03 dezembro, 2008

Bric ganha novo significado

Mais do que um grupo de superpotências emergentes cujo nariz aponta para a mesma direção, os laços que unem os países que compõem o Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) tendem a se estreitar, nos próximos anos, pelo que seus integrantes apresentam de mais heterogêneo: ao mesmo tempo que são competitivos, seus modos de produção são também complementares.

A análise foi apontada neste segunda no seminário Bric: As Potências Emergentes na Visão da Diplomacia e da Mídia – evento organizado pelo Jornal do Brasil e pela Gazeta Mercantil com intuito de discutir o papel que Brasil, Rússia, Índia e China desempenham na economia global.

Ao dissecar relatório recente do banco de investimentos Goldman Sachs – cujo economista Jim ONeill foi o autor da sigla "Bric" – o embaixador da República da Índia, B.S. Prakash, apontou a diversidade do modo de produção dos integrantes do grupo como fator agregador de suas relações comerciais: a China pelas manufaturas; a Índia pela excelência em prestação de serviços e desenvolvimento tecnológico; a Rússia pelas reservas de petróleo e gás natural; e o Brasil pela tradicional exportação de commodities.

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Postado por: NewsComex - Comércio Exterior e Logística

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