28 dezembro, 2007

Metrô recorre, mas paga R$ 92,3 mi a consórcio

Apesar de não concordar com a cobrança e ter recorrido à Corte de Arbitragem da Câmara Internacional de Comércio de Paris, o Metrô já pagou R$ 92,3 milhões de uma dívida de R$ 180 milhões ao Consórcio Via Amarela, responsável pela construção da Linha 4-Amarela. O depósito na conta bancária da empresa foi feito no dia 7 de dezembro, dez dias depois de o governo do Estado ter recorrido à Câmara Internacional. Na resolução de diretoria nº 240/2007, o Metrô autoriza o adiantamento e informa que a ação não representa “reconhecimento da dívida objeto da análise elaborada pela Junta de Litígios”. Esse dinheiro é suficiente para construir 18 novas escolas.

Segundo o diretor de assuntos corporativos do Metrô, Sérgio Avelleda, o depósito na conta do Via Amarela foi realizado para cumprir determinação do tribunal arbitral, mas que após decisão da Câmara Internacional, se o ganho de causa for do governo estadual, os empreiteiros deverão devolver o dinheiro corrigido com juros e correção monetária.

Em maio de 2006, o Consórcio enviou carta em que reivindicava pagamento de valor adicional, com base no contrato assinado em 2003, em razão da mudança no método construtivo de shield (tatuzão) para NATM, que emprega explosivos, escavadeiras e jatos de concreto, num trecho de 13 quilômetros da Linha 4. O consórcio formado pelas construtoras OAS, Queiroz Galvão, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez e pelas empresas Alstom e Siemens, pediu R$ 208 milhões.

Em 13 de agosto de 2007, a Junta de Revisão de Litígios, prevista no contrato e integrada por representantes do Via Amarela e do Metrô, recomendou que fosse feito pagamento de R$ 180 milhões com a finalidade de promover o reequilíbrio econômico-financeiro do contrato.

Por discordar do resultado da junta, o Metrô utilizou dispositivos do próprio contrato e recorreu a um tribunal arbitral, de acordo com as leis de arbitragem da United Nations Comission on International Trade Lawe (Uncitral). Em setembro deste ano, o consórcio informou à Câmara Internacional que aceitava a arbitragem pedida pelo Metrô. Os árbitros até já foram escolhidos. A partir de 10 de janeiro de 2008, as partes têm 30 dias para apresentar suas justificativas. Depois desse prazo, pode ser emitida a decisão final.

ACORDOS

O afundamento nas obras da futura Estação Pinheiros do Metrô, da Linha 4, no dia 12 de janeiro, deixou 212 pessoas desabrigadas, que foram levadas para hotéis. O acidente também provocou a morte de sete pessoas. Dos desabrigados, 95% já haviam fechado acordos de indenização.

Na último dia 20, mais duas famílias assinaram documento aceitando a proposta do Via Amarela e retomaram suas rotinas. Resta agora apenas uma família em hotel.

Fonte: O Estado de S. Paulo

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Itajai (sc) tem carga de maior valor agregado no pais

Os números consolidados até o momento pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) apontam o Porto Municipal de Itajaí como o porto que movimenta a carga de maior valor agregado entre os principais portos brasileiros. Até o mês de novembro o Porto de Itajaí exportou US$ 5,7 bilhões, referentes a 3,5 milhões de toneladas de mercadorias.

De acordo com os números do MDIC, o valor médio do quilo exportado em Itajaí chega a US$ 1,59, o maior do país. Em relação ao mesmo período de 2006 o crescimento já chega a 16%, também um dos maiores desempenhos do país.

O porto de Santos, considerado o maior complexo portuário da América Latina, enviou ao mercado internacional US$ 39,9 bilhões e 42,8 milhões de toneladas de mercadorias. Apesar do alto valor financeiro, o quilo da mercadoria que sai do país através de Santos vale em média US$ 0,93. Até novembro do ano passado, a mercadoria em Santos era negociada a US$ 0,88. No porto de Paranaguá, no estado do Paraná, as exportações somaram US$ 10,6 bilhões e 22,5 milhões de toneladas. O valo agregado da mercadoria exportada através do porto de Paranaguá ficou no patamar de US$ 0,47 até novembro de 2007 e US$ 0,40 no mesmo período de 2006.

Para o superintendente do Porto Municipal de Itajaí, Wilson Francisco Rebelo, os números do ministério vêm firmar o compromisso assumido pela atual administração. Crescimento sólido e sustentável gerando sempre mais e melhores oportunidades de trabalho e renda para a população, enfatiza.

Fonte: Último Segundo

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Marginal Pinheiros é interditada de madrugada

A Marginal Pinheiros foi interditada novamente na madrugada desta sexta-feira (28) por causa das obras na Ponte Otávio Frias, que faz parte do Complexo Viário Real Parque, na Zona Sul da capital.

Por volta das 23h desta sexta, a pista local foi fechada entre as pontes Ary Torres e Morumbi, no sentido Interlagos e liberada às 5h. Desde quarta-feira (26), funcionários trabalham para encaixar vigas de concreto aos trechos da ponte que já estão prontos.

Para finalizar o trabalho, a pista expressa da Marginal será fechada nesta sexta-feira (28) a partir das 23h e só vai ser liberada às 5h de sábado (29). O bloqueio será entre a as pontes Ary Torres e Morumbi, no sentido Interlagos.

A construção vai ligar a Avenida Jornalista Roberto Marinho à Marginal Pinheiros. O objetivo é desafogar o trânsito na região. Segundo a prefeitura, a obra deve ser inaugurada, no primeiro semestre do ano que vem.

Fonte: G1

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Governo vai liberar R$ 1 bi para dragagem de 15 portos

O governo federal vai liberar R$ 1 bilhão para obras de dragagem em 15 portos brasileiros entre 2008 e 2009, afirmou hoje o secretário especial de Portos, ministro Pedro Brito. A meta é preparar os terminais para atracação de navios com capacidade de até 12 mil contêineres. Hoje, o limite é de 5.500 contêineres. A empresa que oferecer o menor preço será responsável pela obra e pela manutenção da dragagem por um prazo de seis anos. Como forma de baratear o processo, empresas internacionais poderão participar da licitação.

De acordo com ele, o edital para as obras no Porto de Rio Grande será lançado em janeiro do próximo ano. O edital para dragagem no Porto de Santos será divulgado em maio. Em Santos, disse o secretário, a meta é aprofundar o calado, ou seja, a profundidade, de 12 para 15 metros. O canal será alargado de 220 para 250 metros. O aprofundamento exigirá retirada de 12,6 milhões de metros cúbicos de resíduos do local. Para manter o calado, será preciso retirar quatro milhões de metros cúbicos anualmente.

No caso de Rio Grande, a idéia é ampliar o calado de 13 para 16,2 metros. "Com a ampliação do canal do Panamá, precisamos estar preparados para receber navios grandes", afirmou o ministro. Brito disse que a idéia do governo é definir portos concentradores, ou seja, aqueles que poderão receber navios grandes e, posteriormente, redistribuir as cargas para navios menores. O governo definiu que os portos de Santos e do Rio Grande terão essa função, mas outros portos serão escolhidos em parceria com a iniciativa privada.

Fonte: Revista Exame-SP

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Iveco aumenta em 60% as vendas de caminhões em 2007

A Iveco prevê fechar 2007 com 5,7 mil caminhões vendidos no mercado brasileiro. É o melhor volume da história da empresa e representa um crescimento de 60% sobre 2006, o dobro do índice registrado pelo mercado, que teve uma expansão de 30%. "Além da nova família de veículos, o grande impulso nas vendas deve-se também à qualidade dos produtos, que têm baixo consumo de combustível, custo reduzido de manutenção, disponibilidade de peças para evitar que o veículo fique muito tempo parado na oficina", disse a este jornal Alcides Cavalcanti, diretor comercial da Iveco, destacando, ainda "os grandes clientes que voltaram a comprar os caminhões da empresa".

