02 fevereiro, 2009

Portos: hora de investir

Que o futuro dos mares e dos portos passa pelo contêiner, ninguém mais duvida. Essa caixa de aço, criada em 1956 pelo empreendedor norte-americano Malcom Purcell McLean, fundador da Sea Land, não só ocupa cada vez mais espaço nos portos e arredores, expulsando moradores para lugares mais distantes, como obriga a iniciativa privada e o poder público a investir em terminais e acessos rodoviários e ferroviários para facilitar seu armazenamento e transporte. É assim em todo o mundo.

No Hemisfério Norte, há alguns anos, já trafegam navios porta-contêineres de mais de 400 metros de comprimento e capazes de transportar o equivalente a 13.460 TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés ou cerca de seis metros). Por enquanto, navegam apenas na rota Europa-Ásia. Afinal, são poucos os portos que têm condições de recebê-los e suportá-los em termos de descarregamento de contêineres e de calado, já que exigem pelo menos 15,5 metros de profundidade.

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Postado por: NewsComex - Comércio Exterior e Logística

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