11 fevereiro, 2009

SPH ainda não tem previsão para dragagem

O diretor-superintendente de Portos e Hidrovias, Gilberto Cunha, informou que ainda não há previsão para o início da dragagem de desassoreamento do Canal Miguel da Cunha, que liga os municípios do Rio Grande e São José do Norte. Explicou que a Superintendência de Portos e Hidrovias (SPH) está aprontando quatro dragas para entrarem em funcionamento, das quais duas poderão ser utilizadas ainda este mês. Assim que essas duas estiverem prontas, serão mobilizadas para dragagem do rio Gravataí e o Canal de Furadinho. Somente depois será programada uma para atuar no Canal Miguel da Cunha que, segundo ele, tem um trecho bastante assoreado mas ainda não oferece risco iminente de prejuízo à navegação. Porém, destaca que o problema maior é a necessidade de licença ambiental para fazer este serviço.

Gilberto Cunha explica que há um impasse nesta questão. O porto tem uma licença geral do Ibama para dragagem e a SPH entende que o Miguel da Cunha está incluído nela, mas parte da assessoria técnica da SPH acredita que não, que a dragagem do Canal Miguel da Cunha deve ser liberada pela Fepam. "Estamos tentando resolver esse impasse. Vamos analisar bem e procurar fazer o procedimento o mais rápido possível", afirmou. Em novembro, a SPH entregou estudo e projeto de dragagem do Canal Miguel da Cunha ao capitão dos Portos do Rio Grande do Sul, capitão-de-mar-e-guerra Carlos Alberto Moreira Gouvêa. O documento foi realizado a partir de batimetria feita pela Superintendência a pedido da Capitania dos Portos, devido a dois encalhes no local.

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Postado por: NewsComex - Comércio Exterior e Logística

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