Um dos exemplos de fidelidade à marca é da Gafor Logística, que comprou 150 unidades de vários modelos de caminhões da Iveco - Stralis, Cavalino, EuroCargo e Daily. Com a nova aquisição, a empresa de logística eleva de 5% para 35% a participação dos veículos Iveco na sua frota.

O negócio com a Gafor representa a segunda maior venda da montadora neste ano. O primeiro foi assinado com o Grupo Martins, que levou de uma só vez 190 unidades de dois modelos de caminhões da marca, o EuroCargo e o Stralis.

Lançado em outubro deste ano, o caminhão Stralis vendeu 1 mil unidades e a Iveco já fechou para 2008 mais 1,5 mil unidades deste modelo. Outro caminhão, o Daily, registrou vendas de 900 unidades desde o lançamento de sua nova série, em outubro deste ano. Para o modelo, a Iveco já tem negociado a venda de mais 1,2 mil unidades.

Com 5,3% de participação no mercado brasileiro, a Iveco se prepara para crescer em 2008. Dos R$ 375 milhões que serão investidos pela empresa na América Latina nos próximos três anos, a maior parte será destinada ao Brasil, para a ampliar a fábrica de Sete Lagoas (MG) e em novos produtos. Segundo Cavalcanti, o investimento contempla o lançamento de duas famílias de veículos que serão incorporados à frota atual no Brasil.

A estratégia da empresa, segundo o executivo, é atender a demanda do mercado brasileiro, com o objetivo de reduzir os prazos de entrega dos veículos. Para 2008 a empresa já está com toda a produção de veículos pesados e extrapesados vendidos até abril. Os caminhões leves têm vendas fechadas até março.

A Iveco pretende concluir até o início de 2008 a transferência da linha de cabine de veículos pesados da Argentina para a fábrica de Sete Lagoas (MG). Segundo Marco Mazzu, presidente da empresa para a América Latina, o investimento na linha de cabines faz parte do programa de expansão da fábrica mineira, que passará a contar com um centro de desenvolvimento, a ser inaugurado no início de 2008.

Fonte: Gazeta Mercantil

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Investimentos da Petrobrás

O plano de investimentos da Petrobrás para 2008, recentemente divulgado, é da ordem de R$ 55 bilhões, dos quais 87,6% destinados às atividades no País e 12,4% a aplicações no exterior. Esses valores, impressionantes à primeira vista, poderão se revelar insuficientes, diante das inúmeras frentes de negócios abertas pela estatal nos últimos anos.

Quase metade dos recursos, ou seja, R$ 25,9 bilhões, destina-se às atividades de exploração e produção de petróleo, que representam o core business da Petrobrás, seguindo-se a área de abastecimento, que absorverá R$ 14,1 bilhões.

Diante dos elevados preços da commodity e da descoberta de novas reservas, é natural que a empresa extraia o máximo de petróleo dos poços que já são produtivos. Pelas indicações fornecidas em seus comunicados oficiais, a Petrobrás quer vencer o atraso da entrada em operação das plataformas P-52 e P-54. E já programou para 2008 o início das atividades da P-51 e da P-53, com o objetivo de produzir 2,36 milhões de barris/dia ou o equivalente em gás natural, em campos localizados na plataforma continental.

Os investimentos no refino também se tornaram prioritários, pois a capacidade instalada é insuficiente para processar todo o óleo pesado que está sendo produzido e também o óleo leve que deverá ser extraído da camada pré-sal. Para isso, a estatal já estuda a modificação do projeto da Refinaria Premium, que será a maior do País, com capacidade de processamento de 500 mil barris/dia. Além disso, prevê para 2008 a conclusão de uma unidade de coqueamento na Refinaria Duque de Caxias e de uma unidade de separação de propeno na Refinaria Henrique Lage. Mesmo assim, o País ainda precisará importar alguns derivados.

A área de gás e energia deverá receber R$ 5,6 bilhões. Como o abastecimento de gás natural não atende à demanda, isso poderá ser insuficiente para eliminar esse gargalo. Desse total, os projetos de gasodutos receberão R$ 3,7 bilhões (mais de 70%, portanto). O restante será usado para aumentar a produção de gás. Até o final de 2008, segundo a Petrobrás, serão concluídos 1.000 km de gasodutos, elevando a capacidade de transporte em 10 milhões de m³/dia - de 60 milhões para 70 milhões de m³/dia. Essa capacidade terá de ser expandida, pois se prevê que o Brasil consumirá cerca de 100 milhões de m³/dia até o início da próxima década.

O fato é que a exploração do gás natural da Bacia de Santos está atrasada. O risco de escassez obrigou a Petrobrás a voltar a investir na Bolívia, onde perdeu unidades de refino e teve prejuízos com a nacionalização do setor petroleiro pelo governo de Evo Morales. Mas a dependência do gás boliviano será reduzida com a importação de gás natural liquefeito que será regaseificado em terminais com capacidade de 7 milhões e de 20 milhões de m³/dia.

Como o Operador Nacional do Sistema Elétrico determinou o fornecimento obrigatório de gás para as termoelétricas, a Petrobrás começa a fazer contratos flexíveis de fornecimento. Assim, o que assinou com a Comgás permite que ela entregue óleo combustível, se houver escassez de gás.

Mais importante, a Petrobrás decidiu antecipar para 2008 os testes no Campo de Tupi, que tem reservas estimadas entre 5 bilhões e 8 bilhões de barris de petróleo. Será acelerada, ao contrário do que fizeram crer as primeiras informações, a exploração de petróleo e gás na camada pré-sal, considerada a maior descoberta de petróleo no mundo. O diretor de Produção e Exploração, Guilherme Estrella, informou ao Estado (27/12, B5) que será instalado no Campo de Tupi um navio-plataforma com capacidade de produção de 30 mil a 40 mil barris/dia, seguindo-se a instalação de uma plataforma piloto, com capacidade de 100 mil barris/dia. Além disso, a Petrobrás anunciou, na semana passada, a descoberta de mais um campo na Bacia de Santos.

Com as últimas descobertas, o plano de investimentos da Petrobrás parece exigir mais recursos do que os anunciados. Além de recursos próprios e crédito, a estatal poderá contar com investidores privados, interessados em explorar o petróleo brasileiro.

Fonte: O Estado de S. Paulo

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Palmeira receberá usina de biodiesel estimada em R$ 120 milhões

O município de Palmeira, na região dos Campos Gerais, receberá a primeira usina de biocombustíveis construída com recursos da Petrobrás no Paraná. A fábrica está estimada em R$ 120 milhões e as obras devem começar no ano que vem. Quando pronta, ela deverá beneficiar 3 mil agricultores familiares da região.

Os detalhes da negociação foram tratados ontem, quando o prefeito da cidade, Altamir Sanson (PSC), recebeu o gerente de biocombustíveis da Petrobrás, José Carlos Miragaya. Sanson garantiu a doação de um terreno de 500 hectares, única contrapartida exigida ao município. A próxima etapa é conseguir a licença ambiental e começar os trabalhos.

“Será o maior investimento da história de Palmeira”, disse o prefeito. A cidade tem 32 mil habitantes e sobrevive principalmente do plantio de fumo. “Temos a nossa chance de trocar de cultura, de deixar para trás um cultivo que está em queda por outro que tem bem mais futuro”, comemora Sanson.

Três municípios próximos a Palmeira brigavam pela indústria – São Mateus do Sul, Irati e Ponta Grossa. A opção ocorreu porque a cidade possui a melhor localização para escoamento da produção – uma ferrovia e a BR-277, modais que ligam o interior do estado ao Porto de Paranaguá. Além disso, ela é considerada um importante pólo de agricultura familiar.

De acordo com Miragaya, a intenção é levar desenvolvimento para vários municípios da área. “É uma região que realmente vai ganhar com a usina, que tem mão-de-obra e está bem próxima ao centro consumidor”, afirmou. O gerente calcula que a construção deve empregar cerca de 400 pessoas e, depois de pronta, a fábrica vai gerar pelo menos outros 150 empregos diretos. “Sem contar as milhares de pessoas envolvidas com o cultivo de oleaginosas no campo.”

