02 fevereiro, 2009

Exportação de sucata de ferro oxidou

O impacto da instabilidade econômica mundial no setor siderúrgico, com carteiras de pedido canceladas principalmente no maior consumidor mundial, a China, tem desdobramentos em todos os elos da cadeia. Vejamos no Ceará. O presidente do Sindicato das Indústrias, Mecânicas e de Materiais Elétricos do Estado (Simec), Ricardo Pereira, diz que a exportação de sucata oxidou. Houve uma remessa de cerca de 50 contêineres, algo em torno de 1 mil toneladas, para o Japão. A compradora foi a Haneda Kosan. Mas depois não mais. “O tipo de sucata ferrosa que tem um maior valor no mercado internacional é a HSM1, que e um tipo de sucata em pedaços sempre de no máximo 500mm e com espessuras superiores as 7mm, ou seja, e a sucata dita "pesada" oriunda de restos de processos industriais, e não essa sucata que catador apanha nas ruas, a latinha, resto de eletrodomésticos”, explica Ricardo. Hoje há negociações com um comprador do Paquistão. Em todo caso, a exportação de sucata é uma forma de pressão. Ao venderem para fora acabam forçando as siderúrgicas nacionais a praticar melhores preços no Brasil.

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Postado por: NewsComex - Comércio Exterior e Logística

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