTM para normalizar isso até porque a falta de divulgação da tabela suscita a dúvida sobre a vinda das 14 viagens diárias do Expresso até aqui", acrescentou Bertaiolli, ao ressaltar o excelente relacionamento que Mogi das Cruzes tem com a CPTM.
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Crise europeia impacta na venda de orgânico

A crise na Europa já impacta as exportações de orgânicos brasileiro. Segundo Ming Liu, coordenador do projeto Organics Brasil, a Europa começou a proteger o mercado doméstico, criando barreiras relacionadas a certificações para outros países. "O ambiente externo não está favorável à exportação. A sobrevalorização do real é outro fator negativo nesse cenário", afirma.

De acordo com Liu, o consumidor passou a optar por produtos mais baratos, onde lá fora as grandes redes de supermercados entram para o segmento, disponibilizando orgânicos de marca própria. "Como também ocorre no País. O Pão de Açúcar, por exemplo, criou a marca Taeq", afirma o executivo.
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Compras da China e soberania brasileira

As exportações brasileiras para os países da África estão perdendo terreno, e atribui-se essa queda principalmente à concorrência de produtos chineses.

No geral, as vendas brasileiras em 2009 foram 15% mais fracas que em 2008, e isso apesar do esforço oficial para ampliar as relações com os países do Continente.

Não é novidade o fato de que as exportações chinesas vêm ocupando espaços de produtos brasileiros no mercado mundial, e isso não se limita aos países africanos.

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20 maio, 2010

Veto argentino

Apesar das dúvidas lançadas pela presidente Cristina Kirchner, o governo argentino não desistiu de aplicar barreiras à entrada de alimentos importados. A confusão veio à tona depois que Cristina declarou em Madri, onde participava da Cúpula UE-América Latina, que "não houve restrições". Importadores continuam se queixando da proibição de importar produtos com similar nacional, embora tenham reconhecido que a medida foi levemente flexibilizada.

"Estamos confiantes que não se trata de mero anúncio, e que há uma decisão oficial de deixar de lado as restrições", disse o presidência da Câmara de Importadores da Argentina, Diego Pérez Santisteban. "Mas, até recebermos contraordem efetiva, vamos seguir trabalhando no pedpido que nos fez a Secretaria de Comércio Interior para analisar, caso a caso, o impacto da restrição às importações."

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China importará volume recorde de soja

A China, maior comprador mundial de soja provavelmente irá importar um recorde de 5,8 a 6 milhões de toneladas de soja em junho, anunciou na terça-feira (11) o Centro Nacional de Informação de Grãos e Óleos da China (Cngoic, sigla em inglês).

A projeção representou uma alta considerável em comparação com os 4,2 milhões de toneladas de abril. Os baixos preços sul americanos, depois da colheita recorde, animaram os compradores chineses a reservar mais pedidos, e os processadores de soja a aumentar a moenda para aproveitar a maré alta da demanda entre os criadores de gado.
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Para Mantega, ritmo da economia desacelerou

O Brasil viveu um período de superaquecimento econômico não sustentável, mas o ritmo já está em queda, garantiu, em Madri, o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Ele reconheceu que o País cresceu, de fato, em torno de 9,85% no primeiro trimestre do ano, como indicou o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-BR), mas estimou que a curva de ascensão já é menos acentuada no segundo período do ano. Ontem, no Rio, o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, disse que o IBC-BR não alterava as projeções do ministério, que trabalha com crescimento entre 7,5% e 8,5% para o PIB no trimestre.

Segundo Mantega, a aceleração se deveu aos juros mais baixos e aos estímulos à atividade econômica, ainda em vigor no período, mas já retirados. A avaliação foi feita durante o seminário Aliança para a Nova Economia Global, promovido na capital espanhola. Mantega confirmou que a estimativa do BC "é realista", contrariando o discurso de seu secretário de Política Econômica. "O primeiro trimestre será o mais aquecido do ano porque havia todo um conjunto de estímulos em vigor, como o compulsório, já retirado pelo Banco Central, e uma taxa de juros mais baixa, que já subiu."
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Lula critica a União Européia, o G-20 e a Alemanha

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu ontem, em Madri, o acordo de troca de combustível nuclear assinado pelo Irã, com intermediação do Brasil e da Turquia, e pediu ao Conselho de Segurança (CS) da Organização das Nações Unidas (ONU) disposição para negociar sobre a imposição de novas sanções ao país persa. No acordo, o Irã enviará seu urânio enriquecido à Turquia e em troca receberá combustível nuclear para seu reator de pesquisas em Teerã.

Falando no Casino de Madrid a uma plateia de empresários, diplomatas e políticos espanhóis, Lula destacou que o compromisso selado com o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, é "exatamente o que os EUA queriam cinco ou seis meses atrás" e que o CS precisa de "disposição para negociar". Romper o contrato, argumentou, levará a questão nuclear iraniana "à estaca zero".
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19 maio, 2010

Tesouro Nacional vai bancar risco do trem-bala

 Projeto terá um modelo alternativo de financiamento, em operação compartilhada com o BNDES, para dar maior segurança aos investidores

O governo estuda um modelo alternativo para tornar viável a construção do trem de alta velocidade (TAV) ligando o Rio de Janeiro a São Paulo e Campinas. A obra, avaliada em R$ 36,4 bilhões, terá financiamento do Tesouro Nacional, em operação compartilhada com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Por causa das incertezas quanto à demanda de passageiros, que ditará o fluxo da receita, o banco deverá incluir, também pela primeira vez, cláusula especial de refinanciamento da dívida. As condições do empréstimo serão divulgadas em paralelo à versão definitiva do edital de licitação, ainda em análise pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
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Petrobras registra maior volume de vendas das Américas

A Petrobras se manteve no primeiro lugar da lista das maiores empresas de capital aberto da América Latina em volume de vendas, segundo levantamento da Economatica. A estatal petrolífera brasileira registrou vendas de US$ 104,9 bilhões em 2009. No ranking, a brasileira Vale (com vendas de US$ 27,8 bilhões) perdeu a segunda posição, obtida em 2008, à America Movil (US$ 30,2 bilhões), terceira no ranking anterior.

Assim, a America Movil, do empresário Carlos Slim, tornou-se a maior empresa de capital aberto não estatal do levantamento. Na quarta posição vem a Ultrapar, com vendas de US$ 20,7 bilhões, que havia obtido a 13ª posição em 2008.


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Negócios entre Brasil e Irã saltam mais de 75% neste ano

Depois de anunciar o financiamento de 1 bilhão de euros para a exportação de alimentos para o Irã em cinco anos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou que o acordo visa facilitar os negócios entre os dois países. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) a relação bilateral cresceu 75,20% na comparação da corrente comercial dos primeiros quatro meses deste ano, com o mesmo período do ano passado. "Não faz sentido que os negócios entre empresas iranianas e brasileiras dependam do crédito e da boa vontade de bancos estrangeiros", disse Lula.
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