A fábrica de Palmeira terá o dobro da capacidade das três primeiras usinas que estão sendo construídas pela Petrobrás no país. As unidades de Candeias (BA), Montes Claros (MG) e Quixadá (CE) devem ficar prontas em novembro deste ano e produzirão, cada uma, 57 milhões de litros de biodiesel por ano. Elas custarão, juntas, R$ 277 milhões.

A fábrica paranaense produzirá 113 milhões de litros por ano. “Palmeira fará parte de uma nova leva de usinas programadas pela Petrobrás, com muito mais capacidade”, explica o deputado federal Angelo Vanhoni (PT), que participou das conversações que definiram a escolha pelo município.

A unidade trabalhará com o processamento de óleo de girassol, soja, mamona, além de gordura animal e reaproveitamento de óleo usado. Além de Palmeira, a Petrobrás estuda a construção de outras 14 unidades no país, que dependem de parcerias com grupos de investidores. As obras devem crescer graças ao Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel.

O plano do governo federal estabelece que a partir de janeiro de 2008 será compulsória a adição de 2% do biodiesel ao diesel convencional. A meta é que a produção do novo combustível chegue a 855 milhões de litros por ano.

Fonte: Gazeta do Povo

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P-53 Içamento de módulos deve ser concluído até 1º de janeiro

O processo de içamento de módulos para o casco da plataforma oceânica P-53 está em fase final, e a previsão é de que esteja concluído até 1º de janeiro de 2008. A informação foi dada, ontem, pelo diretor de suporte corporativo à gestão da Quip S/A, Marcos Reis. Segundo ele, agora falta completar o içamento e instalação de um módulo de compressão de gás, que deve ser realizado nesta sexta-feira; a preparação para o levantamento do "flare", prevista para ocorrer entre os dias 31 deste mês e 1º de janeiro, e a instalação, dia 30, do flotador, que é uma parte do módulo de tratamento e separação de óleo.

Marcos Reis afirma que o içamento está ocorrendo dentro da cronologia original estabelecida pela Quip, empresa responsável pela construção de módulos e integração destas estruturas no casco da P-53. "O levantamento das estruturas foi iniciado em 15 de novembro com a previsão de ser completado em 70 dias, já considerando as vertentes normais de um processo destes, como condições de vento, maré e problemas operacionais, entre outros, mas será concluído em 50 dias. Em termos de Brasil, é um recorde", disse Reis, acrescentando que o trabalho de interligação dos módulos em cima da plataforma também já foi iniciado.

Como o içamento e instalação de módulos de um lado da plataforma já foi concluído, a interligação está ocorrendo nesta parte. Ao todo, serão instaladas 14 estruturas na P-53, sendo sete de um lado e sete do outro.

Alguns módulos têm duas ou mais partes. Em torno de 2000 trabalhadores atuam na interligação, divididos em três turnos de trabalho. Pela manhã e à tarde, acontece a produção, enquanto à noite são realizados testes, controle de qualidade e preparação da logística para o trabalho que irá ocorrer no dia seguinte.

A previsão, conforme Reis, é que a interligação dos módulos, que completa o processo de integração (içamento mais interligação), seja concluída entre o meio de junho e início de julho de 2008. A P-53 deverá entrar em operação, no Campo de Marlim Leste, em outubro do próximo ano.

Fonte: Jornal Agora

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Porto do Rio Grande próximo dos 25 milhões de toneladas

A movimentação do Porto do Rio Grande de janeiro a novembro deste ano atingiu 24.807.738 toneladas, com aumento de 19,1% em comparação a igual período de 2006. Em outubro, o porto rio-grandino já registrava recorde histórico, com 22,6 milhões de toneladas operadas, superando todo 2006, quando se atingiu 22,5 milhões de toneladas, até então a maior movimentação. Os bons resultados colocam o Porto do Rio Grande em 4º lugar na participação de portos na Balança Comercial Brasileira, com US$ 9,1 bilhões.

As operações cresceram tanto nas importações quanto nas exportações. As importações tiveram alta de 16,2%, chegando a 8.543.595 toneladas. No entanto, o destaque ficou com as exportações que tiveram suba de 20,9%, com uma movimentação quase duas vezes maior do que a das importações, atingindo 16.264.144 toneladas. Por segmento de cargas, o setor que registrou melhor resultado foi o de granéis sólidos, com incremento de 26,8% (14.808.938 toneladas), seguido pelo de granéis líquidos, com alta de 11,5% (3.967.429 toneladas) e o de carga geral, com acréscimo de 7,8% (6.031.371 toneladas).

O salto na movimentação se deve em grande parte à boa safra de grãos do RS, tendo as exportações de cereais atingido 8.766.584 toneladas (+33,5%), sendo responsável por 35,3% das operações portuárias do Rio Grande. A soja em grão se destaco nesse segmento sendo sua movimentação recorde com 5.240.904 toneladas (52,9%), ocupando 1º lugar entre as cargas mais movimentadas do porto rio-grandino. Os derivados de soja também obtiveram bons resultados, como é o caso do farelo que teve alta de 15,6% (1.829.235 toneladas) e do óleo, com incremento de 3,2% (540.844 toneladas). O milho foi o que mais cresceu nas exportações com índice positivo de 532,6%, chegando a 432.380 toneladas. Apenas a movimentação de arroz (-19,3%) e trigo (-34,9%) é que registraram quedas.

As importações de cereais ainda tiveram êxito maior do que as exportações, com crescimento de 40,3% (1.224.378 toneladas). Assim como nas exportações, o maior destaque ficou com a soja, que teve 90,9% (483.027 toneladas) de incremento no seu descarregamento pelo porto rio-grandino. O óleo de soja, com 39,9% (142.288 toneladas) de crescimento, o farelo de soja, com alta de 8,2% (302.499 toneladas), e o trigo, com suba de 23,1%, também contribuíram para o resultado positivo.

A movimentação de contêineres fechou os 11 meses de 2007 com um dos melhores resultados do ano, com alta de 4,3%, atingindo 559.390 TEUs contra 535.871 TEUs registrados de janeiro a novembro de 2006 (cada TEU representa um contêiner de 20 pés). A movimentação de embarcações também obteve incrementos, com alta de 1,2%, com 3.082 unidades. O crescimento se deve à cabotagem que teve índice positivo de 59,9%, com 307 embarcações. Na contramão, ficaram a navegação de longo curso (-2,1%) e a navegação interior (-3,2%).

Fonte: Jornal Agora

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Estradas de acesso ao litoral têm trânsito acima do normal

As rodovias que dão acesso ao litoral registram tráfego acima do normal desde o início da manhã desta sexta-feira (28) durante a saída do paulistano para o Reveillon na praia, de acordo com a Polícia Rodoviária Estadual.

O sistema Anchieta - Imigrantes opera com sete pistas para descer e três para subir a serra. Da 0h do dia 27 até às 7 horas desta sexta-feira (28), 125 mil veículos passaram pelo sistema. Segundo o controle da concessionária Ecovias ha lentidão, nesse momento, entre os km 270 e 269 da Piaçaguera-Guarujá.

As rodovias Padre Manoel da Nóbrega, Mogi-Bertioga, Tamoios e Rio-Santos apresentam tráfego intenso. Em todas as rodovias o tempo é bom e a visibilidade também.

As rodovias de acesso ao Interior paulista e a outros estados apresentam trânsito normal. Este é o caso da Raposo Tavares, Presidente Castello Branco, Anhanguera e Bandeirantes, Ayrton Senna e Carvalho Pinto. A pista expressa da Via Dutra apresenta lentidão na chegada a São Paulo devido ao excesso de veículos. No sentido Rio de Janeiro, há congestionamento de aproximadamente 1 km provocado por acidente.

