03 novembro, 2008

Microempresas sentem efeitos da crise global

As micro e pequenas empresas, reunidas em pólos produtivos pelo País, já estão sofrendo com a crise financeira global. Com o aumento dos juros e a valorização do dólar, muitas firmas adiaram a compra de máquinas, suspenderam contratações para o fim do ano e cancelaram horas extras. Houve casos em que as encomendas caíram até 50% neste fim de ano. A retração veio junto com demissões e alta média de 12% nas matérias-primas importadas.

Há 264 Arranjos Produtivos Locais (APLs) no País, reunindo mais de 189 mil empresas que geram 2,822 milhões de empregos formais e informais. O economista José Cezar Castanhar, da Fundação Getulio Vargas (FGV), estima que o faturamento delas é de R$ 200 bilhões por ano.

Vestuário, calçados, móveis e bebidas vêm sofrendo mais que alguns segmentos do agronegócio. Segundo Rita Simpson, coordenadora do Pólo de Calçados e Acessórios do Rio, os clientes estão apavorados, com medo de comprar e não conseguir vender. A empresária, que tem uma fábrica e comanda a grife Taoolee, diz que as encomendas neste ano estão cerca de 50% menores em relação a 2007.

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Postado por: NewsComex - Comércio Exterior e Logística

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