28 novembro, 2008

Retomada de exportação para UE pressionará preço da carne

A notícia de que o Mato Grosso do Sul e todo o Estado de Minas Gerais e do Mato Grosso poderão voltar a fornecer bovinos que atendam à demanda européia por carne in natura a partir de 1º de dezembro, ocasionará um efeito de pressão de alta ainda maior para os preços do boi e da carne no mercado interno brasileiro, sobretudo a partir da entressafra de 2009.

Embora seja difícil traçar cenários de curto, médio e longo prazos por conta da crise financeira global, que afetará demandas de mercados, especialistas acreditam que a notícia é positiva para o setor produtivo brasileiro.

"Se a habilitação de fazendas continuar nesse bom ritmo e levando em conta o fato de que a oferta de gado no Brasil vai continuar reduzida, o impacto sobre os preços no mercado interno poderá se intensificar ainda mais", avalia Fabiano Tito Rosa, consultor da Scot Consultoria. De acordo com a consultoria, o rápido movimento de autorização de novas propriedades habilitadas pelos europeus já colaborou, em parte, com o aumento de 5% dos preços do traseiro no atacado no último mês, para R$ 6,70 o quilo. "O aumento significativo é resultado do efeito exportação e também de maior demanda no mercado interno pelos cortes de churrasco, por conta do fim de ano", completa Tito Rosa.

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Governo já estuda "PAC 2" para crescer na crise

Os R$ 503,9 bilhões previstos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal, serão mantidos nesse período da crise. No entanto, ministros já afirmam que os recursos ainda deverão ser ampliados, dando lugar a um "PAC 2", que deverá ser aplicado no próximo ano para garantir que a economia brasileira cresça 4% em meio à crise.

A base do projeto seria ancorada, principalmente, no setor de mobilidade urbana, já prevendo uma melhora das alternativas viárias e de transporte público para a Copa do Mundo de 2014, que será sediada no País.

De acordo com o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, o Brasil vem caminhando bem nesse período da crise, tendo um crescimento dos investimentos nos últimos anos maior do que o Produto Interno Bruto (PIB), além de caminhar para um déficit nominal zero. "Entendemos que se seguisse a tendência da economia global, nosso crescimento para 2009 ficaria próximo dos 3,5%, mas o governo vai interferir para chegar aos 4%. Mantendo os investimentos do PAC e as previsões para a exploração do pré-sal". Segundo o ministro, o investimento em infra-estrutura será a "ancora" da economia brasileira no próximo ano. "Nesse momento de redução global de investimentos, o PAC será o motor da economia", salienta.

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Brasil terá déficit zero até 2010

O secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, afirmou nesta quinta-feira que o Brasil poderá atingir o déficit nominal zero antes de 2010, o que significa que as receitas serão suficientes para cobrir todas as despesas públicas, incluindo os gastos com juros.

– Os resultados de 2008 mostram que o país está caminhando para o déficit nominal zero – afirmou Augustin, em depoimento à Comissão Mista de Orçamento do Congresso. – O resultado pode ser atingido antes de 2010.

De janeiro a outubro, o setor público brasileiro acumulou déficit nominal de 0,08% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo dados divulgados pelo Banco Central na quarta-feira.

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Sem dados na agenda, investidores acompanham negócios em Wall Street

O mês de novembro chega ao fim sem indicadores econômicos na agenda interna e externa. Com isso, a atenção fica voltada para a retomada dos negócios em Wall Street depois do feriado de ontem. Mas a sessão dever ser menos movimentada que o usual, além de encerrar mais cedo (16 horas, no horário de Brasília).

De volta à agenda, a primeira semana de dezembro reserva dados relevantes sobre a economia brasileira, como a produção industrial de outubro, que já deve refletir, mesmo que em parte, a crise externa e a expectativa de menor demanda, e Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de outubro.

Nos Estados Unidos, a agenda conta com índices de atividade na indústria e no setor de serviços, gastos com construção, o Livro Bege do Federal Reserve (Fed), banco central norte-americano, e o relatório sobre o mercado de trabalho durante o mês de novembro, que deve apontar novo mês com fechamento de vagas.

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Reservas estrangeiras recuam para US$ 449,9 bilhões

As reservas estrangeiras russas recuaram 0,79% na semana encerrada no dia 21 de novembro, para US$ 449,9 bilhões, em relação à semana anterior, de acordo com informações divulgadas pelo Banco Central da Rússia (BCR).

A queda, que representa a oitava semana consecutiva de diminuição nas reservas estrangeiras do país, foi influenciada pela venda de moeda pelo BCR com o objetivo de fortalecer o rublo.

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Mantega pede esforço para crescimento de 4% em 2009

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, pediu nesta quinta-feira, durante jantar promovido pela Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), em São Paulo, que todos os brasileiros se esforcem para que a economia cresça 4% em 2009. Mantega classificou a meta como “ambiciosa, mas exequível”. Por sua vez, Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, defendeu que as instituições financeiras tenham "prudência" contra a crise financeira.

Mantega também reconheceu que a crise internacional ainda acarreta em falta de crédito e aumento do custo financeiro no país. Porém, ressaltou que medidas já foram tomadas e que elas estão fazendo efeito.

“O ano de 2008 está revelando a capacidade da economia brasileira de suportar adversidades”, complementou o ministro da Fazenda, destacando o bom comportamento da economia nacional nos últimos meses.

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China suspende compra de novos aviões comerciais

O governo da China mandou as companhias aéreas do país suspenderem a aquisição de aviões comerciais durante a crise econômica mundial, de acordo com informações publicadas hoje pelo jornal "Shanghai Daily". As companhias aéreas ainda poderão comprar os aviões cuja aquisição foi aprovada antes da decisão, e assinar algumas novas encomendas no próximo mês.

Segundo Liu Shaocheng, chefe da divisão de políticas e pesquisa da Administração de Aviação Civil da China, citado pelo periódico, o desaquecimento econômico mundial fará com que o transporte aéreo no gigante asiático caia nos próximos três anos. Shaocheng não anunciou quando a proibição será aplicada.