Aeroportos
O movimento de aeronaves é tranquilo nos dois principais terminais de São Paulo. Dos 39 vôos previstos entre a 0h e as 8h desta sexta-feira para o Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul, houve um atraso e três cancelamentos. No Aeroporto de Guarulhos, dos 34 vôos programados, 2 estão atrasados e não houve cancelamentos.

Fonte: G1

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27 dezembro, 2007

Bloco de Tupi terá primeiro teste já em 2008

A Petrobrás pretende antecipar para 2008 o primeiro teste de longa duração no bloco de Tupi, na Bacia de Santos, onde foi descoberta, em parceria com a britânica BG e a portuguesa Galp, a megarreserva na área de pré-sal, com volume estimado entre 5 bilhões e 8 bilhões de barris.

A jazida de petróleo leve - de maior valor comercial - é considerada a maior descoberta de petróleo do mundo. O diretor de Exploração e Produção, Guilherme Estrella, informou que a empresa instalará um navio-plataforma na região, com capacidade para produzir de 30 mil a 40 mil barris por dia.

Durante essa fase, a empresa coletará dados que alimentarão as pesquisas sobre o potencial de Tupi. Na fase seguinte, a Petrobrás instalará uma plataforma-piloto, com capacidade para 100 mil barris/dia. Essa unidade deverá entrar em operação no fim de 2009 ou início de 2010, com planejamento de operação de dois anos.

Estrella contou também que a companhia pretende construir um gasoduto ligando Tupi ao campo de Mexilhão, também na Bacia de Santos.

Após a coleta de informações da fase de testes, a Petrobrás começará o trabalho para instalação de uma plataforma permanente, o que deve ocorrer entre 2011 e 2012.

O executivo adiantou que a empresa prepara uma estratégia de atuação em todas as novas descobertas da Bacia de Santos. Na semana passada, a estatal comunicou à Agência Nacional do Petróleo (ANP) mais uma descoberta na área de pré-sal de Santos.

A nova jazida, cujo volume ainda não foi calculado, foi detectada no bloco BM-S-21, provisoriamente chamado de "Caramba" a uma profundidade de cerca de 5,350 mil metros e a 280 quilômetros da costa paulista.

A primeira produção de petróleo na camada de pré-sal, porém, será feita pela Petrobrás na Bacia do Espírito Santo, no poço ES-103, no campo de Jubarte, informou Estrella.

A estimativa da estatal é de que a extração do primeiro óleo ocorra ainda no primeiro trimestre de 2008. O objetivo é interligar esse poço à plataforma P-34, no campo de Jubarte. O executivo não adiantou, porém, qual o volume que será extraído do poço durante o teste de longa duração.

Segundo Guilherme Estrella, somente em 2010 a Petrobrás terá dados mais concretos sobre o volume provável das reservas na camada de pré-sal, que se estende do Espírito Santo a Santa Catarina, em um trecho de 800 quilômetros, com cerca de 200 quilômetros de largura.

Fonte: Estadão

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Receita implanta sistema eletrônico para importações e exportações via remessas expressas

A Super Receita anunciou hoje que as operações de importação e exportação feitas por remessas expressas passarão a ser processadas por meio eletrônico. A plataforma na internet terá operações iniciais para importação, “nas próximas semanas”, e as declarações eletrônicas para exportação entrarão depois.

As empresas de comércio exterior terão um tempo para adaptação, podendo continuar a usar os formulários de declaração. Em nota, o Fisco esclareceu hoje que o objetivo é prosseguir com o processo de modernização do despacho aduaneiro.

“O objetivo do projeto é modernizar o controle desse tipo de operação, de forma a permitir que, por meio dessa modalidade de transporte, seja possível realizar, com algumas exceções, todo tipo de importação e exportação, qualquer que seja a sua destinação”, diz a nota.

A Super Receita explica ainda que “o Brasil é um candidato natural à instalação de Hubs (denominação para centros de recebimento e despacho de remessas expressas) para o transporte de todas as cargas de, e para, a América do Sul por meio de remessas expressas”.

O Fisco também avalia que a nova regulamentação, baixada por meio Instrução Normativa 794 e publicada no Diário Oficial da União do último dia 24, “viabilizará o controle aduaneiro dessas operações de maneira segura e ágil”.

Fonte: Valor Online

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Royalties da Petrobras superam R$ 280 milhões

A atividade de exploração e produção de petróleo e gás natural na Bacia Potiguar rendeu ao Rio Grande do Norte R$ 283,48 milhões em royalties repassados pela Petrobras em 2007. Desse montante, R$ 159,57 milhões foram destinados ao Governo do Estado e R$ 123,91 a 93 municípios.

Nesta semana foi realizado o deposito do mês de dezembro: R$ 26,51 milhões, sendo R$ 15,37 milhões ao governo estadual e R$ 11,14 milhões aos municípios produtores.

Liderança
Macau liderou a lista dos municípios que mais recebeu o benefício em 2007, com R$ 19,06 milhões, seguido de Mossoró com 18,81 milhões e Guamaré com R$ 18,14 milhões no acumulado anual.

No Rio Grande do Norte, 93 municípios recebem repasses da Petrobras, dos quais 15 são produtores de petróleo e gás. Goianinha, Ielmo Marinho e Macaíba, que têm instalações de medição e transferência de petróleo e/ou gás, receberam no ano, R$ 6,62 milhões.

Fonte: Diário de Natal

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Petrobras e Cesp fazem a Bovespa subir 1,89%

A melhora dos negócios em Wall Street na segunda etapa do pregão ajudou a acelerar os ganhos na Bovespa, ontem. O Ibovespa, principal índice de preços da Bolsa, fechou com alta de 1,89%, aos 64.288 pontos. O giro financeiro somou R$ 4,28 bilhões. O índice foi puxado pelos papéis preferenciais da Petrobras (PETR4) subiram 2,66%, a R$ 87,30. A Petrobras anunciou que bateu seu recorde diário de produção de petróleo, superando os dois milhões de barris. A petrolífera informou ainda que pretende realizar o primeiro teste de longa duração no campo de Tupi já em 2008. Destaque ainda para as ações da Usiminas PNA (USIM5) que registraram uma valorização de 4,12%, a R$ 80,70 e para a ações da Cesp PNB que subiram 15,21%, a R$ 42,56, após o anúncio de que o governo de São Paulo iria retomar o processo de privatização da companhia e que pretende concluir a venda até o primeiro trimestre de 2008.

De acordo com o comunicado, as ações ordinárias e PNB de posse do governo serão vendidas em bloco em leilão a ser realizado na Bovespa. Entre as maiores altas aparecem ainda Copel PNB com alta de 5,78%, a R$ 27,78; Gafisa ON ganhos de 5,73%, a R$ 32,99; Cyrela Realty ON registrou avanço de 5,56%, a R$ 25,25 e Eletropaulo PNB com valorização de 4,63%, a R$ 146,49.

Na ponta da vendas, os papéis da NET PN caíram 3,45%, a R$ 21,80; Lojas Renner ON perderam 3,08%, a R$ 33,92; Natura ON recuaram 1,83%, a R$ 18,16; TIM Participação ON desvalorizaram 1,66%, a R$ 8,85 e Telesp PN tiveram queda de 1,40%, cotada a R$ 46,32.

Na BM&F, o Ibovespa futuro com vencimento em fevereiro fechou em alta de 1,73%, aos 64.288 pontos.

Fonte: Gazeta Mercantil

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Petrobras escolhe SBM para fazer plataforma

Após suspender a primeira licitação e promover segunda concorrência, a Petrobras finalmente escolheu a empresa que construirá a P-57. Por US$ 1,195 bilhão, o vencedor, o grupo SBM, propôs construir a plataforma em Angra dos Reis, no estaleiro Keppel Fels. A companhia de Mônaco desbancou a BW Offshore, que ofereceu proposta de US$ 1,245 bilhão pela encomenda e a Modec, cujo valor proposto fora de US$ 1,44 bilhão.

