31 março, 2008

Vandalismo provoca prejuízo de R$ 600 mil à CPTM

A cada dia, os circuitos de segurança usam mais e mais câmeras. Nem assim, impedem a violência. Nos dois primeiros meses do ano, o prejuízo chegou a R$ 600 mil na Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

Cada trem transporta mais de cem mil pessoas por dia. Cada vez que um deles precisa ser reformado, toda essa multidão precisa se apertar em outras composições.

Além do prejuízo financiero, tempo e conforto dos passageiros são afetados.

As câmeras do circuito interno da CPTM mostram os flagrantes desse vandalismo. Os atos começam mesmo antes de os passageiros entraram na estação. Um dos vídeos mostra que, mesmo na frente de uma segurança, um homem não se intimida. Força a catraca e, como ela não funciona, chuta. Com a violência, a tampa do equipamento ao lado se solta, e ele atira a placa contra o funcionário.

Uma oitra câmera mostra um passageiros quebrando o controle da catraca e passando, sem pagar a passagem. Um outro paga, mas volta para destruir. Nas estações, telefones públicos são alvos comuns. Uma mulher é vista batendo forte um fone contra a parede. Algumas partes se soltam.

Tampas de ralo, condutores de cabos, tudo que fica no caminho é alvo de depredação. Nos trens, as marcas são ainda mais fortes. "Já vi eles quebrando a porta, estourando vidros. É o normal deles", conta a passageira Roselo Marques.

Em uma composição, há um buraco provocado por uma pedra. "Eles vêm o trem passando e começam a meter pedra. É só para bagunça mesmo", diz a passageira.

A destruição tem outras motivações. Uma das imagens mostra um rapaz chutando uma janela, que custa R$ 5 mil até quebrar um vidro. Ele quer retirar a moldura de alumínio para revender a um ferro velho. Quando um vagão é danificado, todos os outros são levados para a oficina. Não é possível retirar apenas a parte afetada. O sistema élétrico do trem é interligado.

Todos os dias até três composições vão para a oficina. Isso quer dizer que os passageiros terão de se reacomodar nos trens em circulação. "Nós vamos pagar por isso. As pessoas teriam de ter consciência de que isso não tá sendo à toa. Tá saindo do bolso de cada um da população", diz o funcionário público Luiz Roberto Damazi.

Menos trens significa também intervalo maior entre um e outro e a demora é a desculpa para mais quebra-quebra.

Em 2007, R$ 4 milhões foram gastos para reparar os casos de vandalismo. Só nos primeiros dois meses deste ano, foram registrados 463 casos - oito por dia.

Fonte: G1

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Porto embarca nove mil bovinos para o Líbano


O Porto do Rio Grande iniciou ontem, às 13h15min, a primeira exportação de bovinos deste ano, envolvendo nove mil animais. A operação realizada no Porto Novo do Rio Grande, marca a retomada deste tipo de embarque que não era realizado há um ano. Os animais vivos estão sendo embarcados no navio-curral Almawashi, de bandeira panamenha, que parte do Rio Grande diretamente para o porto de Beirute (Líbano), onde descarregará a carga.
Para a viagem, que leva de 20 a 23 dias, o navio foi abastecido com 400 toneladas de ração animal. Antes de chegar ao Brasil, o Almawashi fez uma escala no Uruguai, onde além da ração também embarcou bovinos.
Ao todo 140 trabalhadores portuários avulsos atuaram no embarque de bovinos, em cinco turnos, envolvendo arrumadores, conferentes e estivadores.

Além disso, mais 31 pessoas da empresa exportadora e do operador portuário, envolveram-se no carregamento. Os animais que estão sendo exportados estavam confinados em uma propriedade na vila da Quinta, adquirida pela Angus Trading, empresa exportadora de bovinos.
Para transportar os bovinos, adquiridos no Rio Grande do Sul, principalmente dos pecuaristas da região Sul do Estado, foi necessário a utilização de 40 caminhões, que fizeram diversas viagens entre o local do confinamento e o Porto Novo. Os animais começaram a ser comprados no início deste ano pela empresa Angus Trading. Para atender as exigências do Líbano, o gado foi exportado vivo, com idade máxima de três anos.

Conforme o operador portuário e despachante aduaneiro, Leonardo Vanzin, diretor da Vanzin Serviços Aduaneiros, que realiza os embarques de bovinos, a operação deverá durar cerca de 30 horas, devendo durante o ano serem realizados novos embarques. Com esta exportação, o Porto do Rio Grande já embarcou cerca de 130 mil bovinos desde que começou a realizar este tipo de operação em 2005.

Fonte: Jornal Agora

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Porto do Rio Grande na Intermodal 2008


A Superintendência do Porto do Rio Grande (SUPRG), como Autoridade Portuária, juntamente com agências marítimas, operadores portuários, sindicatos patronais, terminais retroportuários, e empresas portuárias, estará participando pela décima vez da Intermodal South America, que este ano chega a sua 14ª edição. O evento, reconhecido como o maior e mais importante da América Latina, ocorrerá de 15 a 17 de abril, das 13h às 21h, no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

Durante a Intermodal 2008, o Porto do Rio Grande contará com um estande com área de 100 metros quadrados, localizado na rua C, número 56. O projeto do estande da SUPRG, que apresenta uma arquitetura arrojada e moderna, foi desenvolvido pela empresa Art Brasil Stands, de Curitiba, apresentando quatro salas de reuniões, devidamente equipadas; cozinha; depósito, e uma área social, com mesas e cadeiras para recepcionar os visitantes. Neste espaço, estarão trabalhando, em parceria com a SUPRG, 14 instituições ligadas à área portuária: Agência Marítima Orion, Columbus Assessoria de Comércio Exterior, Ctil Logística, Granel Química, Intercontainers Terminais e Transporte, Ittalian Line Logística Internacional, Marca Sistemas, Sagres Agenciamentos Marítimos, Sampayo Nickhorn, Serra Morena Corretora Ltda., Sul Trade Agência Marítima Ltda., Supermar S/A, Sindicato dos Terminais Marítimos (Sintermar) e Sindicato dos Operadores Portuários (Sindop).

Expor seus novos projetos, como o de aprofundamento do calado, oferecer os serviços portuários considerados como um dos mais eficientes do Brasil e vender um porto com completa infra-estrutura operacional com terminais especializados e facilidades para multimodalismo, possibilitando qualquer operação logística, são alguns dos fatores que determinam o Porto do Rio Grande estar presente na Intermodal South América. A SUPRG e seus parceiros atuarão na busca de novos clientes e de um contato mais próximo com os já existentes.

De acordo com o superintendente do Porto do Rio Grande, Sinésio Cerqueira, a Intermodal 2008 propiciará a atuação conjunta das empresas portuárias com a SUPRG, reunindo a agilidade dos contatos comerciais privados com o respaldo institucional da Autoridade Portuária, somando-se a isso, a facilidade de encontrar no mesmo espaço os principais clientes do porto rio-grandino, gerando grandes negócios em um período de apenas três dias.

Intermodal
A Intermodal é a maior e mais importante feira da América Latina, focada nos mercados de comércio exterior, logística e transportes, realizada no melhor espaço físico para exposições hoje existente no Brasil. Nela, o ambiente é de negócios. Além de aumentar a rede de relacionamentos, sua empresa consegue ampliar a carteira de clientes, apresentando seus produtos e serviços para o público visitante mais qualificado e com poder de decisão desses mercados. Com comprometimento em inovação constante, a Intermodal oferece o que há de melhor e mais moderno em tecnologia, informação, facilidades e serviços para sua empresa potencializar cada vez mais seus negócios. Em 2007, o evento reuniu mais de 400 expositores e recebeu um público superior a 43 mil pessoas, composto em sua maioria por diretores e gerentes de empresas do setor, com poder de decisão nos negócios.

Fonte: Jornal Agora

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Nem alta de preço reduz importação

Os preços em dólar dos produtos importados já subiram, em média, 10,4% nos últimos 12 meses e mesmo assim não foram capazes de conter o ritmo das compras externas do País. Engordado por desembarques crescentes de produtos inusitados, como papel higiênico e até preservativos, o volume das compras externas brasileiras cresceu de 23,6% no período, mais que o dobro da alta dos preços.

Os números são da Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex) e mostram que a alta nos preços foi puxada pelos combustíveis, que ficaram 17,9% mais caros, e pelos bens de consumo não-duráveis, com alta de 14,7%. Já os bens de consumo duráveis tiveram aumento bem menor nos preços, de apenas 1,3%.

Além disso, a desvalorização do dólar frente ao real mais que compensou esses aumentos. A taxa de câmbio deflacionada pelo Índice de Preços ao Consumidor - Disponibilidade Interna (IPC-DI), apurado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), aponta queda acumulada de 18,2% para a moeda americana desde fevereiro de 2007.

O consumidor pode até não perceber, mas boa parte dos produtos que encontra nos supermercados é fabricada no exterior. Um exemplo é o papel higiênico Dualette, importado do Chile e da Argentina. Segundo a Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa), o País trouxe do exterior 17,7 mil toneladas de papel higiênico e pasta para fraldas em 2007, quase 20% mais que no ano anterior. Ainda é pouco comparado com o consumo interno de papéis sanitários, da ordem de 770 mil toneladas, mas o avanço das importações em outros segmentos do mercado já preocupa os fabricantes locais.

A quantidade de papel para imprimir e escrever importada nos dois primeiros meses deste ano, por exemplo, cresceu nada menos que 181% em igual período de 2007. “Chegamos a um ponto em que é muito difícil manter a rentabilidade nos negócios, porque o câmbio não pára de cair, enquanto o custo interno de produção sobe”, diz Elizabeth de Carvalhaes, presidente da Bracelpa.

Nesse cenário, o ritmo de crescimento das importações de papel atingiu 40% no primeiro bimestre do ano, quase quatro vezes o das exportações, que aumentaram apenas 12% no mesmo período. Mais de 80% dos produtos em aerossol vendidos no Brasil são fabricados na Argentina. Estima-se que nos últimos três anos a indústria brasileira de aerossóis perdeu US$ 500 milhões e 5 mil postos de trabalho devido à invasão argentina.

O problema é que a produção brasileira está sendo transferida para a Argentina, por causa da qualidade e dos baixos preços dos gases propelentes. O país vizinho congelou os preços dos gases butano e propano, derivados do petróleo, tornando seus preços imbatíveis. Multinacionais como Unilever, Gillette e Ceras Johnson já não fabricam aerossóis no Brasil.

Fonte: O Estado de S. Paulo

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"Velha Varig" faz vôo inaugural com nome Flex e perde gestor


A Flex, novo nome da "velha Varig", fez seu vôo inaugural, no último sábado, mesmo dia em que o gestor judicial da empresa, Miguel Dau, anunciou sua saída da companhia, de acordo com a Folha de S.Paulo.

Dau não confirma, mas teria sido convidado para trabalhar na área de operações da nova empresa criada no País pelo fundador da JetBlue, David Neeleman, ainda segundo o jornal.

O substituto de Dau será Aurélio Penelas, que atuava como gerente de recursos humanos da Flex. O nome de Penelas será submetido à aprovação dos credores da empresa, que carrega dívidas estimadas em mais de R$ 7 bilhões, em assembléia no dia 17 de abril.