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Bauru pede para Estado ligar avenidas a rodovias em 2009

As principais solicitações dos bauruenses à Comissão de Finanças e Orçamento da Assembléia Legislativa (AL), em audiência pública realizada ontem no plenário da Câmara Municipal, tratam de interligações de duas avenidas e uma via a rodovias que circundam o perímetro urbano. Os pedidos encaminhados ao Orçamento de 2009 refletem as posições de vereadores, do deputado estadual Pedro Tobias (PSDB) e do prefeito eleito Rodrigo Agostinho (PMDB).

Dos principais pedidos encaminhados à relatoria do Orçamento da AL em 2009, um quer verba para ligar a pista da avenida José Vicente Aiello à saída para a rodovia Bauru-Ipaussu, perto de Piratininga. Outra solicitação destaca a extensão da avenida Lúcio Luciano, no Núcleo José Regino, no pedaço próximo da rodovia Bauru-Jaú, em frente à unidade de internação da Fundação Casa. A terceira obra, mais conhecida, destaca a já prometida construção da avenida Nações Unidas Norte da baixada do Silvino até a rodovia Bauru-Marília.

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Dezenas de barcos pesqueiros se abrigam no Porto Velho

O cais do Porto Velho de Rio Grande, localizado no centro da cidade, ontem estava repleto de barcos de pesca, principalmente catarinenses e a maioria de Itajaí. À tarde, em torno de 80 embarcações estavam atracadas no local. O motivo apontado por tripulantes de pesqueiros de Itajaí foi o forte vento que ocorre em Rio Grande desde a semana passada. Ontem, na Barra de Rio Grande o vento soprava com velocidade média de 63 quilômetros por hora e por volta das 16h chegou a apresentar rajada de 79 quilômetros por hora. No final da tarde, próximo à costa de Rio Grande, o mar estava agitado, apresentando ondas de dois a três metros de altura.

Entre as embarcações atracadas no Porto Velho, ontem, estava o Damavio, de Itajaí (SC). Edison Pereira da Silva, 43 anos, um de seus tripulantes, relatou que o pesqueiro está parado há 12 dias, pois deixou o mar e foi para Rio Grande descarregar os peixes capturados e depois não pôde retomar atividades por causa do vento, que está forte há 10 dias. Observou que é uma situação difícil, pois barco parado só dá despesa e os que nele trabalham deixam de ganhar dinheiro. "Estamos só aguardando passar o tempo acalmar para voltar para o mar", observou.

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Agronegócio: Vaivém das commodities

Em reunião realizada no Vietnã, a IFA (associação internacional das indústrias de fertilizantes) recomenda que os governos não deixem de lado os programas de abastecimento de alimentos devido à atual baixa nos preços das commodities e à crise financeira. Uma nova crise de alimentos pode surgir.

DOIS MOTIVOS

Em documento que analisa a demanda de fertilizantes a curto prazo, a indústria destaca dois pontos. Devido à falta de crédito e à redução dos preços das commodities, muitos produtores pisaram no freio e reduziram a utilização de fertilizantes.

ESTOQUES BAIXOS

Com isso, o menor uso de insumos compromete a produtividade da próxima safra, o que torna ainda mais grave a oferta de alimentos, tendo em vista que os estoques mundiais são os menores da história. Ou seja, os preços podem disparar de novo.

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27 novembro, 2008

Superávit em conta corrente da Coréia do Sul atinge recorde

A Coréia do Sul registrou um superávit em conta corrente recorde em outubro, no valor de US$ 4,91 bilhões, ante déficit de US$ 1,35 bilhão observado no mês anterior, de acordo com informações divulgadas hoje pela autoridade monetária do país asiático.

O resultado pode representar um alívio na pressão sobre o won, a moeda local, que registrou uma das piores performance entre as moedas asiáticas em 2008.

Na última terça-feira, em comunicado, o Ministério das Finanças da Coréia do Sul divulgou uma previsão de superávit em conta corrente no valor de US$ 1,5 bilhão, em outubro, e outro no valor de US$ 1 bilhão, em novembro. (Fonte)

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Chuvas em SC levam Bolívia a exportar mais gás para a Argentina

Um inesperado corte no fornecimento de gás ao Brasil, como consequência dos desastres climáticos em Santa Catarina, permitiu à Bolívia quadruplicar o volume do hidrocarboneto exportado à Argentina, informou nesta quarta-feira o governo boliviano.

O ministro de Hidrocarbonetos, Saúl Avalos, disse a jornalistas que o envio de gás à Argentina nos últimos dois dias atingiu a média de seis milhões de metros cúbicos diários, contra o quase 1,5 milhão bombeados na semana passada.

A exportação ao Brasil, que era de 30 milhões de metros cúbicos, foi cortada para um volume não especificado como consequência das fortes chuvas e inundações que danificaram um gasoduto no Estado catarinense.

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Brasil tem recursos para enfrentar a crise

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, apresentou um quadro extremamente otimista para o Brasil enfrentar a crise financeira internacional, ao falar ontem à noite na abertura do 14° Encontro Nacional de Jovens Empreendedores, no Centro de Convenções de Goiânia, afirmando que as armas que o Brasil tem para enfrentar essa crise "numa posição de maior serenidade e segurança do que no passado ou de que muitos outros países", são reservas internacionais elevadas, mercado de trabalho forte, emprego e massa salarial crescendo, entre outros fatores.

Meirelles reafirmou aos jornalistas, após a palestra, os dados que apresentou sobre a crise mundial e a situação favorável ao Brasil nesse contexto, com uma série de gráficos que comprovavam cada afirmativa, num verdadeiro estudo sobre a situação da economia global. Outros fatores favoráveis ao Brasil, apontados por ele, são "uma dívida pública que está cadente em relação ao produto, é um país que é credor líquido em dólares e não devedor como muitos e como já fomos no passado".