Há mais de um ano, a Petrobras deu início à licitação para encomendar a P-57, mas os preços apresentados foram considerados muito elevados pela estatal. Houve apenas dois participantes na ocasião - o estaleiro Atlântico Sul (US$ 1,77 bilhão) e o Jurong (US$ 2,38 bilhões). Na segunda tentativa, a estatal resolveu convocar operadoras de plataformas e não apenas as construtoras tradicionais, habituadas às licitações. A plataforma vai produzir petróleo e gás no campo de Jubarte, no Espírito Santo, com capacidade de até 180 mil barris por dia.

As propostas foram encaminhadas à Petrobras no início do mês, mas a diretoria da estatal aprovou ontem a encomenda à companhia que prometeu cobrar o menor valor, conforme revelou o diretor de Serviços, Renato Duque. Também ontem a empresa anunciou que conseguiu alcançar a marca de 2 milhões de barris por dia em produção de petróleo.

O recorde reflete a entrada de seis novas plataformas e a normalização de outras três unidades problemáticas.

Encomendadas por mais de US$ 2,5 bilhões à construtora americana Halliburton, por meio da subsidiária KBR, a P-43 e a P-48 interromperam a produção "algumas vezes", segundo o diretor de Exploração e Produção da estatal, Guilherme Estrella.

Por causa de "problemas" no sistema elétrico, as unidades de produção deixaram de operar em Barracuda e Caratinga, os campos mais produtivos do País, localizados na Bacia de Campos. A P-50 também parou por falhas técnicas.

Recorde comemoradoEstrella, contudo, evitou polemizar sobre os motivos que levaram à interrupção das plataformas. De macacão cor laranja, traje adequado para embarcar, o executivo comemorou o recorde de 2 milhões e frisou que será um desafio manter a marca diariamente no próximo ano, meta da estatal. "É um enorme desafio manter esta produção. Temos uma série de paradas programadas. Realizamos uma luta diária, física, uma loucura e estamos prontos para realizar tudo de novo", afirmou, em linha com o discurso do presidente da empresa, José Sérgio Gabrielli.Meta não foi cumprida

"Manter essa produção é cada vez mais difícil. Com o declínio natural de alguns campos, é fundamental que a companhia invista muito em novas unidades de produção. E é isso que vem sendo feito, disse Gabrielli.
Estrella admitiu que a meta de 2007 não foi cumprida. A estatal planejava inicialmente produzir 1,9 milhão de barris por dia ao longo de 2007. A média de produção, porém, foi de 1,8 milhão. O volume foi suficiente, entretanto, para garantir a auto-suficiência em petróleo, segundo Estrella.

Fonte: Gazeta Mercantil

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Itaú confirma que negocia com BBVA

O Banco Itaú confirmou a possibilidade de compra das operações de private banking (especializada em gestão de ativos para clientes de alta renda ou grandes fortunas) do espanhol BBVA na América Latina. Em comunicado divulgado ao mercado, a instituição afirmou que a aquisição seria feita por meio do Itaú Europa, localizado nos Estados Unidos, e o preço ficaria abaixo de US$ 100 milhões.

O BBVA é o segundo maior banco da Espanha, atrás apenas do Santander, que adquiriu as operações do ABN Amro no mundo. Em dezembro de 2006, o banco administrava cerca de 6,2 bilhões de euros em sua divisão de private banking no mundo. No Brasil, a instituição não teve uma passagem muito vitoriosa. Gastou cerca de US$ 1 bilhão, em 1998, para comprar o Excel Econômico e cinco anos mais tarde vendeu o negócio para o Bradesco por cerca de R$ 2,6 bilhões.

Fonte: Estadão

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China corta taxa de importação sobre cobre, carvão e alumínio

A China anunciou ontem que reduzirá, no começo do ano que vem, a tarifa de importação sobre cobre, carvão e alumínio, além de cortar pela metade a taxa de produtos relacionados ao petróleo.

A taxa do alumínio cairá de 3% para zero para preservar as reservas internas de bauxita -usada na produção do alumínio- e reduzir a poluição. As tarifas de cátodo e ânodo (usados na indústria eletrônica) de cobre cairão de 2% para zero.

De janeiro a novembro, o Brasil exportou para a China US$ 182,64 milhões em cátodos de cobre -o oitavo maior item em valor, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento. Para analistas, a redução das taxas deve aumentar a importação dos produtos e também os preços dos metais.
Ontem, com a notícia da queda da tarifa, o cobre subiu 1,04% pelo quinto pregão seguido, para US$ 6.630 a tonelada. O preço do metal mais que dobrou nos últimos três anos, pressionado pela demanda da China -maior consumidora do produto.

O governo chinês anunciou também o aumento para 25% das taxas de exportação de produtos semi-acabados de aço e para 15% para outros produtos do metal, com o objetivo de acalmar os investimentos no setor. As tarifas para soldados em aço devem ir de 15% para 25%.
A tarifa de exportação do coque vai subir de 15% para 25%. O governo quer desencorajar as exportações do produto, grande poluidor e usado na indústria do aço.

Fonte: Folha de São Paulo

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Viticultura espera por regulamentação para importação em jan

A iniciativa privada espera que as novas regras para importação de vinhos sejam regulamentadas em janeiro de 2008, afirmou nesta quarta-feira o presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Viticultura, Vinhos e Derivados, Hermes Zanetti. No começo de dezembro, o Ministério da Agricultura definiu que as importações de vinhos e derivados serão analisadas por amostragem, medida que, na avaliação do governo, vai agilizar o ingresso das bebidas no território nacional. Para ele, esse tipo de análise significa aumento da fiscalização.

— O resultado da análise por amostragem será divulgado imediatamente. Se houver irregularidade, as punições poderão ir de multas a perda da carga, mas elas dependem da regulamentação do ministério — afirmou, classificando o modelo antigo, que previa a análise laboratorial para todas as cargas de vinhos e derivados importados, como “faz-de-conta”. — Uma amostra era recolhida e o produto era liberado para venda. O resultado da análise demorava até dois anos para ser divulgado — comparou.

Até a divulgação do resultado, que, segundo ele, podia indicar que a bebida estava envenenada, o vinho era comercializado, portanto, a fiscalização “não servia para nada”. A Secretaria de Defesa Agropecuária da pasta, que é responsável pelo setor de bebidas, confirmou que uma instrução normativa vai definir os parâmetros de amostragem, ou seja, o intervalo entre a colheita das amostras de acordo com o tipo do produto e seu histórico de importação. A minuta da instrução normativa será discutida com a iniciativa privada em janeiro, informou um técnico do órgão.

Fonte: Zero Hora

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Porto do Pecém aguarda novos investimentos

O cearense Pedro Britto, ministro da Secretaria Especial de Portos, disse ontem ao jornal O Globo que o Governo federal quer fazer do setor portuário o carro-chefe dos investimentos em logística em 2008, mesmo sem a prorrogação da CPMF. A prioridade do governo no momento é investir inicialmente na dragagem dos portos para ampliar as concessões à iniciativa privada.

Para a modernização dos principais portos nordestinos (Mucuripe, Recife, Suape, Pecém e Aratu, na Bahia) estão previstos no Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) R$ 213,8 milhões. Brito acredita na ampliação desses investimentos com a participação da iniciativa privada, principalmente por meio de grupos estrangeiros que têm demonstrado interesse por portos brasileiros.

Com o investimento em dragagem o governo quer preparar os terminais para atracação de navios com capacidade de até 12 mil contêineres. Sem essa modernização o Brasil corre o risco de colapso portuário, segundo especialistas da área. O Porto do Pecém possui "insuficiência de infra e superestrutura portuária", conforme declarações recentes ao O POVO de empresários que utilizam o terminal. Entre as benfeitorias eles querem a construção de dois berços contíguos ao Terminal de Múltiplo Uso (TMUT) e duplicar o píer 1, propiciando a construção de dois berços de atracação. O diretor comercial da Ceará Portos, Mário Lima Júnior, disse que o TMUT, atualmente em construção, deverá ter seus serviços privatizados.

