06 novembro, 2008

Divergência sobre eleição de Obama no comércio exterior brasileiro

Um país muito mais restritivo a acordos comerciais e mais fechado a pretensões brasileiras, como a de realizar negócios em grande escala na área de biocombustíveis, é o que se pode esperar, nos próximos dois anos, dos Estados Unidos, que acaba de eleger Barack Obama, do Partido Democrata, como presidente. A avaliação é do presidente do Conselho Superior de Comércio Exterior da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e ex-embaixador do Brasil nos EUA, Rubens Barbosa.

- Eu prevejo que nesses próximos dois anos ou um pouco mais, enquanto durar a crise de maneira mais intensa, dado o Congresso americano, controlado pelos democratas nessa eleição, vai haver uma posição muito restritiva às pretensões que nós tínhamos de liberalização do mercado americano para alguns produtos brasileiros, inclusive o etanol. Eu acho que elas vão ficar adiadas por algum tempo - disse em entrevista à TV Brasil.

Na opinião do ex-embaixador, a proximidade dos democratas, vitoriosos na eleição, com os sindicatos dos Estados Unidos tenderá a agravar o quadro restritivo a uma maior liberalização do comércio.

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Postado por: NewsComex - Comércio Exterior e Logística

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