O primeiro vôo, do Rio de Janeiro para Salvador, foi marcado por serviço de bordo sofisticado e a presença de funcionários da Varig, representantes da Justiça do Rio, do ministro da Previdência, Luiz Marinho, do setor de turismo, do diretor comercial da nova Varig, Lincoln Amano, e da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Fonte: Invertia

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Vodca Absolut é vendida por US$ 8,7 bi à Pernod Ricard

O governo sueco anunciou hoje a venda do grupo Vin & Sprit, proprietário da vodca Absolut, à Pernod Ricard por 5,626 bilhões de euros (US$ 8,7 bilhões), ao considerar que a oferta do grupo francês era a melhor.

"Por meio de um processo de venda muito rigoroso, fizemos um bom negócio para Vin & Sprit e para a Suécia", afirma o ministro sueco dos Mercados Financeiros, Mats Odell, em um comunicado.

O grupo de bebidas francês, que assim passa a ser o líder mundial na área da vodca de alta qualidade, tinha como rivais três empresas, duas americanas e uma sueca, para a compra da Vin & Sprit, que até agora pertencia totalmente ao Estado sueco.

"A Pernod Ricard será uma excelente casa para Vin & Sprit", destaca o comunicado. Os analistas, no entanto, não apontavam a empresa francesa como favorita.

Os outros candidados eram o grupo diversificado americano Fortune Brands, a empresa familiar americana Bacardi e a poderosa holding sueca Investor, que tinha como sócios o fundo EQT e um fundo de pensão do país.

A Pernod Ricard compra a totalidade da Vin & Sprit, com exceção dos 10% que o grupo sueco possui da americana Beam Global Spirits & Wine. A operação será financiada por um crédito com seis bancos internacionais.

A Absolut é uma das quatro marcas que superam 10 milhões de caixas vendidas no mundo e é líder entre as bebidas alcoólicas de alta qualidade nos Estados Unidos. No mercado americano destes produtos, o grupo Pernod Ricard passa de quarto a segundo iugar.

A vodca sueca complementará a rede de produtos da empresa francesa, que já conta com os uísques Chivas e Ballantine s, o rum Havana Club, o champanhe Mumm, o conhaque Martell e o gim Beefeater.

Fonte: Invertia

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Complexo Petroquímico do Rio terá corredor ecológico

A preocupação com a questão ambiental e a preservação de áreas de manguezais e de Mata Atlântica levaram a Petrobras a lançar, no Dia do Meio Ambiente de 2007, o Corredor Ecológico do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Desenvolvido com diversos parceiros, o projeto tem o objetivo de integrar o manguezal existente na região à Mata Atlântica, por meio de extensa área replantada pelo Comperj.

Já foram plantadas 2.500 mudas de cerca de 30 diferentes espécies na Fazenda do Viveiro, em Sambaetiba, uma das primeiras propriedades negociadas pela Petrobras na área do projeto. Esse foi, segundo a assessoria da estatal, apenas o primeiro lote de um total de 3,6 milhões de mudas que farão parte do corredor ecológico.

O convênio foi firmado com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e, segundo estudos preliminares da Petrobras, o projeto incluirá 1 milhão de metros quadrados de mata ciliar do Rio Macacu, 500 mil metros quadrados de mata ciliar do Rio Caceribu e cerca de 10 milhões de metros quadrados de áreas não-edificantes - equivalentes a aproximadamente um terço do terreno do empreendimento.

Será feita a recomposição de mata ciliar e da vegetação de transição de manguezal para Mata Atlântica, além da valorização e preservação de áreas de vegetação remanescente. Cerca de um milhão de mudas serão utilizadas nas atividades de reflorestamento. São mudas de diferentes espécies, identificadas pela Embrapa como compatíveis com o ecossistema local.

“O complexo contará ainda com uma unidade para tratamento dos esgotos sanitários, efluentes industriais, águas pluviais e águas ácidas. Uma vez purificadas, essas águas serão novamente utilizadas inúmeras vezes dentro do próprio complexo, ao invés de serem lançadas nos rios”, informa boletim da empresa sobre o projeto.

Ele informa, também, que o sistema de efluentes do Comperj é, “pela sua escala de eficiência”, inédito no Brasil A reutilização só não será completa, pois 6% da água, embora não represente risco ao meio ambiente, acaba se tornando salgada.

Para ampliar a oferta de água tratada na região, principalmente para reforçar o atendimento ao município de Itaboraí, a estatal brasileira assinou no último dia 14 convênio com a Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae).

Com investimentos previstos de R$ 30 milhões, o convênio ampliará o sistema Imunana-Laranjal e fornecerá mais 100 litros/segundo - sendo 50 litros/segundo às obras do Comperj e os outros 50 litros/segundo à comunidade de Porto das Caixas, distrito de Itaboraí, próximo ao complexo.

Fonte: Agência Brasil

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Subsea 7 obtém contrato de US$ 200 mi com PETROBRAS

O grupo norueguês de serviços marítimos Subsea 7 informou hoje que venceu um contrato de US$ 200 milhões para a construção de um gasoduto da Petrobras.

O contrato envolve o projeto, engenharia, fabricação e instalação do gasoduto de 78 km Sul Capixaba, na bacia do Espírito Santo.

Fonte: Invertia

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Lucro da TAM cai 78,9% em 2007, para R$ 128,8 milhões


A companhia aérea TAM anunciou hoje que encerrou 2007 com lucro líquido de R$ 128,8 milhões, o que representa uma queda de 78,9% na comparação com os R$ 611,8 milhões registrados em 2006.

A companhia encerrou o quarto trimestre do ano passado com lucro líquido de R$ 49,8 milhões, sensível redução diante dos R$ 136,2 milhões obtidos um ano antes.

A geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação, amortização e aluguéis de aeronaves (Ebitdar, na sigla em inglês) nos últimos três meses de 2007 somou R$ 352,88 milhões, ante R$ 437,31 milhões no quarto trimestre do ano anterior. A margem no período passou de 22,5% para 15,4%.

Fonte: Invertia

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Obra marca volta da Petrobras ao setor petroquímico


O início das obras de terraplanagem do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro marca hoje (31) o retorno da estatal ao setor petroquímico e vai, na avaliação da Petrobras, transformar o perfil socioeconômico de sua região de influência - que abrange 14 municípios. A solenidade terá a presença dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e José Sergio Gabrielli, da Petrobras.

Previsto para entrar em operação em 2012, com capacidade para processar 150 mil barris diários de petróleo pesado de Marlim, no norte fluminense, o empreendimento vai gerar uma economia para o país de mais de US$ 2 bilhões/ano em divisas, por meio da redução da importação de produtos petroquímicos e de derivados, principalmente a nafta – produto de que o país hoje é altamente dependente do mercado externo.

Embora não tenha ainda a sua estrutura societária definida, a fase de planejamento do negócio e de projeto conceitual contou com uma parceria entre a Petrobras e o Grupo Ultra, e a participação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Atualmente, já em fase de projeto básico, todas as etapas estão sendo conduzidas pela Petrobras, até que seja estabelecida sua estrutura societária, que poderá contar, inclusive, com a presença de empresas estrangeiras, como admite o próprio presidente da Petroquisa, José Lima Neto.
Em entrevista recente, Lima Neto admitiu o interesse de pelo menos três grupos estrangeiros, que já procuraram a Petrobras interessados em participar da composição acionária do Comperj, um projeto que envolve investimentos de US$ 8,4 bilhões.

Segundo Lima Neto a participação dos sócios estrangeiros poderia implicar contrapartida em produtos nos primeiros anos de funcionamento do pólo.

“É evidente que o Comperj terá excedente de produção em um primeiro momento, e é neste excedente que os grupos estrangeiros estão interessados. Eles poderiam fornecer tecnologia e, em troca, comprar parte da produção inicial do Comperj”, explicou na ocasião.

Embora Lima Neto tenha esclarecido que não há qualquer impedimento na lei sobre a participação de sócios estrangeiros no projeto, a intenção inicial da Petrobras é, segundo ele, fortalecer e dar prioridade aos grupos nacionais.

“Evidentemente que queremos fortalecer os grupos nacionais e estamos negociando neste sentido. Mas, por enquanto, estamos ainda na fase de estudos e não há previsão sobre a definição da composição acionária do projeto. Há o Grupo Ultra, nosso parceiro de primeiro momento, assim como o BNDES, que também tem interesse em participar do projeto. Mas, repito, estamos ainda em início de conversa”, informou.

Fonte: Agência Brasil

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28 março, 2008

País vai à OMC defender regra da regionalização

O Brasil vai à Organização Mundial do Comércio (OMC) na semana que vem para garantir que está adotando novas medidas para erradicar a febre aftosa no país, como foi anunciado recentemente, e assim tentar tranqüilizar os importadores de carne bovina. A carne brasileira está sob monitoramento internacional desde que a União Européia embargou a entrada do produto nos 27 países-membros do bloco. Os europeus sustentam que o Brasil precisa apurar seu sistema de rastreamento para assegurar a qualidade do que vende do pasto ao varejo.

O Brasil, um dos maiores exportadores de produtos agropecuários do mundo - líder em carne bovina -, sofre pressão crescente na área sanitária. Termômetro disso é a lista de reclamações que o país fará no Comitê de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias (conhecido como Comitê SPS) da OMC, na semana que vem.

Na ocasião, Brasília manifestará “preocupação comercial específica” contra o México em um problema com a entrada da carne bovina cozida e congelada. Dos EUA, reclamará de exigências adicionais na análise de risco sanitário para produtos agrícolas em geral. A Malásia também está no alvo, pelo custo de inspeção que impõe para os agrícolas.

Em reuniões anteriores do Comitê SPS, o país reclamou que a China proibia a entrada de carne bovina e gelatina brasileiras, atropelando o princípio da regionalização. Os chineses ignoraram a queixa. Agora, o problema voltou à esfera bilateral.

No caso da existência de uma determinada doença no território de um país exportador, o princípio da regionalização estabelece que será levada em conta a localização do foco, permitindo-se exportações de produtos de animais criados em outras regiões sem doença.

Quando eclodiu a aftosa no Mato Grosso do Sul e no Paraná, em outubro de 2005, a China seguiu outros países e bloqueou a carne brasileira. Mais tarde, várias nações respeitaram a regionalização, recomendada pela Organização Internacional de Saúde Animal (OIE), e reconheceram as áreas livres no Brasil, voltando a importar de outros Estados. Pequim não fez isso e foi além: vetou também a gelatina, apesar de a OIE assegurar que ela não oferece riscos.

Para evitar a repetição desses problemas, o Brasil busca um acordo na OMC para operacionalizar a regionalização sanitária prevista no artigo 6 do Acordo SPS. A OMC determina que os países reconheçam o princípio, mas não diz em quanto tempo. O Brasil e outros exportadores fizeram várias propostas nos últimos anos, rejeitadas pelos asiáticos e apoiados pelos EUA.