HUGO BOSS, O RETORNO
Após fechamento de lojas em vários shoppings pelo Brasil afora, inclusive no Iguatemi de Fortaleza, e uma herança de processos judiciais de ex-franqueados, a sofisticada marca alemã Hugo Boss começa a se reerguer. A grife de roupas masculinas prevê a abertura de lojas em centros comerciais de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Focada no crescimento do mercado de luxo no País, a Hugo Boss abandonou o sistema de franquias e passou a ser controlada totalmente pela matriz. Elieuda Catunda, gerente comercial do Iguatemi de Fortaleza, disse que o shopping ainda não foi contactado para o retorno da marca.

CRÍTICA DE ARTE
Você nunca se sentiu acometido por um sentimento de embaraço diante de uma obra de arte? Mas, afinal, o que é mesmo uma obra de arte? Para dirimir a dúvida de alguns dessas definições, a Unifor está preparando um curso de pós-graduação lato sensu em Crítica de Arte. Esse curso é o primeiro do tipo em todo Brasil e se propõe a revisar conceitos e trajetórias artísticas na cultura ocidental, a fim de ajudar seus alunos a procurarem, por si próprios, respostas a questionamentos sobre o que realmente se caracteriza com obra de arte. Informações no site www.unifor.br ou com Carlos Velásquez, coordenador da especialização pelo telefone (85) 3273-2828.

PRAIA TROCADA
A propósito da nota divulgada ontem por esta Vertical S/A, intitulada "Praia Trocada", em que marqueteiros turísticos do Rio Grande do Norte comemoravam a publicação de anúncio de página dupla do turismo cearense na Revista da Semana, da Editora Abril, onde o destaque é a imagem da praia do Morro do Chapéu, em Tibau, no Rio Grande do Norte. A assessora de imprensa da Secretaria do Turismo do Ceará, Carmem Inês, disse que a imagem da praia destacada na publicidade do Ceará é Taíba e não Tibau. "Na foto publicada no anúncio consta a informação sobre o local", rebateu a jornalista.

ÔNIBUS
O transporte rodoviário de passageiros no Brasil vai fechar o ano com crescimento de, no máximo, 5%. Estimativa da Associação Brasileira da Empresas de Transportes Terrestres de Passageiros (Abrati). O setor movimenta declarados R$ 2,5 bilhões por ano. Aperta o freio do setor a concorrência das companhias áreas.

CAFÉ COM CHAMPANHE
O secretário do Turismo de Fortaleza, Henrique Sérgio Abreu, reúne a imprensa hoje, durante café da manhã, no hotel Gran Marquise, para falar sobre o réveillon no aterro da Praia de Iracema e nos bairros Conjunto Ceará, Barra do Ceará e Messejana.

PRODUTOS CHINESES
Para o ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, o Brasil não tem como competir com a China em itens baratos, em nada que custe menos de US$ 3. Ele diz que as indústrias têm que fazer coisas melhores, com mais qualidade e procurar vender marcas. Ele cita como exemplo a nova postura das indústrias calçadistas que aumentaram as exportações e o valor unitário do produto exportado.

ENTRE DOIS PÓLOS
Pernambuco reduziu de 17% para 7% e São Paulo pratica 12% no Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de alguns produtos petroquímicos, e agora a Bahia estuda o mesmo. Os baianos se sentem ameaçados pelo pólo petroquímico em formação no vizinho. Na Bahia já falam em esvaziamento de Camaçari. O ICMS para a indústria petroquímica já foi menor do que 7% quando o Pólo de Camaçari começava, há 30 anos. O governador Jacques Wagner já anunciou que há estudos para rever os índices. Também revelou que negocia com Pernambuco reciprocidade na redução de cargas tributárias para alguns produtos.

Fonte: O Povo

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Concessionárias perdem R$ 118 mil

A lei que isentava motocicletas e similares do pagamento do pedágio nas rodovias do Paraná, sancionada pelo governador Roberto Requião (PMDB) no último dia 18, gerou prejuízo superior a R$ 118 mil para as concessionárias, que devem acrescentar o valor na dívida que pretende cobrar na Justiça do governo do Estado, e que pode acabar saindo do bolso do contribuinte paranaense. De acordo com a Associação Brasileira das Concessionárias de Rodovias (ABCR), nos cinco dias em que esteve em vigor – entre 18 e 22 de dezembro - , a lei estadual 15.722 isentou do pagamento da tarifa 35.095 motocicletas e similares.

Neste período, foram registrados 37 acidentes, envolvendo 37 motocicletas, com 36 feridos, dos quais três fatais. A cobrança voltou a ser feita, desde a zero hora do último domingo, nas praças administradas por cinco das seis concessionárias - Econorte, Viapar, Rodovia das Cataratas, Caminhos do Paraná e Ecovia – graças a uma liminar concedida pelo juiz federal substituto Fabiano Bley Blanco.

Com a decisão em favor das empresas, o prejuízo, dos dias em que a isenção esteve em vigor, é mais uma vez transferido para os paranaenses. Nos cálculos da ABCR, a dívida do Estado do Paraná com as concessionárias por conta da guerra deflagrada pelo governo Requião contra as empresas, já ultrapassa R$ 180 milhões.

O cálculo do passivo inclui apenas prejuízos materiais causados por invasões e depredações das praças de cobrança, os dias em que as cancelas foram mantidas abertas por manifestantes, desequilíbrios contratuais que não foram revistos pelo governo do Estado e os dias que as empresas deixaram de aplicar os reajustes tarifários por falta de autorização do Departamento de Estradas de Rodagem (DER).

Desde que assumiu o governo do Paraná em 2003, Requião tem criado artifícios na tentativa de justificar sua promessa de campanha não cumprida de abaixar a tarifa ou acabar com a cobrança do pedágio no Estado.
Prejuízo – No início de setembro, durante os quatro dias em que esteve em vigor a lei 15.607 – de autoria do deputado Antonio Anibelli (PMDB), da base de apoio a Requião – que concedia isenção do pagamento da tarifa para os veículos com placas dos municípios onde estão instaladas as praças de cobrança - 49.724 veículos deixaram de pagar pedágio. A lei acabou sendo derrubada pelo Tribunal de Justiça do Paraná (TJ/PR), mas o prejuízo de R$ 443 mil sofrido pelas concessionárias acabou sendo transferido para os paranaenses.

Fonte: Bem Paraná

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Tarifa de exportação de petróleo atingirá novo recorde em 2008

26/12/2007


A tarifa sobre a exportação de petróleo russo subirá a partir de 1º de fevereiro para cerca de US$ 332 por tonelada, o que representa um novo recorde histórico, anunciou nesta terça o Ministério das Finanças da Rússia.

A atual tarifa, de US$ 275,4 por tonelada e que está vigente desde 1º de dezembro, aumentará em mais de US$ 55, informou Alexander Sakóvich, chefe adjunto de departamento de tarifas alfandegárias desta pasta, à agência "Interfax".

"Haverá recorde embora nos dias restantes o preço do petróleo caia para zero", afirmou o representante do Ministério, acrescentando que o preço médio do petróleo Urals no mercado europeu ficou em US$ 88,99 por barril em novembro e em dezembro, o que corresponde a uma tarifa de exportação de US$ 332,84 por tonelada.

O Governo russo revisa duas vezes por mês a tarifa sobre a exportação de petróleo, seguindo a oscilação dos preços do hidrocarboneto no mercado mundial.

Fonte: A Tarde Online

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Infraero registra três atrasos no Aeroporto Internacional do Recife

26/12/2007

Três vôos chegaram atrasados ao Aeroporto Internacional dos Guararapes, em Recife, na madrugada desta quarta-feira (26).

Um vôo da Varig, que vinha de Porto Alegre (RS) e tinha escala em Brasília, deveria pousar às 23h45 e chegou à 0h20. Um vôo da Tam, que vinha de Fortaleza, com chegada prevista para 1h55, pousou às 5h12.