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Nippon Oil anuncia novo corte na produção

A Nippon Oil, maior refinaria do Japão, irá reduzir o processamento da commodity em 18% no próximo mês, para 4,4 milhões de quilolitros, em relação ao mesmo período de 2007, segundo declarou hoje Masahito Nakamura, executivo da empresa, à imprensa japonesa.

O anúncio representa o sétimo mês consecutivo de cortes no processamento de petróleo pela companhia nipônica, influenciados pela queda na demanda por conta da crise financeira mundial. (Fonte)

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Plano aeroviário deverá ser concluído no início de 2009

A audiência para discutir licitação de aeroportos será em janeiro e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) deve concluir o Plano Aeroviário Nacional no início de 2009. A estimativa é do diretor da Anac, Alexandre Gomes de Barros. Segundo ele, são medidas para a definição de investimentos nos próximos anos. "Mostrarão quais são as áreas com maior potencial de crescimento, onde existe potencial para se fazer um aeroporto ou ampliar a infra-estrutura existente. Vai ser um guia para as decisões sobre investimento", afirmou Barros, no "7º Simpósio de Transporte Aéreo", no Rio de Janeiro. (Fonte)

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Leilão do trem-bala deve ter edital em maio

O diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Bernardo Figueiredo, disse ontem que o leilão de concessão do projeto do trem-bala que ligará o Rio de Janeiro a São Paulo e a Campinas deverá ocorrer em julho ou agosto do ano que vem. Para isso o edital, segundo ele, deverá sair em maio do ano que vem. Figueiredo explicou que a intenção do governo é de que a obra comece em 2010.

Segundo o diretor da ANTT, pelo menos três grandes grupos internacionais estão interessados no projeto do trem-bala brasileiro. São eles: a coreana Hyundai, a francesa Alstom e a japonesa Mitsui. Figueiredo disse que o projeto deverá ter também participação pública, mas ele não sabe ainda se será no modelo típico de parceria público-privada.

"Ainda não está modelado. Mas dificilmente um projeto como esse se banca sozinho", disse ontem, em entrevista durante o "1º Simpósio de Infra-estrutura e Logística do Brasil: Desafios para um País Emergente", no Senado.

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União quer mudar regra para evitar receita menor do pré-sal

Em 2007, a Petrobras recolheu tributos próprios e de terceiros no total de R$ 80,1 bilhões. Esse valor corresponde a 47% de sua receita operacional líquida, que, nesse mesmo ano, foi de R$ 170,5 bilhões. Mantido o modelo atual de tributos e participações governamentais, se o petróleo da camada pré-sal for exportado, como deve ocorrer com a maioria do produto extraído, a União e os Estados brasileiros verão sua partilha na renda petrolífera cair para uma média de 23% da receita da estatal.

"A carga tributária é alta para o processamento e consumo interno do petróleo, mas o problema é que o pré-sal vai ser exportado e nessa operação a incidência de tributos é baixa", diz Paulo César Ribeiro Lima, consultor legislativo da Câmara dos Deputados.

Segundo estudo elaborado por Lima, boa parte dos R$ 80,1 bilhões decorre da tributação sobre o consumo de derivados, com a incidência do Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICMS) e a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico. "Menos da metade desse valor é referente da produção de petróleo propriamente dita, na qual incide, principalmente, os royalties, a participação especial, a Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL) e o imposto de Renda (IR)", explica.

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Europa lança pacote de 200 bi de euros de olho em aporte

A Comissão Européia (CE - braço Executivo da União Européia), propôs ontem um pacote de medidas que prevê incentivos fiscais no valor de 200 bilhões de euros (cerca de US$ 258 bilhões) para estimular os investimentos na indústria, a criação de empregos e recuperar o consumo no bloco.

O valor equivale a 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) comunitário, quase o dobro do orçamento europeu para este ano - de 110 bilhões de euros. Destes, 170 bilhões de euros serão resultado de incentivos fiscais que os governos nacionais deverão conceder. Os 30 bilhões de euros restantes previstos no pacote provirão do orçamento da União Européia (UE) e do European Investment Bank, que vai ampliar a concessão de crédito na Europa no ano que vem em 15 bilhões de euros. As medidas incluem 5 bilhões de euros para o desenvolvimento de automóveis ecologicamente mais corretos.

Para compensar os incentivos fiscais que os governos irão conceder, a Comissão Européia se dispõe a dar mais flexibilidade para que os 27 países do bloco adaptem sua política fiscal, permitindo que superem temporariamente o teto de 3% de déficit estabelecido pelo Pacto de Estabilidade europeu.

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Alta Floresta tem nova queda nas exportações

As exportações de Alta Floresta tiveram no montante acumulado de dez meses se comparado com mesmo período do ano passado. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior revelam que entre janeiro a outubro as movimentações somaram pouco mais de US$11,2 milhões, ante os US$17,7 milhões anteriores, redução 36,66%. As quedas têm se tornado constantes. No trimestre chegou a -1,49%. No quadrimestre, em -12,03%. Em cinco meses, -25,70%. No semestre, 25,71%. Em sete meses, -26,71%. Em oito meses, -30,02%. Em nove, -34,14%.

De janeiro a outubro, a madeira (não conífera) encabeçou a relação de produtos destinados ao mercado internacional, com as vendas ultrapassando os US$8,9 milhões, 80,21% de participação sobre a fatia total. Em seguida, apareceram outras madeiras serradas/cortadas em folhas, com espessura superior a seis milímetros, com US$1,8 milhão em negócios, ou 16,44%.

Madeira de Ipê, serrada/cortada em folha com espessura também superior a seis milímetros, negociados US$325,1 mil, 2,90% do volume geral. De madeira de cerdro serrada, US$36,9 mil. De portas, caixilhos, alizares e soleiras, de madeira, o município exportou US$14,8 mil, menos de 1% do geral.