Agora, Brasil, Nova Zelândia, Argentina, UE e EUA trabalham em um documento de compromisso sobre a aplicação do princípio - mas o prazo continua em aberto. Em 2007, um grupo de países em desenvolvimento sugeriu que exportador e importador tivessem 90 dias para estabelecer, bilateralmente, um plano de trabalho e um calendário para a eventual regionalização.

Fonte: Valor Econômico

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Rodovia Salvador-Feira será leiloada em setembro

O leilão para concessão de duas das principais rodovias federais na Bahia acontecerá em setembro. A estimativa da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) é que o edital para a disputa pela exploração dos 637km, que incluem a BR-324, entre Salvador e Feira de Santana, e a BR-116, até a divisa com Minas Gerais, seja lançado em julho próximo. Caso não ocorram atrasos no cronograma, a previsão é que, em junho de 2009, as rodovias já estejam controladas pela iniciativa privada, que poderá instalar até sete pontos de pedágio. A futura concessionária terá, em contrapartida, que garantir a manutenção das estradas e realizar obras estruturantes. Segundo informações do Ministério dos Transportes, o teto de pedágio para todo este lote está estimado em R$2,82, por cada cem quilômetros de extensão.

O superintendente de exploração de infra-estrutura da ANTT, Amarildo Leandro Floriani, informou que, antes do lançamento do edital, serão realizadas audiências públicas para discutir o modelo estabelecido para a concessão. A primeira, em junho, será realizada em Salvador e uma outra, em São Paulo, será direcionada a investidores. “Se todo o processo ocorrer de forma tranqüila, o leilão acontecerá em setembro, na Bolsa de Valores de São Paulo”, citou.

A empresa vencedora poderá, segundo o Floriani, implantar as praças de pedágio seis meses após a assinatura do contrato, previsto para janeiro de 2009. “Neste período, terá que realizar obras de correção de pavimento, sinalização e outros defeitos. Depois disso, poderão implantar as bases operacionais”, explicou o superintende da agência reguladora. A concessão será de 25 anos.

Mesmo com a desistência do governo federal pela realização de uma parceria público-privada (PPP) e inclusão das duas BRs baianas no Programa de Concessão de Rodovias (PCR), não houve alteração no modelo de gestão a ser desenvolvido pela futura concessionária. Os parâmetros são os mesmos adotados na fase anterior, mas sem cobrança de outorga e abertura para participação de instituições financeiras.

Os investimentos a serem assumidos pela vencedora incluem a restauração de ambas as rodovias, a construção de 146km de uma terceira faixa na BR-324, duplicação da BR-116, construção de 28,4km de ruas laterais, instalação de 41 passarelas e a implantação de unidades de atendimento ao usuário. Também deverão ser oferecidos serviços de guincho, UTI móvel e telefones ao longo das estradas. “Os investimentos são estimados em R$2 bilhões, ao longo dos 25 anos”, informou Amarildo Floriani.

Pedágio - A vencedora do leilão poderá instalar postos de pedágio ao longo dos 637km das duas rodovias. Na BR-324, estão previstos pontos de cobrança em Simões Filho, na altura do acesso a Candeias, e na saída da BA-515, próximo ao município de Amélia Rodrigues. Na BR-116, serão implantados pedágios em Santo Estêvão (no entroncamento com BR-242), Milagres (nas proximidades da entrada para Brejões), Jequié, Poções e Cândido Sales.

Fonte: Correio da Bahia

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Entregue novo trecho do metrô Recife

Ao lado do ministro das Cidades, Márcio Fortes, Presidente e Governador percorreram a estação (para alegria dos presentes) e também inauguraram o sexto trem com ar-condicionado entregue, que está sendo utilizado pela população desde as 6h da manhã de hoje.

Em 2007, o metrô do Recife foi contemplado pelo PAC com um investimento de R$ 295,6 milhões que estão sendo distribuídos desde o ano passado e vão ser aplicados até o ano de 2009. “A ampliação do metrô é uma obra que fala com a modernidade ao ir de encontro a um dos principais problemas das grandes cidades: a falta de mobilidade. A ampliação do alcance dos meios de transporte públicos é um desafio que assumi ainda na campanha eleitoral e que, com obras como esta, vamos saindo do campo oral para o campo real”, afirmou Eduardo Campos

O presidente do Metrorec, Sileno Guedes, adiantou que o intervalo entre os trens será de 30 minutos. Com a ampliação haverá uma nova demanda de usuários e cerca de 5 mil pessoas passarão a utilizar os serviços do metrô.

Fonte: Noticiário Executivo

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Reajuste do trigo afeta preço de massas, pães e bolos


O consumidor que vai ao supermercado ou à padaria já percebeu: tem pão mais caro, macarrão mais caro e biscoito mais caro. Culpa do preço do trigo. Quem vive da farinha avisa: vem mais aumento por aí.

“O macarrão de R$ 1,50 passou para R$ 1,85. O aumento foi muito grande. A macarronada fica difícil. O pessoal vai ter que fazer um regime”, comenta uma dona de casa.

O que desencadeou a alta foi o principal ingrediente de massas, pães, bolos. “É o trigo argentino”, aponta um comerciante.

A Argentina restringiu a exportação para o Brasil. Para trazer o produto de outros países fora do Mercosul, é preciso pagar 10% a mais de imposto.

O Brasil produz por ano três milhões de toneladas de trigo e consome dez milhões de toneladas e meia. Por isso, depende tanto das importações.

Qualquer oscilação no mercado externo atinge até o preço do pãozinho de todo dia. Em Belo Horizonte, o aumento chega a 14%.

O dono de padaria, Matheus Lobato, bem que tentou, mas a tentativa de baixar o custo não deu certo.

“Eu tomei um susto porque em janeiro eu comprava farinha por cerca de R$ 65 uma saca de 50 quilos. Hoje a gente já está batendo em cerca de R$ 92”, conta o dono de padaria.

A Associação Brasileira da Indústria de Panificação (Abip) diz que há uma crise no abastecimento de trigo – a mais grave dos últimos 20 anos, que não deve parar por aqui.

“Ainda tem uma expectativa nos próximos meses a farinha de trigo subir 25%, o que geraria a necessidade de aumentar, pelo menos, mais 8%”, calcula o vice-presidente nacional da Abip, José Batista Oliveira.

Fonte: Gazeta do Povo

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Braskem pretende investir R$ 334 milhões na Copesul

A Copesul, empresa da Braskem que opera a unidade de insumos básicos do Pólo Petroquímico do Sul, inicia na próxima segunda-feira a parada geral das operações de sua Planta 1, para manutenção dos equipamentos e implantação de melhorias e inovações tecnológicas, investindo um total de R$ 334 milhões. No período previsto de um mês cerca de 4 mil pessoas estarão envolvidas na realização de 30 mil tarefas, totalizando mais de 1 milhão de horas/homem de trabalho, em dois turnos se revezando nas 24 horas do dia, seis dias por semana.

Durante a parada, a Planta 2 da empresa continuará operando normalmente. O acidente zero é a meta da Copesul também nesta parada. "Nossa determinação é realizar um evento com qualidade, sem acidentes nem ocorrências de impacto à natureza e às pessoas, dentro do prazo planejado e dos custos orçados", resume o diretor industrial da Copesul, Henrique Leopoldo Schulz.

A Planta 1, inaugurada em 1982 e responsável por 60% do eteno produzido na Copesul, realiza sua sétima parada geral de manutenção em atendimento à NR-13 (norma regulamentadora do Ministério do Trabalho e Emprego), visando a adequar a unidade a um novo período de pelo menos seis anos de produção ininterrupta. Esta adequação refere-se ao esforço de manutenção propriamente dito, como limpeza, inspeções e substituição de peças e equipamentos, no qual estão sendo aplicados recursos de R$ 93 milhões.

Adicionalmente, a empresa vai implementar projetos de atualização tecnológica de sistemas operacionais, de controle da produção e de proteção ambiental, em um investimento de R$ 241,1 milhões. As inovações contemplam o novo sistema de controle operacional e de segurança da Planta 1, que sozinho representa um investimento de R$ 43 milhões; a substituição dos sistemas de vedação e controle de compressores e turbinas; uma segunda torre de resfriamento de água de processo, que garante maior flexibilidade operacional; e o novo tip (queimador) da tocha, que proporcionará maior capacidade de queima de gases sem geração de fumaça, reduzindo a emissão de hidrocarbonetos para a atmosfera.

Após a parada, a Planta 1 voltará a operar com sua capacidade ampliada em 28 mil toneladas/ano de eteno, o principal produto da Copesul, e em 16,6 mil toneladas/ano de propeno. A capacidade total de produção de eteno da Copesul passará de 1,22 milhão toneladas/ano para 1,25 milhão toneladas/ano. As novas tecnologias de controle implantadas durante a parada permitirão à Planta 1 retornar à operação em condições de confiabilidade superiores, o que significa produzir mais tempo na máxima capacidade, com menores perdas.

Em termos ambientais, as intervenções proporcionarão a redução do envio de efluentes líquidos para tratamento e redução na geração de resíduos sólidos. Além disso, um novo sistema de reaproveitamento de hidrocarbonetos como combustível diminuirá o volume de gases queimados na tocha.

Para garantir a capacitação técnica requerida para um evento deste porte e a conscientização para os cuidados com a segurança pessoal e coletiva, a equipe da parada participou, no conjunto, de 25 mil horas/homem de treinamento. Durante os 30 dias, serão servidos diariamente na empresa 4 mil refeições e 8 mil lanches. Mais de 200 veículos farão o transporte de pessoal.

Fonte: Jornal do Comércio / RS

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Oi fecha acordo para a compra da Brasil Telecom

Foi fechado nesta quinta-feira o acordo de compra da Brasil Telecom pela Oi (ex-Telemar), em um negócio que gira em torno de R$ 8 bilhões, informa reportagem de Guilherme Barros, colunista da Folha, publicada.

Todas as pendências envolvendo os sócios Citigroup e Opportunity, do empresário Daniel Dantas, que eram o último empecilho na BrT, foram resolvidas. O negócio ainda depende de mudança na legislação do setor e de aprovação pelos órgãos reguladores.

O governo federal, que foi o principal inspirador do negócio, foi informado na noite de ontem. A assinatura de um acordo prévio foi feita na sede da Andrade Gutierrez, em Botafogo, no Rio de Janeiro, onde estava montada uma espécie de "quartel general" com as partes envolvidas. Nos últimos dias, os negociadores viraram noites para o acordo ser fechado.

Segundo informou o grupo Oi (ex-Telemar) no mês passado, a compra do controle acionário da Brasil Telecom Participações --controladora da companhia telefônica Brasil Telecom-- poderia custar entre R$ 4,5 bilhões e R$ 5,2 bilhões.

Com a finalização da compra, o mercado de telefonia no país terá uma nova configuração. A nova Oi pode ter 29,6% do faturamento total das operadoras de telefonia fixa, celulares, banda larga e TV por assinatura, contra 29,9% da Telefônica/Vivo, 20,1% da Claro/ Embratel e 12,1% da TIM.

Mudanças

O presidente da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), Ronaldo Sardenberg, disse nesta quinta-feira que a agência deverá editar dois documentos com propostas de mudanças na legislação do setor. Além de modificações no PGO (Plano Geral de Outorgas) --decreto que proíbe a compra de uma empresa de telefonia fixa por outra de área diferente-- será editado um documento analisando a necessidade de modificações em outras questões.