E outro vôo da Tam, também vindo da capital cearence, deveria ter chegado a 1h00, mais só aterrissou às 5h17.

Fonte: Notícias 360

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Porto no Maranhão é saída para escoar safra

26/12/2007


Para minimizar uma das principais preocupações dos produtores rurais - o escoamento da safra no período de comercialização -, o governo pretende, a partir do fim de 2008, deslocar parte da produção agrícola tradicionalmente embarcada nos portos do Sul e Sudeste, principalmente em Paranaguá (PR) e Santos (SP), para o Porto do Itaqui, no Maranhão. A idéia é que boa parte das safras de Mato Grosso, sul do Pará, Tocantins, norte de Goiás, sul do Piauí, sul do Maranhão e oeste da Bahia seja direcionada para Itaqui, que receberá investimentos do governo para ampliar a capacidade.
Hoje, Itaqui tem capacidade para embarcar 1,8 milhão de toneladas de grãos por ano, pouco para um País que produzirá cerca de 130 milhões de toneladas de grãos na safra que começa a ser colhida em fevereiro. Exportar pelo Norte é alternativa que reduz o tempo de viagem do produto e pode baratear o frete.

Segundo o diretor do Departamento de Infra-Estrutura e Logística, Biramar Nunes de Lima, do Ministério da Agricultura, um navio que sai de Itaqui chega à Europa 7 ou 9 dias antes do que um que sai de Santos ou Paranaguá. A redução de tempo reflete-se no bolso do produtor. Para cada saca de soja exportada por Itaqui, há economia, no frete, de R$ 1,50 a R$ 2. "A diferença de R$ 1, R$ 1,50 ou R$ 2 na saca de soja às vezes é o lucro que o produtor tem." O governo afirma que fará investimentos para elevar a capacidade de Itaqui para embarque de 6 milhões de toneladas de soja e derivados no fim de 2008. Entre 2011 e 2012, a demanda para escoamento deve chegar a 12 milhões de toneladas. "Quando chegar esse momento, em se tratando de produtos agrícolas, Itaqui deve ser mais importante do que Paranaguá", disse Lima.

O otimismo não é compartilhado pela iniciativa privada. "Não podemos confiar no governo. A construção do Terminal de Grãos (Tegram) está atrasada em ao menos três anos", lembra Luiz Antônio Fayet, consultor da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil para Assuntos de infra-estrutura.

Lima disse que não faltará dinheiro para ampliar a capacidade de embarque de Itaqui. Está prevista liberação de R$ 110 milhões para a primeira fase das obras, recurso previsto no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Nessa fase, serão necessários R$ 220 milhões.

Os R$ 110 milhões restantes viriam da iniciativa privada, possivelmente uma multinacional, que construirá um terminal para estocar grãos. Lima reconhece a lentidão do governo. "Há tempo estamos trabalhando nisso. Sei que as coisas já deveriam ter ocorrido." O investimento privado para construção do Tegram deve demorar 10 meses para ser concluído.

Fonte: Último Segundo

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Importação cresce 34% e saldo pode ficar 13% menor que o de 2006

26/12/2007


O resultado parcial da balança comercial de dezembro divulgado ontem trouxe uma boa e uma má notícia. A boa é que, faltando oito dias para o encerramento do ano, a meta fixada pelo governo para as exportações de US$ 157 bilhões, foi superada. A má é que as importações tiveram um desempenho ainda mais forte, ultrapassando as expectativas do governo.

Com isso, o saldo está 12,2% menor do que o de igual período do ano passado. A expectativa dos economistas de dentro e de fora do governo é que o comércio internacional contribua menos para o conjunto das transações do Brasil com o exterior, que deverá fechar 2008 negativo, depois de cinco anos superavitário.

De acordo com dados divulgados ontem pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, as exportações somaram US$ 157,41 bilhões até a terceira semana de setembro. Com isso, a meta do governo para 2007, de US$ 157 bilhões, foi superada oito dias antes de encerrar o ano.

O valor total das vendas externas realizadas até esse período representa um crescimento de 19,2% em relação ao que o País vendeu ao exterior no mesmo período do ano passado.

Somente na terceira semana de dezembro, entre os dias 17 e 23, as vendas de produtos brasileiros ao exterior somaram US$ 4,27 bilhões, enquanto as compras atingiram US$ 3,23 bilhões. O saldo da semana, o melhor deste mês, ficou positivo em US$ 1,04 bilhão.

Já as importações acumuladas de janeiro até a terceira semana de dezembro somam US$ 119,01 bilhões, aumento de 34,7% em relação ao mesmo período de 2006. A cifra ultrapassa em US$ 2 bilhões a projeção do governo, que é de US$ 117 bilhões. As compras de mercadoria no exterior vêm sendo puxadas pelo dólar barato e pela demanda das indústrias, que adquirem máquinas para renovar seu parque produtivo.

Assim, o saldo da balança comercial do País está acumulado em US$ 38, 39 bilhões, um desempenho 12,2% inferior ao do mesmo período do ano passado. O resultado ainda é menor que a projeção do governo, que estima fechar o ano com superávit de US$ 40 bilhões, cerca de 13% menos que o resultado positivo de US$ 46,07 bilhões alcançado em 2006.

Na semana passada, o Banco Central revisou sua projeção e agora espera um superávit comercial de US$ 30 bilhões em 2008, ante os US$ 34 bilhões anteriormente projetados. No mercado financeiro, segundo o último boletim Focus do Banco Central divulgado ontem, que toma como base as projeções de economistas de bancos e corretoras, a estimativa é um superávit de US$ 32 bilhões.

META MAIS AMBICIOSA

O Ministério do Desenvolvimento não fez projeções para o superávit da balança comercial, embora já trabalhe com uma meta mais ambiciosa de exportações para 2008. O ministério espera que elas atinjam US$ 172 bilhões. Para esse objetivo ser alcançado, as exportações brasileiras terão de crescer quase o dobro dos 5,5% de crescimento projetados pela Organização Mundial do Comércio (OMC) para as vendas mundiais em 2008.

De acordo com as projeções do Banco Central, revisadas na semana passada, o superávit comercial esperado para o próximo ano é de US$ 30 bilhões. A continuidade no ritmo mais forte das importações forçou o BC a reduzir sua projeção, que antes era de um superávit de US$ 34 bilhões na balança comercial.

O ritmo forte das importações não preocupa o Ministério do Desenvolvimento. Em entrevista recente ao Estado, o secretário de Comércio Exterior, Welber Barral, destacou que máquinas e equipamentos e matérias-primas representam mais de 60% das compras internacionais.

Isso significa que as empresas estão aproveitando o câmbio favorável para renovar o parque industrial ou para comprar insumos mais baratos. Mas os bens de consumo também estão ganhando espaço por causa da demanda interna aquecida.

Do lado das exportações, os produtos básicos ganharam espaço na pauta, não só pelo aumento da quantidade vendida, mas também pela elevação dos preços internacionais das commodities. Este ano, houve reversão de tendência e o aumento do volume embarcado teve mais peso. Em 2006, a expansão das vendas foi sustentado pelo aumento dos preços no mercado internacional.

Fonte: O Estado de S.Paulo

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Exportador tem menor ganho desde 1985

26/12/2007

A valorização do real em relação ao dólar diminuiu a rentabilidade dos exportadores ao menor patamar em duas décadas e já começa a afetar os embarques de produtos industrializados, como celulares, automóveis e motores de carros.

Apesar de as exportações terem batido recorde em outubro, com US$ 15,76 bilhões, a receita obtida pelos exportadores em reais foi inferior à registrada em junho de 2004, quando os embarques foram de apenas US$ 9,4 bilhões, mostra estudo da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) obtido pela Folha.