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Governo outorga implantação de ferrovia

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou no Diário Oficial da União, que circulou ontem, o extrato de concessão de outorga para implantação da estrada de ferro 334 (EF–334), denominada Ferrovia da Integração Oeste-Leste, trecho de Ilhéus (BA) com extensão a Lucas do Rio Verde. A empresa que foi autorizada a construir e explorar comercialmente a ferrovia por 50 anos é a Valec Engenharia, Construções e Ferrovias, subordinada ao Ministério dos Transportes, que já é detentora de outras outorgas, como a Ferrovia Norte-Sul, que está em construção na região denominada Brasil-Central.

A licença obtida permite à empresa subconceder trechos. Já está leiloando, por meio de bolsa de valores, o trecho entre Ilhéus até o Estado de Goiás, que deverá ser construído em aproximadamente quatro anos após a homologação do contrato.

A linha férrea Leste-Oeste integra um projeto maior, aprovado pela Lei 11.772 de 17 de setembro de 2008, pela qual a mesma empresa foi outorgada para implantação da EF-353, a Ferrovia Transcontinental. Só Notícias apurou junto à Valec que esta terá 4,4 mil quilômetros de distância e sairá do litoral Norte Fluminense, passando por Muiaé, Ipatinga e Paracatu, em Minas Gerais, Niquelândia e Uruaçu em Goiás, Cocalinho, Ribeirão Cascalheira e Lucas do Rio Verde em Mato Grosso, Vilhena e Porto Velho em Rondônia, e, Rio Branco e Cruzeiro do Sul, no Acre, até chegar à localidade de Boqueirão da Esperança, na fronteira Brasil/Peru.

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26 novembro, 2008

Banco Central da China anuncia redução nas taxas de juros

O Banco Central da China anunciou hoje um corte nas taxas de juros do país. A medida, que representa a quarta redução em dez semanas no gigante asiático, tem como objetivo fortalecer do plano de suporte à economia local, no valor de 4 trilhões de iuanes (US$ 586 bilhões).

A taxa de juros de empréstimos em iuanes de um ano foi fixada em 5,68%, ante taxa anterior de 6,66%. Já a taxa de juros de depósitos em iuanes de um ano foram fixadas em 2,52%, ante 3,60% anteriores. (Fonte)

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Telecom Italia estuda venda da TIM Brasil à Telefónica

O grupo de telecomunicações italiano Telecom Italia está estudando uma possível venda da TIM Brasil a seus sócios da operadora espanhola Telefónica, informou nesta quarta-feira o jornal financeiro italiano "Il Sole 24 Ore".

O jornal afirma que a Telecom Italia organizou duas reuniões do conselho de administração para 2 de dezembro, uma para falar da cessão de TIM Brasil, e outra para aprovar o plano industrial e que poderia tratar da venda de outros ativos.

Na primeira reunião, não participarão os dois conselheiros que representam a Telefónica: o presidente da companhia, César Alierta, e o executivo-chefe, Julio Linares.

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Fusões fortalecem sistema financeiro

Os recentes anúncios da fusão dos bancos Unibanco e Itaú e da compra da Nossa Caixa pelo Banco do Brasil irão fortalecer ainda mais o sistema financeiro. "Todas as fusões são importantes para enfrentar o que vem por aí. As instituições nacionais saem fortalecidas depois da crise internacional", disse Tomás Málaga, economista-chefe do Itaú, durante o Seminário de Economia da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), ontem, em São Paulo.

Tomás Málaga avaliou que as adversidades que bancos americanos como o Citibank estão vivendo não influenciarão negativamente os bancos brasileiros. "Passamos por meses complicados e a situação deve se estender até dezembro, mas isso é por conta do choque da crise, que causou uma desestruturação do mercado".

"A crise ainda está acontecendo, por isso é difícil prever o que acontecerá em 2009", disse o economista. Tomás Malaga estima que ainda é cedo para fazer qualquer previsão, mas os bancos terão uma participação mais ativa na economia. "Os bancos grandes estão comprando carteiras e ativos de bancos menores e continuarão dando crédito", afirmou.

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Kirchner anuncia plano de obras públicas contra a crise

Cristina Kirchner, presidente da Argentina, anunciou ontem à noite, no encerramento da reunião anual da Câmara da Construção, o lançamento de um plano de obras públicas no valor de US$ 21 bilhões, como parte de um pacote destinado a enfrentar a crise econômica mundial.

"No dia 15 de dezembro, lançaremos o plano de obras públicas mais ambicioso de que se tem memória na Argentina, por um valor que supera 71 bilhões de pesos (US$ 21 bilhões)", declarou a presidente.

Kirchner, que demonstrou sua convicção de que o poder público deve intervir em situações de crise para articular respostas, com empresários e trabalhadores, diante do cenário econômico mundial, se mostrou confiante no potencial de geração de empregos da iniciativa.

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Pacote de estímulo europeu deve superar 130 bi de euros

O pacote de estímulo econômico da União Européia, que será divulgado nesta quarta-feira, deve somar mais do que os esperados 130 bilhões de euros (168,9 bilhões de dólares), afirmou a ministra de Finanças da França, Christine Lagarde.

- Os números ainda estavam sendo decididos na noite passada - disse a ministra à rádio Franco Info. - Deve ser um pouco mais do que isso. (Fonte)

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Convênio para modernização do cais deve ser assinado em dezembro

Em reunião ordinária do Conselho de Autoridade Portuária do Porto do Rio Grande (CAP/Rio Grande) ontem, o representante da Secretaria de Infra-estrutura e Logística (Seinfra) no conselho, Eduardo Krause, informou que em 2009 deverá se iniciar a obra de modernização do cais do Porto Novo, um investimentos de R$ 90 milhões.

O projeto prevê a reconstrução do atual cais, com a construção de uma nova superestrutura que avança 11,6 metros para dentro do canal, o que possibilita a utilização de equipamentos de maior porte e o aprofundamento do calado de 31 para 40 pés. A obra - que compreende 1,100 metros de cais - seguirá o mesmo padrão da estrutura já revitalizada do Porto Novo que conta com 450 metros, ou seja, dois berços de atracação.