Em fevereiro, o Ministério das Comunicações enviou carta à Anatel pedindo que a agência analisasse a alteração do PGO, necessária para permitir a compra da Brasil Telecom pela Oi. No mesmo documento, o ministério pedia também que a Anatel estudasse a necessidade de outras mudanças para o setor.

Na semana passada, Sardenberg havia prometido para esta semana a votação da minuta sobre o PGO, que iria então a consulta pública por até 30 dias. Ontem, porém, ele recuou e disse que a análise será feita "nas próximas semanas" e que ainda não foi concluída por "impossibilidade prática". Segundo o presidente, os dois documentos deverão ser analisados ao mesmo tempo.

Fonte: Folha Online

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Chávez garante que petrolífera venezuelana quer parceria com a Petrobras


O presidente Hugo Chávez disse nesta quinta-feira (27) que a PDVSA (petrolífera estatal venezuelana) quer a parceria da Petrobras na exploração e produção de petróleo na Faixa do Orinoco, na Venezuela. Segundo ele, a PDVSA já atua na região com países como Rússia, França, Noruega, Itália e Cuba, entre outros.

A participação brasileira vem sendo negociada pela Petrobras e pela PDVSA de forma casada ao acordo de associação da Refinaria Abreu e Lima, no Complexo Aeroportuário de Suape. Nesta quarta-feira (26), após assinatura de acordo definindo as bases de uma futura parceria na refinaria pernambucana, a Petrobras divulgou nota informando que continua realizando estudos técnicos referentes à exploração do Campo de Carabobo 1, na Faixa do Orinoco, mas que limitará sua participação acionária a 10% --a proposta anterior era de 40%.

Embora mais uma vez os contratos de parceria tenham sido adiados, Hugo Chávez disse que brasileiros e venezuelanos deveriam ter orgulho do acordo de associação firmado entre as petrolíferas.

"A relação entre Brasil e Venezuela passou a um novo nível de concreção", avaliou, em declaração à imprensa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, novamente mencionando projetos semelhantes já firmados com outros países, como Cuba e Nicarágua, entre outros.

"É uma visão estratégica", justificou. E mencionou o potencial energético da região: "A maior reserva do mundo de petróleo está na América do Sul, além de uma das maiores de gás e de recursos hídricos."

Crise sul-americana

Sem citar os Estados Unidos e o presidente norte-americano, George W. Bush, Chávez mencionou, no discurso, "forças muito poderosas" que tentam impedir a união sul-americana. "Queremos a paz. Apesar disso, temos que seguir alertas. Há poderosos interesses que querem desestabilizar nossa região", afirmou.

Chávez disse ainda que continua disposto a ajudar em um acordo humanitário na Colômbia, mas pediu que o presidente colombiano, Álvaro Uribe, pare de vincular o governo da Venezuela às Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).

Tal pedido, segundo o presidente venezuelano, já foi feito diretamente a Uribe três vezes, desde a reunião do Grupo do Rio, no começo deste mês, em Santo Domingo --logo após a reunião, Chávez retomou relações diplomáticas com o país vizinho e ordenou o retorno das tropas que havia enviado à fronteira com a Colômbia, depois do ataque militar colombiano a um acampamento das Farc em território do Equador.

Na entrevista coletiva concedida nesta quinta a jornalistas brasileiros e venezuelanos, Chávez também comentou a entrada da Venezuela no Mercosul, ainda pendente de aprovação pelo Senado brasileiro e pelo Congresso paraguaio.

Ele se disse otimista e deixou claro que a demora não impede projetos conjuntos da Venezuela com o bloco. "Estamos seguros de que haverá matrimônio, então já começamos o concubinato", comparou.

Na quarta-feira, em Recife, Hugo Chávez recebeu o título de cidadão pernambucano. Ontem, ele seguiu para o Maranhão e, antes de retornar à Venezuela, cumprirá agenda no estado do Pará.

Fonte: Folha Online

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Mitsubishi fecha fábrica na Austrália após 28 anos de produção

A fabricante de automóveis japonesa Mitsubishi fechou nesta sexta-feira sua fábrica na Áustrália, pondo fim a 28 anos de produção no país. A justificativa é a queda das vendas.

Fontes da empresa informaram que nesta quinta-feira foram entregues os últimos 380 veículos, dos quais três serão destinados à caridade e um quarto fará parte da exposição permanente do Museu Nacional do Motor, nesta cidade do sul da Austrália.

Dos quase mil funcionários da fábrica, 500 deixarão seus postos e outros 430 trabalharão no desmantelamento da fábrica, que está previsto para durar 12 meses.

A Mitsubishi adquiriu em 1980 da americana Chrysler a fábrica de Tonsley Park, em Adelaide, e, desde então, produziu mais de 1,1 milhão de veículos, dos quais cerca de 100 mil foram exportados.

Em 2005, a companhia cortou 350 postos de trabalho em Tonsley e fechou sua fábrica de Lonsdale, na mesma cidade, dedicada à fabricação de motores.

Antes de anunciar o fechamento da fábrica, a Mitsubishi anunciou que o lucro líquido da companhia caiu entre abril e dezembro do ano passado 54,4%, aos US$ 2,948 bilhões.

Fonte: Folha Online

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Movimentação de sal pelo Porto de Paranaguá cresceu 40%


Nos primeiros três meses deste ano, a movimentação de sal pelo Porto de Paranaguá cresceu 40%, se comparada com o mesmo período do ano passado. Até o dia 24 deste mês, 35.136 toneladas do produto foram importadas pelo terminal, contra 24.756 nos primeiros três meses de 2007. Mais da metade do sal bruto, que é refinado no Brasil, vem do Chile. A outra parte vem de estados do Nordeste, como o Rio Grande do Norte. Depois de manufaturado, o sal produzido em Paranaguá abastece os mercados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo.

Desde que a superintendência da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) baixou uma ordem de serviço, priorizando as atracações de navios carregados de sal, a importação do produto tem sido favorecida em Paranaguá. Em 2007, o Porto movimentou 234,9 mil toneladas de sal, registrando um crescimento de 70,73% em relação ao ano anterior.

A Romani S.A., que produz o Sal Diana, é a principal importadora de sal pelo Porto de Paranaguá. Segundo o diretor da empresa, Agenor Tavares, além da prioridade de atracação, a instalação das balanças nos portões de acesso à faixa portuária agilizaram as operações com o sal. “Com as balanças, temos suporte para agilizar o trabalho de descarga. Hoje, conseguimos desembarcar 14 mil toneladas de sal por dia. Há seis anos, antes dessas melhorias, conseguíamos descarregar, no máximo, três mil toneladas/dia”, conta. Para este ano, a expectativa da empresa – que está instalada há mais de 50 anos em Paranaguá – é aumentar sua movimentação em 20%.

Fonte: Umuarama Ilustrado

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Nova empresa brasileira começa a voar em 2009 com jatos Embraer


A nova empresa aérea brasileira que está sendo criada pelo presidente da companhia norte-americana JetBlue, David Neeleman, começará a operar vôos domésticos em janeiro de 2009, disse o executivo nesta quinta-feira (27), em São Paulo.

A companhia usará aviões da Embraer e terá seu nome escolhido pelos internautas, através do site www.voceescolhe.com.br. No dia 15 de abril, a companhia anunciará os dez melhores nomes sugeridos pelo público, quando vai ocorrer nova votação. Em 5 de maio, será anunciado o nome.

Apesar de ainda não ter autorização para voar no país, Neeleman disse acreditar que, em seis meses, a empresa irá conseguir o Certificado de Homologação de Empresa de Transporte Aéreo (Cheta). Ele afirmou que já ingressou na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) com pedido para autorização de vôo.

A empresa diz que, em cinco anos, pretende voar para as principais cidades do Brasil. Ele prometeu mais vôos sem escala entre as cidades brasileiras fora da rota Rio-São Paulo. Em relação aos preços, Neeleman diz que haverá flexibilidade.

“Nós pensamos que os preços estão altos demais”, diz. “Nossa meta é estimular os 150 milhões de passageiros em potencial que viajam em ônibus interestaduais, assim como aqueles que deixam de voar por não contarem com alternativas convenientes de transporte."

Ele anunciou a encomenda de 36 jatos Embraer 195, mais 20 aeronaves em opção de compra e outras 20 com direito a compra. O valor total da encomenda pode chegar a US$ 3 bilhões, caso todas as opções sejam confirmadas.

Até 2013, a companhia pretende servir as principais cidades brasileiras, com uma frota de 76 jatos da Embraer 195. As três primeiras aeronaves serão entregues em dezembro.

Na configuração escolhida pela nova empresa, os Embraer 195 terão 118 poltronas dispostas em quatro assentos por fileira, posicionados dois a dois, sem poltrona do meio.

A empresa diz que as aeronaves contarão com mais espaço entre as fileiras do que qualquer outra empresa aérea brasileira. Todos os assentos serão revestidos em couro ecológico. A nova empresa também quer ser a primeira na América Latina a oferecer TV ao vivo, em monitores individuais, através da instalação de um sistema via satélite.

Em relação aos serviços, a empresa diz que o passageiro poderá escolher a hora de comer e beber. Serão oferecidos bolachas, salgadinhos, doces e outros snacks.

Concorrência

Ele diz que a empresa está “preparada para a guerra”, por ser a segunda empresa mais capitalizada da história da aviação, com US$ 150 milhões, atrás apenas da Virgin.

“Estamos preparados para a guerra, mas não acredito que isso vá acontecer”, diz.

No início, devem trabalhar na empresa cerca de 400 pessoas. Mas, quando a companhia chegar a 70 aviões, serão até 6.000 pessoas.

“Acreditamos que há espaço para uma terceira empresa aérea de grande porte no Brasil. Acreditamos que há um potencial de tráfego não servido que permite a exploração do mercado tanto por nossa empresa como pelas concorrentes.”

Fonte: Gazeta do Povo

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27 março, 2008

Greve de auditores impede exportação de R$ 6 milhões

A greve de auditores fiscais começa a ter seus primeiros reflexos em Rio Preto.

A paralisação do posto da Receita Federal na Eadi (Estação Aduaneira Interior) desde terça-feira da semana passada já causou prejuízo de US$ 3,5 milhões (o equivalente a R$ 6,044 milhões), que deixaram de ser exportados.

Se a greve continuar até o final do mês, o prejuízo pode alcançar US$ 7 milhões (R$ 12,089 milhões), segundo o diretor da Eadi, Vivaldo Mason Filho.

Os auditores fiscais cruzaram os braços para retomar a negociação de reajuste salarial com o Governo Federal, que se arrasta desde agosto.

Na Eadi, só estão liberado para exportação frutas, frango, mudas e carga viva. “Foram prejudicados os exportadores de couro, móveis, confecções e indústria alimentícia”, explica Vivaldo.

Além da paralisação das exportações, produtos importados que chegaram após o início da greve estão armazenados nos galpões da Eadi. Segundo Vivaldo, cerca de 50 contêineres aguardam liberação da Receita.