Conforme Krause, apenas estão faltando alguns detalhes para finalizar os trâmites burocráticos junto a Secretaria Especial de Portos (SEP) que já conta com recursos de R$ 75 milhões previstos no Orçamento Geral da União (OGU). A perspectiva é de que ainda em dezembro seja assinado um convênio com a SEP, transferindo os recursos ao governo gaúcho, cabendo ao Estado a responsabilidade pela licitação. Em contrapartida o governo gaúcho aplicará outros R$ 15 milhões na obra, já previstos no orçamento 2009 e 2010 da Superintendência do Porto do Rio Grande (Suprg).

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Complexo do etanol precisa de ações do governo

Fato: a crise de preços do setor sucroalcooleiro é anterior ao pânico generalizado pelo colapso financeiro das Bolsas de Valores do mundo. Tal preâmbulo é necessário para entender que o segmento produtivo vinha enfrentando problemas antes da turbulência que agora afeta mercados de todo planeta, o que faz com que o quadro possa se agravar mais com a atual escassez de crédito dos bancos.

O coordenador-executivo do Pólo Nacional de Biocombustíveis da Esalq, Edgar Gomes Ferreira de Beauclair, entende que este é um momento delicado para se pensar o mercado de biocombustíveis e as novas tecnologias. Ações governamentais são necessárias para garantir a sobrevivência do complexo produtivo e tecnológico do etanol a um médio prazo. "Precisará haver sensibilidade política por parte do presidente Lula para que uma das principais plataformas do seu governo continue forte", explica.

A questão principal está relacionada à atual rentabilidade do setor para produtores e usinas, que está abaixo dos gastos embutidos na produção. A baixa do valor do barril de petróleo faz com que os preços do biocombustível precisem se manter igualmente baixos, embora os custos de produção sejam cada vez maiores. "O ideal seria um reajuste desses valores, de forma a garantir pelo menos a cobertura dos gastos na cadeia produtiva", comenta.

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Confronto sobre cotas agrícolas aumenta na OMC

O que deveria levar a convergências terminou em novo afrontamento acalorado entre exportadores e importadores agrícolas em reunião restrita ontem na Organização Mundial do Comércio (OMC), alimentando o ceticismo sobre um acordo até o fim do ano na Rodada Doha. “Grandes importadores estão querendo ainda mais exceção à liberalização, evitando cortes tarifários e buscando cheque em branco, quando a tentativa é para se mostrar flexibilidade”, afirmou o embaixador brasileiro na OMC, Roberto Azevedo.

O diretor-geral da organização, Pascal Lamy, marcou para cada começo da noite uma negociação com os principais países, cada dia sobre um tema especialmente complicado, para tentar esta semana definir se é possível uma reunião de ministros em dezembro. Só que ninguém se move. Na segunda-feira, o clima foi pesado na discussão sobre acordos setoriais na área industrial. Ontem, foi a vez de aparecerem as dificuldades no tema de produtos sensíveis na área agrícola, que terão corte tarifário menor.

O Japão, maior importador líquido mundial de alimentos, apareceu com exigências de mais proteção. Agora quer designar 8% de suas linhas tarifárias agrícolas como sensíveis, em vez da proposta de 6% em discussão. Tendo tarifas passando dos 1.000%, os japoneses tampouco aceitam limitar a 100% a maior alíquota no comércio agrícola mundial. Alegam que seu ministro pode ser demitido se aceitar isso e haveria turbulência nas ruas.

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Tecnologia ajudará na exportação

- Eliminar o risco de resultado falso-positivo em testes sorológicos para aftosa é fundamental para o Brasil conquistar novos mercados importadores de carne bovina in natura, avalia o consultor Fabiano Tito Rosa, da Scot Consultoria.

Hoje, grandes consumidores de carne bovina, como Estados Unidos e Japão, não compram a carne in natura brasileira por causa do status sanitário do País. Atualmente, a maioria das regiões brasileiras é considerada área livre de aftosa com vacinação. Apenas o Estado de Santa Catarina tem status livre de aftosa sem vacinação. "A maior barreira à carne bovina brasileira é a aftosa. Metade do mercado internacional está fechado para nossa carne in natura porque só compram de países livres de aftosa sem vacinação", diz Tito Rosa.

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Modificações nas contas externas

As contas externas do mês de outubro vieram com uma profunda mudança: de um lado, a forte redução do déficit das transações correntes e, de outro, o déficit do balanço de pagamentos, que não acontecia nos dois últimos anos. O que se percebe já nessas mudanças são os efeitos da crise que a economia mundial está atravessando.

A desvalorização do real ante o dólar contribuiu para reduzir o déficit em transações correntes. A balança comercial teve superávit de US$ 1,207 bilhão, 56,1% menor do que no mês anterior, mostrando que a crise internacional superou o efeito positivo do câmbio, reduzindo as exportações enquanto as importações aumentavam ligeiramente. Mas o câmbio teve bom efeito no caso dos serviços e rendas: o déficit caiu, em um mês, de US$ 5,8 bilhões para US$ 3,2 bilhões. A queda do déficit dos serviços foi de 49,3%, particularmente com relação às viagens internacionais, enquanto o déficit das remessas de lucros e dividendos acusava queda de 47,2%. Com efeito, de um lado, os lucros caíram e, de outro, a desvalorização do real não estimulou as remessas.

Os resultados da conta financeira, que costumava compensar o déficit das transações correntes, foram totalmente diferentes em outubro, apresentando déficit de US$ 8,498 bilhões, ante superávit de US$ 3,102 bilhões no mês anterior, e média mensal de superávits de US$ 5,4 bilhões, de janeiro a setembro - dados que mostram claramente a profunda modificação registrada em outubro.