Apesar de comercializar produto perecível, a Sertanejo Alimentos deixou de exportar pela Eadi de Rio Preto. Segundo a gerente de exportação Fernanda Albuquerque, durante a greve é mais fácil enviar os produtos pelo porto de Santos.

“Enviando diretamente para lá, se não houver conferência física, todo o trâmite é feito por técnicos, que não estão em greve”, justifica. Por mês, a empresa exporta de 120 a 150 contêineres.

A greve e suas conseqüências
Início
Desde a quinta-feira passada, a Receita Federal entrou em greve para forçar a retomada de negociação salarial iniciada em agosto do ano passado. A paralisação é por prazo indefinido

Atraso
Com a paralização dos auditores, ficam comprometidas exportações e importações. Os postos aduaneiros passam a operar com 30% do efetivo e entram em operação padrão

Preferências
Enquanto durar a greve, somente são despachadas cargas perecíveis (como alimentos), perigosas (como explosivos) e medicamentos

Em Rio Preto
A Eadi (Estação Aduaneira Interior) de Rio Preto também foi afetada pela greve. Segundo a assessoria de imprensa do porto seco, 40 contêineres deixaram de sair de Rio Preto. Se a greve continuar até o final do mês, o número pode subir para 60

Fonte: Bom Dia S. J. do Rio Preto

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Índia anuncia intenção de importar soja do Brasil


Com a escassez de óleo de cozinha e a alta inflação, a Índia busca no Brasil, o maior produtor de óleo de soja do mundo, uma solução para enfrentar a crise alimentícia.

"O Brasil tem força na agricultura. Estamos enfrentando uma crise no setor de alimentos, especialmente em relação ao óleo de cozinha. Temos que criar uma nova parceria entre a Índia e o Brasil", disse Kamal Nath, ministro do Comércio e Indústria, na reunião da Confederação da Indústria Indiana (CII), onde também estava presente Jorge Miguel, ministro brasileiro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

De acordo com Nath, o mundo está enfrentando uma crise alimentar, mas as pessoas só estão preocupadas com a crise no mercado de crédito subprime ou de alto risco nos Estados Unidos.

O governo indiano reduziu as tarifas de importação do óleo de palma e de outras variedades de óleo de cozinha, com exceção do óleo de soja, cujas as tarifas de importação sofreram cortes futuramente, com o intuito de melhorar o fornecimento no mercado interno.

Os preços dos óleos de cozinha subiram mais de 30% no varejo indiano durante os últimos meses.

Fonte: Gazeta Mercantil

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China importa quantia recorde de gasolina

A China registrou um recorde nas importações de gasolina, com o objetivo de aumentar o estoque doméstico de combustíveis, já que em agosto será realizado os Jogos Olímpicos de Pequim.

A PetroChina, segunda maior refinaria chinesa, comprou 100 mil toneladas de gasolina para abril. Essa foi a sua primeira aquisição em aproximadamente oito meses, tornando-se a empresa que realizou a maior compra até o momento. Já a Sinopec, principal refinaria do país, também está sondando o mercado para realizar possíveis importações.

O último recorde de importação de gasolina foi observado em setembro de 2007, registrando 80 mil toneladas. O governo chinês solicitou que as duas estatais petrolíferas aumentassem a produção doméstica e impulsionasse as importações, após aproximadamente dois meses de racionamento de diesel.

Fonte: Gazeta Mercantil

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Coréia do Sul terá déficit comercial em março

A Coréia do Sul provavelmente registrará déficit comercial, em março, pelo quarto mês consecutivo, por causa da alta dos preços internacionais do petróleo e dos grãos.

Um pesquisa da Dow Jones Newswires com oito economistas mostrou que as exportações vão crescer 17,3% no ano, em março, enquanto que as importações aumentarão 27,4%. O déficit comercial totalizará US$ 1,59 bilhão no período.

Em fevereiro, as exportações subiram 18,8% no ano, para US$ 31,16 bilhões, e as importações cresceram 27,6%, para US$ 32,41 bilhões, resultando num déficit de US$ 1,25 bilhão.

"O tão esperado impacto da desacelaração econômica dos Estados Unidos nas exportações globais não tem sido claro ainda, enquanto que as importações podem continuar a ser impulsionadas pela alta dos preços do petróleo e das commodities", disse Oh Suktae, um economista do Citigroup.

Os especialistas destacaram ainda que a taxa da inflação da Coréia do Sul acelerou em março, largamente impulsionada pelo salto da moeda no país e a alta global dos preços do petróleo e matérias-primas. Segundo eles, é provável que o banco central mantenha a taxa de juros inalterada no curto prazo apesar da política de pró-crescimento adotada pelo governo.

Mesmo com os recentes esforços do governo sul-coreano para cortar as taxas nos automóveis bicombustíveis, a sazonal alta nas mensalidades escolares e o aumento dos preços das principais commodities provavelmente impulsionarão os preços ao consumidor durante o mês, disseram os analistas.

Os economistas estimaram que o Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) subirá 3,8% no ano, em março, ante alta de 3,6% em fevereiro. Em janeiro, o índice aumentou 3,9%. De acordo com as estimativas, o índice subirá 0,8% no mês, em março - a alta mais rápida desde janeiro de 2005, quando aumentou 1%, depois de ter subido 0,4% no período anterior.

Fonte: A Tarde Online

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All Nippon Airways é 1ª a comprar novos jatos da Mitsubishi



A All Nippon Airways anunciou hoje que vai encomendar 15 aviões da Mitsubishi Heavy Industries por cerca de US$ 600 milhões, em um acordo que ajudara o projeto de construção do primeiro jato japonês de passageiros.

A ANA é a primeira companhia aérea a publicamente afirmar que vai comprar o planejado jato regional, que será capaz de transportar entre 70 e 90 passageiros e que competirá com modelos produzidos pela brasileira Embraer e a canadense Bombardier.

Dentro dos próximos dias, a Mitsubishi Heavy, maior fabricante de equipamentos industriais do Japão, deve anunciar a decisão final de lançar o projeto de 150 bilhões de ienes (US$ 1,5 bilhão), apelidado de Mitsubishi Regional Jet (MRJ).

"Decidimos que podemos assegurar mais confiabilidade, eficiência e conforto que o oferecido por nossa atual frota de jatos pequenos ou de turboélice", disse a ANA em comunicado em que anunciou a intenção de compra de 15 aviões, com opções para 10 mais.

A Mitsubishi Heavy informou que espera colocar o jato no ar até 2012 e vender 1 mil deles nos próximos 20 a 30 anos, conquistando um quinto da esperada nova demanda no mercado.

Em outubro, a Mitsubishi Heavy selecionou a Pratt & Whitney, a unidade de motores de aviões da United Technologies para fornecer os motores do jato. A Toyota, maior montadora de automóveis do Japão, também anunciou este mês que poderá investir no projeto.

Além disso, a Mitsubishi Corp , que tem laços históricos com a Mitsubishi Heavy, e a Sumitomo Corp, também informaram que estão considerando pedidos de investimento no projeto do novo jato.

Fonte: Invertia

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Vale já tinha US$ 71 bilhões para comprar a Xstrata

Apesar de não ter fechado a compra da Xstrata, a Vale já havia levantado, no mercado financeiro, US$ 71 bilhões para a operação, quase a totalidade do valor da oferta, estimado entre US$ 80 bilhões e US$ 90 bilhões. A afirmação, de uma fonte próxima às negociações, reforça a tese de que não foi por falta de fôlego financeiro que a operação não saiu do papel. Na segunda-feira, após três meses de negociação, a Vale anunciou oficialmente o fim das conversas para a compra da Xstrata.

Desde janeiro, a Vale tinha garantido com um grupo de oito bancos um empréstimo de US$ 50 bilhões para a operação. Mas, nas últimas semanas, outros nove bancos ofereceram à companhia brasileira um reforço de mais US$ 21 bilhões para financiar a compra da quinta maior mineradora mundial.

Segundo a fonte, o volume adicional deu respaldo à estrutura financeira da operação. Mas, o grande problema foram as divergências entre os interesses comerciais da Glencore e da Vale. Anteontem, o próprio presidente da mineradora brasileira, Roger Agnelli, afirmou que o “preço não foi o problema”. Para o executivo, o principal entrave às negociações foi mesmo a exigência da Glencore em obter os direitos sobre a comercialização de minérios, cláusula que a Vale não aceitava.

FREEPORT-MCMORAN

Com o fim das negociações, começam as especulações de que empresas seriam os novos alvos de compra da Vale. Segundo relatório do banco Goldman Sachs, a estratégia da Vale agora pode ser partir para a compra de grupos fortes em determinados produtos, como cobre, níquel e carvão. A mineradora americana Freeport-McMoRan, segunda maior produtora de cobre do mundo - atrás apenas da estatal chilena Codelco -, poderia ser um desses alvos.

Na segunda-feira, Agnelli, da Vale, disse realmente que os mercados de cobre e carvão são os que mais interessam à empresa no momento.

Fonte: O Estado de S. Paulo

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Petrobras vai pagar antecipação de juros sobre capital

A Petrobras informou hoje que vai pagar em 31 de março a segunda parcela de juros sobre o capital próprio aos acionistas donos de ações ordinárias ou preferenciais da estatal em 5 de outubro de 2007.

Segundo comunicado da empresa enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), com uma atualização pela taxa Selic, de R$ 0,0130 por ação, o valor valor total bruto a ser pago pela estatal passou para R$ 0,5130 por ação ordinária ou preferencial.

Hoje, as ações ordinárias da Petrobras tiveram alta de 1,04%, fechando a R$ 90,50, enquanto as preferenciais subiram 1,63%, para R$ 74,90.

Fonte: Invertia

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OceanAir acusa TAM e Gol de prática de dumping

Petrobras terá participação menor em campo na Venezuela


A Petrobras anunciou uma redução na sua participação no empreendimento conjunto com a estatal venezuelana PDVSA para exploração de petróleo no campo de Carabobo 1, na Faixa do Orinoco.

De acordo com uma nota divulgada nesta quarta-feira (26), durante visita do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, ao Brasil, a Petrobras terá no máximo 10% no projeto, e não mais 40% como foi anunciado anteriormente. A PDVSA terá 60%, e os restantes 30% serão decididos por meio de licitação.

O empreendimento de Carabobo é a contrapartida à refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco, que também deverá ser de propriedade conjunta das duas petroleiras, numa proporção de 60% da Petrobras e 40% da PDVSA.

Depois de se reunir por mais de duas horas com Chávez no palácio do governo de Pernambuco, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu às 20h30 que os dois não falariam com a imprensa nesta quarta-feira à noite, como previsto, e marcaram uma entrevista coletiva para a manhã desta quinta-feira.

Fonte: Folha Online

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Gol lança promoção com passagens a R$ 46



A Gol anunciou ontem a promoção com passagens a partir de R$ 46. O período de compra começa nesta quinta-feira e termina no próximo domingo. A tarifa promocional é válida apenas para viagens de ida e volta com permanência mínima de duas noites, realizadas entre 28 de março e 28 de maio.

Segundo a companhia aérea, há bilhetes da promoção para os 50 destinos que a empresa atende no Brasil. As passagens com preços promocionais podem ser adquiridas pelo site da Gol (www.voegol.com.br) e outros canais de venda, como telefone, lojas da Gol e agências de viagem, em qualquer horário.

A tarifa pode ser combinada com uma de mesmo valor, mas está sujeita à disponibilidade de assentos nos aviões e não é válida para viagens durante feriados, férias escolares ou para destinos que promovam grandes eventos esportivos e religiosos.

Mais informações com as regras da promoção estarão disponíveis no site da Gol após a meia-noite de hoje ou pelo telefone 0300 115 2121.

Fonte: Invertia

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26 março, 2008

Superávit comercial japonês cresce 0,9% em fevereiro

O superávit comercial do Japão em fevereiro subiu 0,9% em relação ao ano anterior, marcando o primeiro aumento em quatro meses, disse o Ministério das Finanças nesta quarta-feira.

O superávit aumentou para 970 bilhões de ienes (US$ 9,69 bilhões). Os dados estão bem abaixo da alta estimada pelos analistas de 16,8%, para 1,123 trilhão de ienes (US$ 11,22 bilhões).

As importações cresceram 10,1% no ano, para 6,01 trilhões de ienes (US$ 60,06 bilhões), enquanto que as exportações subiram 8,7%, para 6,98 trilhões de ienes (US$ 69,76 bilhões).

O superávit comercial japonês com os Estados Unidos caiu 13,3%, para 696,9 bilhões de ienes (US$ 6,96 bilhões), representando o sexto mês seguido de declínio.

O superávit comercial com as nações asiáticas, incluindo a China, saltou 104,8%, para 922,2 bilhões de ienes (US$ 9,22 bilhões), subindo sete meses eguidos.

Fonte: A Tarde Online

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Anac vai fechar aeroportos do País em situação crítica


A presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Solange Paiva Vieira, revelou hoje em audiência pública na Câmara do Deputados que está em curso um amplo levantamento sobre as condições de funcionamento de todos os aeroportos do País, especialmente os de médio e pequeno portes. Segundo ela, o órgão vai determinar o fechamento dos terminais que estiverem em estado "crítico" até que cumpram as exigências da Anac. O alvo do grupo de trabalho são os aeroportos que não estão entre os 67 administrados pela Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero).

Solange Paiva não informou quantos aeroportos serão vistoriados, mas disse que a maioria é administrada por governos estaduais e prefeituras. Segundo a presidente da agência, os terminais de menor porte de cidades distantes no Norte, Nordeste e Centro Oeste são os mais precários. "As regiões que mais precisam de aviões são as que têm mais problemas", afirmou. "O fechamento dos aeroportos vai começar a acontecer. Alguns problemas são administráveis. Outras questões são críticas e não permitem que o aeroporto funcionem."

Segundo ela, os problemas não são tanto de segurança de vôo, como más condições das pistas, mas de falta de estrutura física nos aeroportos, por exemplo, ausência de raio x e outros equipamentos sem os quais os aeroportos não podem funcionar por determinações de normas internacionais de aviação civil seguidas pelo Brasil. Ela pediu a colaboração dos parlamentares para estudar a flexibilização da lei brasileira em relação às exigências feitas aos aeroportos médios e pequenos.

A audiência pública na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara foi convocada para debater a segurança do aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo. Solange anunciou que todos os pilotos que operam em Congonhas terão que passar por treinamento específico, como ocorre no aeroporto Santos Dumont, no Rio.

Inicialmente, Solange disse que as empresas aéreas tiveram prazo de 120 dias para treinar os pilotos, mas que pediram mais tempo. No fim da audiência, a presidente da agência informou que os treinamentos começarão no mês que vem. A exigência de treinamento faz parte, segundo ela, de uma série de medidas tomadas depois do acidente com o Airbus da TAM, em 17 de julho passado, quando morreram 199 pessoas.

Airbus da TAM

Para o chefe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), brigadeiro Jorge Kersul Filho, um dos treinamentos mais importantes é para arremetidas, quando os pilotos forçam uma nova subida, por detectarem algum problema na hora do pouso. Segundo Kersul, as investigações do acidente da TAM indicam que uma arremetida do Airbus A-320 poderia ter evitado o acidente. No entanto, disse, os pilotos não tentaram fazer a manobra.

De acordo com o brigadeiro, o relatório final sobre as causas do acidente deverá ficar pronto em julho deste ano. Ele disse que não foi possível avançar na investigação sobre a posição inadequada de uma das manetes - alavancas que funcionam como a marcha do avião - do Airbus acidentado. O quadrante (base) das manetes foi encontrado e analisado, mas não permitiu concluir se a posição de aceleração, quando deveria estar em posição de desaceleração, foi decorrente de falha do piloto ou de um erro de interpretação do computador da aeronave.

Fonte: A Tarde Online

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BR-040 revela desprezo pela vida do cidadão


Uma das rodovias mais movimentadas e vice-campeã em mortes em Minas Gerais, a BR-040, que liga Belo Horizonte a Brasília e ao Rio de Janeiro, está abandonada há quase quatro meses. Desde dezembro, nenhum serviço de manutenção é feito, o que deixa a pista praticamente intransitável em vários trechos e expõe a população a acidentes. O problema atinge 509 quilômetros da estrada, o que corresponde a 67% dos 745 quilômetros administrados pelo Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit). Os contratos com as empreiteiras que faziam os serviços venceram, mas o órgão não contratou outras para substituí-las. Na melhor das hipóteses, a situação só deve se normalizar a partir de junho, o que deixa todos que trafegam pela rodovia à mercê da sorte.

As informações sobre a situação da rodovia são do próprio Dnit, que repassou ao Estado de Minas a relação dos trechos sem conservação. A maior parte deles se concentra na rota BH-Brasília, cujo movimento chega a 10 mil veículos por dia. O descaso começa no km 0, divisa de Minas com Goiás, e vai até o 423, em Curvelo, na Região Central (veja mapa na página 22). Dali até a capital mineira, a manutenção vem sendo feita, mas o excesso de remendos no asfalto dificulta o tráfego. Além disso, a pista está sendo duplicada entre Sete Lagoas e o trevo de Curvelo, o que exige ainda mais atenção.

Em direção ao Rio, mais 86 quilômetros de pista, com fluxo diário de 15 mil veículos, cerca de 40% caminhões, estão relegados à sorte, entre a capital e Conselheiro Lafaiete. O Dnit cuida apenas do trecho entre Lafaiete e Juiz de Fora, com 127 quilômetros, pois os demais 69, até a divisa com o Rio, estão sob responsabilidade de uma concessionária privada.

Além de escoar boa parte da produção mineira, a BR-040 é a segunda mais movimentada e violenta do estado. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), foram 4.062 acidentes no ano passado, com 1.983 feridos leves e 721 graves. O número de mortos (197) só é menor que o registrado na BR-381 (284), considerada a rodovia da morte, entre a capital e Governador Valadares.

Desde fevereiro, o EM denunciou duas vezes a precariedade entre BH e Lafaiete. No trecho, os buracos obrigam o motorista a trafegar na contramão, caso não queira sofrer acidentes ou estourar os pneus. Pontes e viadutos não têm guarda-corpo e, em vários pontos, a sinalização está encoberta por poeira e mato. Não por acaso, a rota concentra quase um terço das mortes registradas na rodovia em 2007.

O caminho para Brasília não fica atrás. Em alguns pontos, como entre João Pinheiro e Paracatu, na Região Noroeste, policiais rodoviários, para evitar tragédias, fizeram um tapa-buracos às vésperas da semana santa. Segunda-feira, a equipe do EM percorreu outro segmento e constatou o drama de quem precisa usar a 040. Os 54 quilômetros entre o trevo de Curvelo e Felixlândia viraram pista de rali.

Logo no km 414, uma sucessão de buracos toma todas as faixas e, ao motorista, resta ziguezaguear na contramão. Dois quilômetros adiante, no sentido BH, a sinalização horizontal está apagada. Como não há sinalizadores noturnos, dirige-se às cegas depois do pôr-do-sol. No km 405, o cenário é de bombardeio. São tantas as crateras que sobra apenas o acostamento, em desnível, para o trânsito. “A estrada está uma vergonha, não é?”, aproxima-se o caminhoneiro Carlos Múcio de Oliveira, de 54 anos, que conhece bem o trecho. “A situação já não era boa e piorou muito com as chuvas. Na semana passada, um colega passou três dias acampado aqui, porque quebrou o eixo numa dessas ‘panelas’”, conta.

À beira da tragédia

O que se vê nos kms 404, 401, 398, 395 e 391 é a repetição do descaso. Em viagem para Três Marias, o policial militar Marcelo Machado, de 46, foi obrigado a parar na beira da estrada com os dois filhos, a mulher e os sogros, para trocar o pneu rasgado na buraqueira. “Desde o ano passado, é a segunda vez que isso ocorre. Dá vontade de não passear mais. O asfalto deve estar assim porque os políticos vão para Brasília de avião”, criticou.

Cem metros adiante, outra vítima. Além de furar o pneu no mesmo local, o funcionário público Willian Kaizer, de 19, bateu no veículo do pai, que seguia à frente. “Tentei desviar de uma loca, caí em outra e não consegui frear a tempo. Felizmente, foi só um pequeno amassado, mas poderia ser uma tragédia”, resumiu ele, que também é reincidente. Na viagem de ida a Juiz de Fora, os buracos já haviam rasgado um de seus pneus. “Tive que comprar um novo, que custou R$ 220. Agora, terei que gastar mais R$ 600 para acionar o seguro e consertar a lataria”, reclamou, acrescentando que estudará um pedido de compensação à Justiça.

Marcelo e Willian seguiram em frente. Passaram na ponte sobre o Ribeirão das Almas, perto de Felixlândia, que, como o viaduto homônimo, em Congonhas, não tem mais muretas de proteção. Trinta e dois metros delas caíram e o que restou está escorado por gravetos. Enfrentaram ainda turbulência nos kms 389, 388, 387, 384, 381, 378, 377, 376, 371 e 369, ponta final do trecho. Dificilmente, viram a placa que anuncia a chegada a Felixlândia, encoberta pelo mato.

Procurado pelo EM, o Dnit informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que aguardava a aprovação do Orçamento-Geral da União (OGU) para abrir licitação e contratar empreiteiras para a manutenção. Justificou que, sem isso, não havia garantia de recursos para dar continuidade à conservação. O OGU foi votado no início do mês pelo Congresso e quatro editais foram publicados. A previsão é de que os consertos só comecem em junho, se a liberação de recursos não atrasar os procedimentos.

A assessora de Política Fiscal e Orçamentária do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), Eliana Graça, diz que faltou planejamento. Segundo ela, o governo, de fato, não tem como usar recursos de 2008 antes da aprovação do Orçamento. Mas poderia recorrer às sobras do exercício anterior, os chamados restos a pagar, para manter os serviços. “Se os contratos venciam em dezembro, deveria ser feita uma previsão, no orçamento de 2007, para garantir a continuidade. No caso das rodovias, há uma série de coisas em jogo, entre elas vidas humanas”, afirma.