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25 novembro, 2008

Logística faz aportes e aposta em retomada a partir de maio

As empresas de logística dão continuidade a investimentos em infra-estrutura dentro do mercado brasileiro, ao acreditarem na tendência apontada por profissionais do setor de que, no País, haverá demanda, especialmente interna, para logística em 2009, com fôlego a partir de maio, quando a crise deverá ter começado a se dissipar. A AGV Logística, por exemplo, anunciou a inauguração de três filiais para atender novos clientes, além de ter oito projetos em andamento, enquanto o Grupo Columbia uniu-se ao Grupo Júlio DAvila para incrementar as operações no Sul do País.

E a filial local da européia Panalpina vê boas oportunidades no mercado nacional. "A partir de maio o mercado volta a se aquecer, e estaremos focados na logística interna, cobrindo toda a demanda nacional, por meio das 14 filiais da empresa", analisou Cristiano Koga, diretor comercial da Panalpina Brasil.

Mesmo com a incerteza que ronda o mercado nos próximos meses e a possibilidade de desaceleração, a Panalpina vive com a expectativa de crescer dois dígitos em 2009. Este ano, o incremento calculado para o faturamento estava na casa dos 35% até o mês passado. Koga apontou que o aumento dos negócios foi um reflexo do crescimento do tráfego nas importações e aplicação de soluções dentro do mercado nacional. Hoje, a logística brasileira responde por 30% dos ganhos anuais da Panalpina local, que confirma o esforço de equilibrar essa conta, em função do aquecimento que espera no País.

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Aro investe US$ 10 milhões em equipamentos

Dentro do crescimento diagnosticado pela Associação Brasileira de Embalagem de Aço (Abeaço) para o setor de embalagem de aço nesse ano, uma empresa que se destacou foi a Aro S/A Exportação Importação Indústria e Comércio.

As vendas nacionais da Aro cresceram 13% de janeiro até outubro deste ano, em relação ao mesmo período do ano anterior. O volume de exportações cresceu 22,89% no acumulado do ano, em comparação a igual período do ano anterior; já o valor em dólar das exportações aumentou 41% até outubro, ante mesmo período de 2007.

A empresa atua com três linhas de produtos: rolha metálica (tampinha), lata decorada (brindes) e lata de tinta e verniz, que tiveram um crescimento de 14%, 21% e 8%, respectivamente, no acumulado ano.

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FMI reduz previsão de crescimento da economia sul-coreana

O Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu consideravelmente sua previsão de crescimento para a economia da Coréia do Sul em 2009, de 3,5% para 2%, citando a atual crise no sistema financeiro internacional como principal motivo para redução dos gastos dos consumidores e das exportações domésticas.

É a segunda vez que o FMI reduz suas projeções para expansão do Produto Interno Bruto (PIB) sul-coreano de 2009. Em julho, o organismo internacional estimava por um crescimento de 4,3% na economia da Coréia do Sul. Já em outubro, cortou sua estimativa para 3,5%.

A cifra estipulada agora pelo FMI é apenas a metade da taxa prevista pelo governo sul-coreano, que projeta um crescimento do PIB de 4% no próximo ano. Além disso, a estimativa do organismo internacional é também menor quando comparada às expectativas dos principais institutos econômicos da Coréia do Sul.

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Exportações fracas garantem contração do PIB alemão no 3o tri

O desempenho da balança comercial derrubou o Produto Interno Bruto (PIB) da Alemanha no terceiro trimestre, jogando a maior economia da Europa em recessão pela primeira vez em cinco anos, mostraram dados oficiais divulgados nesta terça-feira.

De acordo com a agência federal de estatísticas alemã, a economia do país teve contração de 0,5 por cento no período de julho a setembro, em comparação com o trimestre anterior, em linha com os dados preliminares divulgados no início de novembro.

O PIB alemão contraiu 0,4 por cento no segundo trimestre, informou a agência. Na avaliação de Carsten Brzeski, economista da ING Financial Markets, o enfraquecimento da economia alemã vai continuar. "Puxado pelo derretimento do setor industrial, o impacto completo da crise financeira sobre a economia real só será sentido no quarto trimestre", disse.

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Prorrogação dos pedágios será debatida em audiência pública

Representantes de diversos sindicatos da cidade reuniram-se ontem à tarde com os vereadores na Câmara Municipal. O motivo: solicitar apoio dos parlamentares rio-grandinos para tentar vetar a votação do projeto do governo estadual que prevê a prorrogação dos pedágios com as concessionárias que atuam no Rio Grande do Sul.

Para tanto, no próximo dia 5, às 14h, será realizada audiência pública na Câmara Municipal para debater o projeto que, segundo os sindicalistas, trará prejuízos consideráveis ao Estado e, principalmente, a Rio Grande, caso este seja aprovado.

Eles fazem questão da presença dos dois deputados estaduais do Município, Adilson Troca (PSDB) e Sandro Boka (PMDB), a fim de sensibilizá-los para que votem contra o projeto da governadora Yeda Crusius. "Prorrogar o pedágio é um ato de retrocesso uma vez que a região toda está crescendo. Os caminhoneiros e demais trabalhadores que lidam diretamente com o porto serão os maiores prejudicados, pois o valor cobrado pelo transporte de cargas sofrerá reajustes", diz o representante do Sindipetro, José Marcos Olione.

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África se torna boa opção para exportações do Brasil

Apesar da crise estar prejudicando as exportações para diferentes mercados, a África vem se tornando uma boa opção aos empresários brasileiros interessados em driblar a crise.

No período de janeiro a setembro, a África comparece em segundo lugar nas transações comerciais com US$ 20,2 bilhões, contra US$ 13,8 bilhões do ano passado. Em todo o ano de 2007 o valor somou US$ 19,9 bilhões. Já nesse ano, o Brasil exportou US$ 7,4 bilhões para o continente e importou US$ 12,8 bilhões, gerando um saldo deficitário de US$ 5,4 bilhões.

A Ásia vem em primeiro lugar com a maior elevação de transações comerciais com o Brasil, crescendo 59,7% e passando de US$ 40,2 bilhões para US$ 64,2 bilhões.