Fonte: Uai Estado de Minas

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Coréia do Sul reduzirá tarifas de importação de petróleo

O Ministério de Estratégia e Finanças da Coréia do Sul anunciou hoje que reduzirá as tarifas sobre as importações dos quatro produtos derivados do petróleo, incluindo a gasolina, como parte das medidas urgentes para aliviar a crescente pressão inflacionária que afeta os consumidores e companhias.

O governo revelou que cortará de 3% para 1% as tarifas impostas às importações de gasolina, querosene, diesel e óleo pesado. A redução entrará em vigor a parte de abril e elevará a competitividade do mercado local.

Neste sentido, as autoridades sul-coreanas estão pressionando quatro companhias locais, que dominam a indústria de refinaria no país, para que reduzam os preços dos produtos de petróleo a longo prazo. O movimento é parte dos esforços do governo sul-coreano para conter a inflação, principalmente após os aumentos nos preços do petróleo e de outras matérias-primas.

Fonte: Gazeta Mercantil

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Skaf convence OceanAir a retomar atuação em Bauru


A entrada do presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp), Paulo Skaf, na luta pela manutenção de vôos regulares entre Bauru e São Paulo surtiu os primeiros efeitos positivos para a cidade e região: ele conseguiu convencer a OceanAir a operar a linha, que pode ficar sem a Pantanal a partir do dia 21 de setembro se não regularizar sua situação perante a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Ontem, o presidente da OceanAir, German Efromovich, confirmou pessoalmente a Skaf a decisão de colocar sua empresa à disposição da Anac para assumir a rota, caso a Pantanal não tenha sua concessão renovada.

O Jornal da Cidade falou diretamente na sede da presidência da Fiesp em São Paulo, ontem, para obter a informação sobre o acerto com a OceanAir. A negociação se desenrolava há vários dias, desde o primeiro contato de Skaf com a empresa e imediatamente após o presidente da Fiesp ter convencido seus pares em Bauru de que o melhor caminho seria, inicialmente, tentar a via negociada e não uma ação na Justiça. Outras empresas, como a Gol e a TAM, também foram contatadas neste processo de convencimento.

Conforme informações de Ricardo Viveiros, jornalista chefe da assessoria da presidência da Fiesp, Paulo Skaf sensibilizou-se pela situação não apenas em função da mobilização do empresariado, classe que utiliza regularmente aviões de carreira, mas também por saber que Bauru e região têm centros médicos de excelência - como o Centrinho (em Bauru) e o Hospital Amaral Carvalho (em Jaú) - que recebem pacientes de todo o País, além das demais demandas existentes, como por exemplo na área educacional e de executivos de empresas públicas e privadas, entre outras áreas da sociedade usuárias do transporte aéreo.

Negociações

Uma parte importante do problema pode estar resolvida com a aceitação da ceanAir. Agora, é preciso aguardar o desfecho de negociações que a Pantanal (atual titular da rota) realiza com a Anac para se regularizar. Posteriormente ou concomitantemente, a agência reguladora deverá analisar a disponibilidade da OceanAir para decidir quem vai operar no aeroporto Moussa Tobias. O fato é que não será por falta de empresa interessada que Bauru perderá seus vôos diários para São Paulo e vice-versa.

A OceanAir operou vôos regulares na rota Bauru-Araçatuba-São Paulo de junho do ano passado até a primeira quinzena de fevereiro deste ano, conforme divulgado pelo JC. Na ocasião, a alegação da empresa para a interrupção de suas atividades no aeroporto Moussa Tobias foi um projeto de reestruturação de sua malha aérea. Antes da OceanAir, a BRA e a Air Minas já haviam deixado de operar na cidade, restando apenas os vôos regulares da Pantanal Linhas Aéreas.

Paralelamente a todas as manobras jurídicas e políticas em torno da manutenção de vôos regulares na rota Bauru-São Paulo partindo do aeroporto Moussa Tobias, a empresária e presidente do Bauru Convention & Visitors Bureau, Michele Obeid, reitera que a empresa regional Trip Linhas Aéreas foi a única até o momento a pedir, oficialmente, à Anac a autorização para operar uma rota que inclui Bauru.

A assessoria de imprensa da Trip não se manifestou sobre o assunto e a agência reguladora reafirmou à reportagem, ontem, que desconhece tal pedido.

Fonte: Jornal da Cidade de Bauru

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Hainan Airlines triplica seu lucro líquido de 2007

A Hainan Airlines, quarta maior empresa aérea da China, informou hoje que seu lucro líquido quase quadruplicou em 2007, devido ao boom da indústria doméstica e a forte valorização da moeda chinesa.

O lucro líquido da companhia atingiu 651,4 milhões de iuanes (US$ 91,7 milhões) ou 0,18 iuane por ação, registrando um forte aumento em relação aos 166,8 milhões de iuanes ou 0,06 iuanes obtidos em 2006. A receita operacional cresceu 6,1% em 2007, em termos anuais, para 13,6 bilhões de iuanes.

A empresa transportou um total de 14,5 milhões de passageiros no ano passado, um aumento de 0,7% em relação a 2006. Entretanto, o volume total de carga transportada declinou 0,5%, para 197.800 toneladas.

A China, segundo maior país em transporte aéreo do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, obteve uma melhora na rentabilidade da sua indústria de aviação civil em 2007, já que a capacidade de transporte expandiu, a demanda aumentou e a moeda local foi valorizada. A Hainan Airlines planeja elevar o volume de passageiros em 16% neste ano, para 16,75 milhões.

Fonte: Gazeta Mercantil

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Petrobras importou US$ 1 bi em petróleo e derivados


O diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras, Paulo Roberto Costa, admitiu hoje que a estatal deverá registrar um déficit de até US$ 850 milhões em sua balança comercial no mês de março, por conta de uma importação extra de US$ 1 bilhão em barris de petróleo e derivados. Segundo ele, esta importação foi necessária para suprir o crescimento da demanda do diesel, nafta e do QAV, que foram superiores às expectativas da empresa nos três primeiros meses do ano.

Segundo ele, no primeiro trimestre do ano, o QAV teve um aumento de 4% no seu consumo, o diesel de 8% e a nafta em torno de 3%. "Foi um aumento substancial", afirmou, em entrevista, após participar de solenidade no Rio. Costa completou que o aumento na importação terá o impacto apenas neste mês de março.

Ao longo do ano, segundo ele, a entrada em operação de novas plataformas de produção, além do alcance do pico das operações de unidades que entraram em atividades no final do ano passado, deve contribuir para que a Petrobras feche o ano com superávit. "No ano passado tivemos um superávit de US$ 72 milhões. Acreditamos que o aumento da produção deste ano deva impulsionar a um crescimento deste superávit no final do ano. Este incremento deverá garantir isso, apesar do aumento da demanda", afirmou.

Indagado sobre as declarações do presidente da Repsol no Brasil e também presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP), João Carlos de Lucca, sobre o preço do combustível no Brasil, Costa disse que "nada poderia comentar sobre o assunto", antes de conversar diretamente com o executivo. O executivo, que também comanda a Repsol-YPF no país, revelou que este ano a Refap, refinaria em que a empresa hispano-argentina possui participação de 30%, tem apresentado resultados não positivos. De acordo com ele, a refinaria recebeu investimentos recentes de US$ 1 bilhão. Somente na modernização para produção de gasolina foram R$ 650 milhões já autorizados pela companhia.

"Eu li os comentários pelos jornais e prefiro não fazer qualquer declaração antes de entrar em contato com ele", disse. Ele voltou a repetir o discurso da estatal de que a companhia vem analisando os preços do petróleo no mercado internacional e analisando a possibilidade de ajuste nos preços da gasolina e do diesel. "Nós avaliamos isso dia-a-dia. Mas obviamente temos que ver qual o reflexo que isso pode causar no consumo de gasolina. Obviamente quando houver a necessidade (de reajuste), nós vamos fazer", disse.

Fonte: A Tarde Online

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Ford vende Jaguar e Land Rover para a Tata Motors

A Ford fechou por US$ 2 bilhões a venda da Jaguar e da Land Rover, suas duas marcas de luxo, para a montadora indiana Tata Motors. O negócio vai colocar nas mãos da fabricante do carro mais barato do mundo, o Nano, que custa o equivalente a R$ 4,5 mil, duas das marcas mais tradicionais do Reino Unido.

Com isso, a Tata Motors, do magnata Ratan Tata, um dos empresários mais importantes da Índia e que enxerga longe, vai se tornando também uma gigante da indústria automobilística. A montadora, agora, passa de prima pobre a nobre, e vai circular nas rodas mais populares e também nas mais luxuosas do mundo.

US$ 12,7 bilhões de prejuízos

A Ford optou pela negociação com a Tata Motors porque ela tem experiência no mercado e capital para investimento. A montadora norte-americana preferiu se desfazer das duas marcas inglesas para cobrir prejuízos recordes de US$ 12,7 bilhões no ano passado.

A decisão de vender as marcas inglesas foi uma estratégia da Ford de se concentrar no mercado americano. A empresa quer se tornar mais enxuta e competitiva.

A Jaguar foi comprada pela Ford em 1989, por US$ 2,5 bilhões. A Land Rover veio no ano seguinte, por US$ 2,75 bilhões. Agora, elas vão ser vendidas por US$ 2 bilhões, menos da metade do valor pago pelas duas. A idéia é recuperar as perdas dos últimos anos, que quase levaram a montadora americana à falência.

Tata Motors

A negociação vira os holofotes para uma empresa que vai aos poucos se tornando uma gigante da indústria automobilística. A Tata Motors é um dos braços do grupo Tata, cujo conglomerado conta com indústria de aço, montadora de caminhões, e fábricas de software, que fatura US$ 48 milhões por ano.

O Nano é pequeno, feito sob medida para bolsos do tamanho dele. Custa cerca de R$ 4,5 mil na Índia, o mesmo valor só do sistema de som implantado em um Land Rover. A Jaguar e a Land Rover têm máquinas luxuosas, que cabem no orçamento de poucos mortais. Mas, agora, todos vão sair do mesmo forno, sem discriminação.

Fonte: G1

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Cabos subaquáticos precisam ser instalados até setembro

Ontem à tarde, no auditório do Ministério Público de São José do Norte, o coordenador da assessoria técnica da Secretaria do Estado de Infra-estrutura e Logística, Edmundo Fernandes da Silva, apresentou os projetos previstos para a passagem do pórtico do dique seco e a saída da plataforma oceânica P-53 sob os cabos de transmissão de energia elétrica de São José do Norte, situados junto ao Superporto.

Segundo ele, a comunidade nortense não tem com o que se preocupar, uma vez que o fornecimento de energia não será cortado em momento algum. Para tanto, a secretaria estadual, através da CEEE e da Superintendência do Porto do Rio Grande (SUPRG), já trabalha na primeira etapa do projeto: troca dos atuais condutores por outros mais leves e maleáveis, que permitem ser esticados, possibilitando o tracionamento dos cabos e, conseqüentemente, a passagem do pórtico do dique seco que mede cerca de 85 metros de altura.

Com a ação, os cabos chegarão a 100 metros de altura. A operação está prevista para os dias 10 e 20 de abril. "Trata-se de uma medida paliativa para a entrada do pórtico até a instalação definitiva dos cabos subaquáticos, que devem estar prontos até os primeiros dias de setembro, quando está prevista a saída da P-53 do Porto Novo", explica ele, contando que em outubro, o dique seco do Rio Grande também deverá receber sua primeira plataforma para manutenção.

Caso os cabos subaquáticos não estejam prontos até setembro, será preciso retirar a rede de transmissão (em poucas horas) para que a plataforma passe pelo local. No entanto, o corte no fornecimento de energia acarretará num investimento por parte da CEEE de R$ 5 milhões, que acabará inutilizado assim que a companhia conclua a colocação dos cabos subaquáticos. "A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) não permite que a comunidade seja prejudicada pelo corte do serviço por motivos de interesse econômico. A CEEE corre o risco de perder a concessão do fornecimento de energia no Estado caso não faça esta obra emergencial, necessária apenas se os cabos subaquáticos não estiverem instalados e em operação até a saída da P-53", explica Edmundo Silva.

O projeto secundário prevê a instalação de quatro grupos de geradores: um na área urbana de São José do Norte, outro no KM 27, a terceira no KM 41 e a última na área urbana de Bujuru. "Estamos fazendo de tudo para que este plano não precise ser operacionalizado. Será um gasto desnecessário muito grande que o Rio Grande do Sul terá que arcar com algo, justamente, numa época em que os cofres do Estado estão defasados", argumenta o coordenador, lembrando que a secretaria está fazendo o possível para criar outras alternativas, visando à solução deste problema. Hoje, o custo da linha aérea é de U$ 54 o MWh; com o sistema dos quatro grupos de geradores, este valor passará para U$ 219 o MWh, cerca de quatro vezes mais caro. A diferença entre os dois procedimentos não será custeada pela Anaeel, e sim pelo governo do Estado.

Além de técnicos da CEEE, a audiência pública contou ainda com a presença do representante da SUPRG, WTorre, Prefeitura Municipal de São José do Norte e Rio Grande, além do Corpo de Bombeiros, 6º Grupo de Artilharia de Campanha, Banrisul e Banco do Brasil.

Cabos subaquáticos
Os cabos subaquáticos precisam ser instalados até setembro, para que o Estado não gaste com este projeto emergencial de R$ 5 milhões. O motivo é a passagem da P-53 que, após concluída, terá cerca de 116,5 metros de altura. Os cabos tracionados chegam, no máximo, aos 100 metros de altura. "A instalação dos cabos subaquáticos é a melhor forma de garantir a atracação e passagem de grandes embarcações. Trata-se de um projeto definitivo que permitirá o crescimento do Porto do Rio Grande", defende Edmundo Silva.

Para a instalação da linha de transmissão sob a água - de 69KV -, São José do Norte ganhará uma subestação de energia elétrica. O cabo subaquático será colocado no mesmo trecho onde atualmente encontram-se os cabos aéreos. Os novos chegarão ao Tecon via aérea, quando serão mergulhados, estendendo-se até a nova subestação, junto à área urbana de São José do Norte. As equipes irão trabalhar na abertura de uma fenda no fundo do canal, quatro metros abaixo do calado previsto com o aprofundamento do canal, que terá 18 metros no total. A própria ação das ondas deverá enterrar os cabos.

De acordo com Edmundo Fernandez Silva, a obra dos cabos sob a água levará aproximadamente 120 dias para ser concluído. O projeto está em fase de licitação, e seu edital deverá ser publicado nos próximos dias e o contrato assinado nos próximos 75 dias. A obra deverá custar cerca de R$ 20 milhões.

Por que é preciso trocar os cabos de transmissão
Os cabos de transmissão precisam ser trocados devido à limitação em sua altura, a impossibilidade de aumentar a altura da rede através das estruturas atuais e as limitações mecânicas para o tracionamento dos condutores. Atualmente, o eixo possui 67 metros de altura. Chamado de Atendimento da Qualidade ao Município de São José do Norte, o projeto prevê soluções temporárias e definitivas para os cabos de transmissão de energia elétrica que atravessam o canal, desde o Tecon até o território nortense. Os principais objetivos da mudança no fornecimento do serviço são a expansão portuária, melhorias na qualidade de energia oferecida a São José do Norte e a integração do Município ao projeto de expansão portuária do Porto do Rio Grande.

Fonte: Jornal Agora

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Porto retoma embarque de bovinos


Após um ano sem realizar exportação de bovinos, o Porto do Rio Grande retoma a operação, devendo o embarque dos animais se iniciar amanhã, 27. A empresa Vanzin Serviços Aduaneiros, responsável pelas operações de bovinos no Porto do Rio Grande, prevê o carregamento de cerca de 7 mil animais. A carga será embarcada no navio-curral Almawashi, de bandeira panamenha. Desde 2005, quando começaram as exportações de bovinos, já foram exportados cerca de 120 mil animais.

Este ano, a empresa Angus Trading retomou a compra do gado gaúcho destinado à exportação. Os bovinos, adquiridos no Rio Grande do Sul, serão exportados vivos para atender as exigências do Líbano. A carga, que tem como finalidade a engorda e o abate, deve levar cerca de 20 dias para chegar ao porto de Beirute.

A operação que acontecerá no cais do Porto Novo deverá durar cerca de 24 horas. Até o dia do carregamento, os bovinos ficarão confinados em uma propriedade rural localizada na Quinta para posteriormente serem transportados em caminhões até o local de embarque. Com o confinamento de toda a carga em Rio Grande, ao contrário das outras vezes, a operação ganhará maior agilidade.

O superintendente do Porto do Rio Grande, Sinésio Cerqueira, comemorou a retomada dos embarques observando que esse tipo de operação não é só boa para o porto, mas também para a economia do Estado, principalmente da Metade Sul. “Queremos retomar as operações e voltarmos a ser um dos maiores exportadores de bovinos do País”, salientou Cerqueira.

Fonte: Jornal Agora

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25 março, 2008

Açúcar e exportações puxarão álcool

Ainda sem um grande mercado exportador e com a perspectiva de novo aumento na produção de álcool, o preço do litro do combustível nas bombas dos postos deve continuar baixo em comparação com a gasolina, mas a diferença vai cair. É o que afirma o consultor Luiz Carlos Correa Carvalho, que também é vice-presidente da Abag (Associação Brasileira de Agribusiness).

De acordo com ele, o preço do álcool, que chegou a representar 45% do valor cobrado pela gasolina, deve ficar estabilizado em cerca de 60%.
"A curva de volatilidade deve ser menor, ficando entre 60% e 65%, para remunerar o produtor. Dificilmente, teremos preços tão ruins como na última safra", afirmou o consultor.

Isso deve ocorrer porque, embora ainda tímidas, as previsões apontam para crescimento das exportações, e o açúcar deve recuperar preço.
"O diferencial será a exportação para os Estados Unidos a partir de maio, por causa do preço alto da gasolina lá, cujo mercado flutua", disse.

O valor da gasolina nos EUA em alta deve abrir uma oportunidade para o produtor brasileiro. "As exportações para a Europa também devem aumentar", disse Carvalho.

Atualmente, a tonelada de cana-de-açúcar é vendida por cerca de R$ 35, abaixo da média histórica (de R$ 40 a R$ 45) e do valor praticado há pouco mais de um ano (R$ 55), mas já está acima do cobrado no fim de 2007 (R$ 32).

"A perspectiva de preço para o álcool não é boa. O carro flex é uma invenção extraordinária para o consumidor e provocou a concorrência entre álcool e gasolina. Se o produtor aumenta o preço do álcool, o consumidor usa a gasolina", afirmou Bernardo Biagi, presidente das usinas Batatais e Lins.

Fonte: Folha de S.Paulo

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Instrumento musical brasileiro para exportação

Os fabricantes de instrumentos musicais brasileiros estão finalmente usando a reconhecida fama do “País do carnaval” em prol dos negócios. Produtores de peças de percussão, baterias e de acessórios musicais estão aproveitando o interesse dos estrangeiros pela cultura do Brasil - além da forte presença de comunidades de brasileiros no exterior - para crescer também com exportações.

“A indústria se adaptou e conseguiu achar um lugar no mercado, principalmente em países da Europa e Japão, onde a cultura brasileira é cada vez mais conhecida e apreciada”, diz o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Instrumentos Musicais e de Áudio (Anafima), Anselmo Rampazzo. Segundo ele, esse espaço foi conquistado graças a investimentos em tecnologia, novos materiais e profissionais qualificados, já que os compradores europeus são mais exigentes.

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) estima um crescimento médio de 20% no volume de negócios feitos no exterior nos últimos anos. Desde 2005, a entidade mantém um programa de estímulo à exportação dos instrumentos musicais nacionais. Segundo o gestor do projeto, Bruno Amado, o resultado positivo ocorre porque as empresas brasileiras não competem por preço. “O País está tentando se posicionar entre os europeus e os chineses, com produtos de maior qualidade.”

O empresário Enrique Carlessi, da Luen Instrumentos Musicais, começou a exportar há quatro anos. Até então, sua empresa vendia apenas no Brasil. Com crescimento de 20% a cada ano, as exportações já são responsáveis por uma fatia de 10% das vendas totais. “O mercado externo não tem tanta sazonalidade quanto o doméstico. Além disso, lá fora eles prezam muito a qualidade, o que nos faz investir em novos produtos, design e material.”

Hoje, instrumentos como surdo, tantã, pandeiro e tamborim fabricados pela empresa de Cajamar (SP) estão na Espanha, Alemanha e Holanda. Os primeiros clientes, diz o empresário, foram grupos de brasileiros radicados nesses países. Depois, vieram contratos com empresas e distribuidores locais, de maior porte.

Na fabricante de acessórios para microfones Sabra Som, atualmente 60% da produção é exportada para Japão, Alemanha e Portugal, entre outros países. A relação custo-benefício do produto brasileiro, segundo a proprietária Liza Winter, atrai os compradores estrangeiros. “Eles associam nossos instrumentos a algo de qualidade, diferente do que ocorre com o material feito na China”, diz.

Segundo Rampazzo, da Anafima, os instrumentos brasileiros são usados em carnavais de cidades como Tóquio e Frankfurt, além das festas típicas dos países. A cidade alemã sediou, há duas semanas, uma das maiores feiras do setor, a Musikmesse. Dez empresas brasileiras participaram do evento, com apoio da Apex. “A maioria das companhias do setor são pequenas e médias, e, com a feira, passaram a ter chance de fazer negócios também no exterior e se fortalecer”, diz o presidente da associação.

MERCADO INTERNO

Enquanto aproveitam o boa receptividade de seus produtos lá fora, os fabricantes tentam conquistar mercado também no Brasil, onde o índice de crescimento das vendas é baixo. Uma das saídas para isso, diz Rampazzo, é instituir a obrigatoriedade do ensino de música nas escolas brasileiras. “Na China, onde o ensino é obrigatório, a indústria de violino - um dos instrumentos mais populares naquele país - está cada vez mais desenvolvida”, afirma.

NÚMEROS

20% é o crescimento médio das exportações de instrumentos
nos últimos anos

US$ 30 milhões é a soma das vendas de empresas brasileiras
ao exterior em 2007

25% dos instrumentos exportados são de sopro

Fonte: O Estado de S. Paulo

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