O secretário geral da Câmara de Comércio Afro-brasileira, Adalberto Camargo Junior, afirma que existem fatores extremamente atrativos para os produtos brasileiros. "O crescimento do continente africano tem sido alto, nunca abaixo de 6%. Mesmo com a crise, seria mais uma opção para o empresariado brasileiro", conforme disse ao jornal Diário do Comércio e Indústria.

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Exportações do Japão devem continuar recuando

O Banco do Japão (BoJ, central) divulgou hoje, em relatório mensal, uma avaliação pouco otimista sobre as exportações do país. "Os embarques devem continuar recuando por conta da desaceleração econômica mundial e valorização do iene", informou a autoridade monetária.

O relatório também indicou um movimento negativo na produção nipônica que, de acordo com o BoJ, deve continuar recuando em um ritmo mais acelerado no curto prazo. Já em relação à economia como um todo, a autoridade monetária japonesa observou que seu crescimento tende a manter-se cada vez mais lento, influenciado, entre outros fatores, pela queda nas exportações. (Fonte)

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Exportações de navios da Coréia do Sul devem atingir US$ 53 bilhões em 2009

Os fabricantes de navios sul-coreanos esperam registrar um total de US$ 53 bilhões em exportações no próximo ano, o que representa um avanço de 23% em comparação ao registrado em 2008, disse hoje a Associação dos Fabricantes de Navios da Coréia do Sul, citada pela imprensa local.

A estimativa faria dos fabricantes de navios os maiores exportadores da Coréia do Sul, superando as companhias de produtos eletrônicos e representando mais de 10% das exportações totais sul-coreanas.

A Coréia do Sul é conhecida mundialmente pela forte competitividade no setor de fabricação de navios. Três das maiores companhias no mundo são sul-coreanas, sendo elas: Hyundai Heavy, Samsung Heavy e a Daewoo Shipbuilding & Marine Engineering.

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ANP divulga quarta-feira em Manaus 10ª Rodada de Licitações

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) promove nesta quarta-feira, na Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam) o seminário 10ª Rodada de Licitações de Blocos para Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural.

O encontro, que conta com o apoio do governo do estado e da Federação das Indústrias, terá a presença do diretor-geral da ANP, Haroldo Lima, que participará da abertura ao lado do presidente da Fieam, Antônio Carlos da Silva. A ANP estará ofertando na 10ª Rodada 130 blocos exploratórios em terra, divididos em oito setores, de sete bacias sedimentares: Sergipe-Alagoas, Amazonas, Paraná, Potiguar, Parecis, Recôncavo e São Francisco. Serão oferecidos aproximadamente 70 mil quilômetros quadrados em áreas para exploração e produção de petróleo e gás natural.

Por decisão do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), atendendo determinação do governo federal, a 10a Rodada não envolverá blocos localizados em áreas do pré-sal, limitando-se às bacias localizadas em novas fronteiras exploratórias, bacias maduras e campos marginais.

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Justiça suspende licitação no Canal da Galheta

A licitação para a dragagem do Canal da Galheta está suspensa até que a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) apresente à Justiça Federal os laudos técnicos e demais justificativas e explicações para a realização do processo.

A decisão do juiz federal Roger Raupp Rios, do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região, foi anunciada ontem pela liderança da oposição na Assembléia Legislativa.

A decisão liminar é em resposta a ação popular proposta pelo deputado Valdir Rossoni (PSDB), que pediu a suspensão da dragagem por risco de dano ao erário, dano ambiental e à segurança da navegação. “Uma série de irregularidades indicavam a suspensão da licitação, como problemas nas licenças ambientais e deficiências técnicas”, justificou.

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24 novembro, 2008

Atendimento emergencial a vazamento de óleo em portos e terminais uma boa logística, é questão fundamental para o sucesso da prevenção

A partir da divulgação dos casos que aconteciam no mundo com os grandes vazamentos de óleo (Exxon Valdez e outros), a sociedade começou a cobrar ações de prevenção e de controle para as fontes fixas e móveis potencialmente causadoras de danos por vazamentos de óleo. A cada 5 minutos no Brasil acontece um acidente com caminhão, e a cada 2 horas um destes caminhões transporta combustível em geral.

Quais são as chances de acontecer perto de uma comunidade, ou de um córrego, etc.? De janeiro deste ano até Abril já foram 12 acidentes em portos brasileiros, e como vamos de equipe de prevenção, prontidão e atendimento, nestas instalações?

Em uma operação de atendimento, como no caso de acidentes no transporte rodoviário ou marítimo de óleo o fator tempo é considerado como a diferença entre o sucesso e o fracasso da operação. Tivemos o exemplo bem sucedido da empresa ECOSORB no porto do Rio Grande (RS) em que foi acionada rapidamente pelo o PAM do porto e o problema foi sanado, sem maiores conseqüências resultado bem diferente do que aconteceu no porto de Aratu (BA), Maceió (AL), Fortaleza e São Francisco do Sul (SC), onde o ministério publico interditou as praias para banho por tempo indeterminado e multou em 10 milhões de reais as empresas envolvidas, também abrindo uma ação civil e criminal publica contra o Porto, IBAMA e FATMA: por: “Não possuírem barreiras de contenção suficiente e a demora ao atendimento”

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Atacarejo?

Quando o assunto é a logística as tendências são variadas e as opiniões compartilhadas por profissionais com formações e experiências que passam pela administração e engenharia. Esta multidisciplinaridade torna esta área do conhecimento complexa e dinâmica. Se no passado a economia era mais previsível, com as organizações industriais e operacionais não possuindo modelos adequados de estocagem e transportes, hoje, o mercado é competição pura, com risco elevado e requerendo qualidade extrema na sua execução, com a logística, inclusive, evoluindo para a denominação de gestão da cadeia de suprimentos.

Logo, as metodologias da gestão da cadeia de suprimentos estão associadas aos modelos de integração e colaboração, envolvendo a escolha de fornecedores, fábricas, depósitos, centros de distribuição e nas técnicas de previsão de demanda, requerendo qualidade, tempo e custos justos. Seguindo este raciocínio, a utilização de sistemas complexos de informática, com a adoção de instrumentos de simulação é o ideal. Em paralelo, as organizações com diferenciais competitivos são aquelas que realizem análises do curto e longo prazo da economia, para ajustes finos em seus orçamentos, para a geração de caixa e na redução do risco ao prejuízo.

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Governo dos EUA acerta plano de socorro do Citigroup

O governo dos Estados Unidos resolveu resgatar o Citigroup com um plano que compreende US$ 20 bilhões de injeção de capital, além dos US$ 25 bilhões recebidos no mês passado sob o programa de ajuda oficial, garantias para US$ 306 bilhões de ativos problemáticos do banco, controle dos bônus de executivos e limites sobre o pagamento de dividendo.

Depois de um fim de semana de conversas entre executivos do Citigroup e autoridades federais, o acordo foi alcançado na noite de ontem com um pacote no qual o governo irá proteger o banco de seus ativos mais arriscados. Na semana passada, as ações do banco caíram mais de 60%. Ante essa queda, a diretoria e conselheiros do Citigroup estudavam alternativas para o banco, como o leilão de partes da entidade ou até a venda do conglomerado financeiro, conforme reportou na sexta-feira da semana passada o Wall Street Journal (WSJ).

Conforme o plano, o Tesouro dos Estados Unidos investirá US$ 20 bilhões nas ações preferenciais do Citi sob o Programa de Socorro de Ativos Problemáticos (TARP, na sigla em inglês).

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Alta do dólar deve atrair mais estrangeiros ao País

\Na contramão da maior parte dos setores da economia, o turismo brasileiro pode sair fortalecido com a turbulência nos mercados globais. A alta do dólar deve atrair mais visitantes estrangeiros para o Brasil, uma vez que terão mais poder de compra no País e encontrarão pacotes mais baratos em divisa estrangeira.

"Há uma grande expectativa de que, com a valorização do dólar, passemos a receber mais turistas estrangeiros a partir do próximo ano", explica Lourdes Fellini, diretora da Fellini Turismo e presidente da Eventpool - entidade que reúne empresas brasileiras de turismo receptivo e de eventos. O setor ainda não sente os efeitos do câmbio nos negócios, mas a realidade deve mudar a partir de abril, quando termina o inverno europeu e os habitantes do Velho Continente embarcam para viagens internacionais.

Os pacotes nacionais para estrangeiros não sofrem tão intensamente impacto com a variação da moeda americana. No entanto, as refeições, os passeios e os hotéis, além de todos os itens de consumo, ficam mais baratos no momento da conversão da moeda - e não é pouca coisa. Apenas nos últimos três meses, o dólar se valorizou em mais de 40% diante do real.
Lourdes alerta, no entanto, que é preciso manter a divulgação internacional do País para que se atraia estrangeiros. A participação em feiras internacionais e a exibição de alternativas diversas para o turismo, "não apenas Nordeste e Rio de Janeiro", podem beneficiar a todos. "Esta é a hora de incentivar a divulgação do Brasil lá fora", defende.

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Representantes de países do Mercosul e da Ásia se reúnem pela primeira vez no Brasil

O Brasil será sede da primeira reunião ministerial do Mercosul com a Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean). O encontro será às 12h40, no Palácio Itamaraty. A Asean é composta por dez países: Brunei, Camboja, Cingapura, Filipinas, Indonésia, Laos, Malásia, Mianmar, Tailândia e Vietnã. A população total do bloco é de 575 milhões de habitantes, com Produto Interno Bruto (PIB, a soma de bens e serviços produzidos nos países) de US$ 1,28 trilhão em 2007 e corrente global de comércio exterior (importações e exportações) de pouco menos de US$ 1,6 trilhão no mesmo ano.

No ano passado, os países da Asean foram o sexto mercado para as exportações brasileiras. O total do intercâmbio foi de US$ 9,2 bilhões, com exportações brasileiras de US$ 4,35 bilhões e importações de US$ 4,83 bilhões. O intercâmbio do Mercosul com a Asean, no mesmo ano totalizou US$ 11,75 bilhões. (Fonte)

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Barack Obama anuncia hoje sua equipe econômica

O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, anuncia hoje, em Washington, a equipe econômica que fará parte de sua equipe. Mas indicados para dois importantes cargos foram conhecidos durante o fim de semana. Timothy Geithner, 47, atual presidente do Federal Reserve (Fed) de Nova York, foi nomeado secretário do Tesouro americano.

"Por temperamento e excelência, é o homem certo para comandar o Tesouro", disse David Axelrod, conselheiro do presidente, à rede de TV Fox News. O outro escolhido é Lawrence Summers, 53, ex-secretário do Tesouro na administração de Bill Clinton, que será escolhido para a direção do Conselho Econômico Nacional.

Os dois veteranos da era Clinton já trabalharam juntos e são respeitados pelo mercado financeiro. Quando o nome de Geithner veio a público, na sexta-feira, as ações tiveram alta de mais de 6% na Bolsa de Nova York.

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Adoção do biocombustível no mundo é questão de tempo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta manhã, em seu programa de rádio semanal "Café com o Presidente", que a Conferência Internacional de Biocombustíveis, encerrada na última sexta-feira em São Paulo, foi um êxito, pois o Brasil demonstrou às muitas autoridades presentes que o biocombustível é uma alternativa energética viável.

Lula também destacou que, em dezembro, o País irá "comemorar a produção de 7 milhões de carros flex", e lembrou que o etanol de segunda geração já está sendo desenvolvido. "Não é fácil as pessoas mudarem", disse o presidente, para quem o mundo acabará se curvando ao biocombustível. "É apenas uma questão de tempo", opinou.

Em relação à ligação sugerida por muitas pessoas entre a alta nos preços dos alimentos e a produção de biocombustíveis, Lula afirmou que não foram lançados ao debate os efeitos da especulação no mercado futuro. "A gente estava pagando, na verdade, o preço da especulação e não o preço real dos alimentos", declarou o presidente.

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