Nesse período de 41 meses, a cotação do dólar saiu de R$ 3,11 para R$ 1,80, o que encolheu a quantidade de reais para cada dólar que termina no caixa das empresas. Em outubro, os exportadores conseguiram receita de R$ 28,38 bilhões, menos que os R$ 29,24 bilhões obtidos em meados de 2004.

"No acumulado de janeiro de 2003 até novembro de 2007, o real ganhou cerca de 47% em relação ao dólar, anulando os benefícios da alta dos preços internacionais para o exportador", diz o estudo da Fiesp.

O índice de rentabilidade das exportações calculado pela Funcex (Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior) atingiu em novembro 78,07, o menor patamar desde janeiro de 1985, quando o indicador começou a ser calculado. Um ano antes, o índice estava em 85,35. Em junho de 2004, com o dólar a R$ 3,11, foi de 107,42.

"Alguns exportadores de manufaturados têm registrado perdas, porque não conseguem compensar a valorização do real com aumento de preços", observa Fernando Ribeiro, economista-chefe da Funcex.

O estudo da Fiesp indica que um terço dos exportadores enfrenta queda de sua rentabilidade em reais. O principal efeito desse movimento é a desaceleração do ritmo de expansão das exportações. Roberto Giannetti da Fonseca, diretor do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Fiesp, acredita que as vendas podem registrar queda dentro de 18 meses. Ele ressalta que a alta nas exportações é sustentada pelo aumento de preços. As quantidades exportadas têm crescido em ritmo inferior ao do comércio mundial e, em alguns setores, estão em queda.

José Augusto de Castro, vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil, observa que o número de carros embarcados até outubro caiu 6,9% ante igual período de 2006. A receita subiu 0,3% em razão do aumento dos preços.

Para 2008, Castro prevê forte desaceleração nas exportações, com expansão de apenas 5%. O ano de 2007 deve fechar em alta de 16%, patamar semelhante ao de 2006.

"Se o dólar estivesse em R$ 2,50, o crescimento das exportações neste ano seria de 22%", diz Pedro Pedrossian Neto, supervisor de Análise Econômica do Comércio Exterior da Fiesp.

A lista de produtos que mais perderam receita nas exportações é liderada pelos celulares. Pedrossian afirma que foram R$ 2 bilhões a menos no período de novembro de 2006 a outubro de 2007 em relação aos 12 meses anteriores. Em seguida aparecem óleo e gasolina (R$ 1,1 bilhão a menos) e veículos (R$ 969 milhões a menos).

Para compensar a perda de competitividade provocada pela alta do real, a Fiesp propõe a desoneração tributária de investimentos em logística, o que envolve portos e ferrovias.

Fonte: Folha de S.Paulo

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Câmbio afeta bens de alta e baixa tecnologia

26/12/2007


O estudo da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) indica que a valorização do real em relação ao dólar afetou as exportações dos dois extremos da indústria e reduziu a rentabilidade das vendas de produtos de baixa e de alta tecnologia. Os setores de intensidade tecnológica mediana foram menos afetados.

No período de novembro de 2006 a outubro de 2007, as exportações de bens de alta tecnologia, como celulares e produtos de informática, tiveram alta de 3,84% em dólares em relação aos 12 meses anteriores. Quando medidas em reais, as vendas registraram queda de 5,09% no mesmo período.

Os bens de baixa tecnologia enfrentaram diminuição de 0,98% de sua receita em reais, enquanto o valor das vendas em dólares aumentou 8,17%. Nesse segmento, estão incluídos têxteis, calçados e processados de madeira.

No caso do setor de média-baixa intensidade tecnológica, houve elevação dos valores recebidos em dólares e em reais, ainda que em patamares distintos. A renda dos exportadores em dólar subiu 23,48% no período de novembro de 2006 a outubro de 2007 em relação aos 12 meses anteriores. Em reais, o aumento foi de 12,49%.

Fonte: Folha de S.Paulo

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Brasil e Argentina avaliam comércio bilateral2

26/12/2007

Os ministros da Economia do Brasil e da Argentina vão se reuniar amanhã, em Buenos Aires, para analisar o comércio bilateral entre os dois países e a situação do Mercosul. O ministro brasileiro Guido Mantega e o argentino Martín Lousteau vão aprofundar temas abordados pela presidenta Cristina Kirchner e o presidente Lula em novembro, no encontro que tiveram em Brasília. Entre os temas que serão discutidos, a situação do dólar frente às moedas locais em transações bilaterais. Após o encontro, Mantega vai continuar em Buenos Aires para visitas privadas e retorna ao País dia 1º.

Fonte: O Estado de S.Paulo

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Porto estuda ações para reduzir impacto

26/12/2007

O Porto de Santos planeja implantar, a partir do próximo ano, medidas para reduzir o impacto de suas operações no aquecimento global, seguindo o exemplo de complexos marítimos como os de Los Angeles (Estados Unidos) e Roterdã (Países Baixos).

Fonte: A Tribuna-Santos

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Empresários apóiam plano de privatização da Docas

26/12/2007

Empresários e usuários de portos apóiam o resultado do estudo recém-divulgado pela Confederação Nacional dos Transportes (CNI) que propõe a privatização das companhias docas. Em entrevista a A Tribuna, na última sexta-feira, eles manifestaram que transferir a gestão portuária à iniciativa privada é mesmo o caminho a ser seguido para o crescimento do setor.

Fonte: A Tribuna-Santos

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Exportação de embalagens cresceu 40,65%

26/12/2007



No comércio exterior, o setor de embalagens brasileiro vai melhor. No primeiro semestre de 2007 as exportações diretas de embalagens registraram crescimento expressivo em relação a 2006 com aumento de 40,65% e faturamento de US$ 229 milhões. As importações de embalagens vazias tiveram um aumento de 26%, no primeiro semestre de 2007 em relação ao mesmo período do ano passado. O faturamento em importações foi de US$ 159 milhões.

Com isso, a balança comercial do setor manteve-se em superávit, no período, de US$ 70 milhões.

Fonte: Diário do Comércio-SP

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Na exportação de frango, Brasil está 25% à frente dos EUA

21/12/2007

Depois de reduzida a menos de 15% em 2006, a diferença entre as exportações de carne de frango brasileiras e norte-americanas voltaram a aumentar em 2007: entre janeiro e outubro, os embarques efetuados pelo Brasil estavam quase 25% acima dos realizados pelos EUA, média que tende a permanecer no final de 2007.

No decorrer deste ano, em apenas duas ocasiões os embarques dos dois países ficaram muito próximos: em junho, quando as exportações dos EUA aumentaram quase 30% em relação ao mês anterior, enquanto as do Brasil sofriam um refluxo de mais de 5%; e em setembro, quando a greve dos fiscais federais agropecuários ocasionou queda de 20% nos embarques brasileiros.

Projetadas para a totalidade do ano a partir do que foi embarcado até outubro, as exportações de EUA e Brasil chegarão a 2,586 e 3,225 milhões de toneladas, respectivamente, mantendo-se diferença de 24,74% a favor do Brasil.

Fonte: Avisite

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China estima queda na exportação de aço em 2008

21/12/2007

As exportações de aço bruto terão queda estimada de 20 milhões de toneladas em 2008, devido a cortes do governo chinês.

"A expansão das exportações não é o objetivo de desenvolvimento da indústria. Nós deveríamos insistir em satisfazer o mercado interno e executar a política governamental este ano", disse Luo Bingsheng, vice-presidente da China Iron & Steel Association.

Nos 11 primeiros meses de 2007, as exportações de aço fecharam em 58 milhões de toneladas, um ganho de 55% em relação ao ano anterior.

Bingsheng também informou que as autoridades do país consideram a possibilidade de introduzir uma tarifa de exportação de aço no próximo ano.

Segundo o pesquisador Wu Jiahuang, depois que a China entrou na Organização Mundial do Comércio (OMC), o total de exportações aumentou em uma média anual de 29%. Mas, a média de crescimento da taxa de exportação de produtos de aço foi de 60%.

Fonte: Gazeta Mercantil

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Cumbica e Congonhas operam apenas por instrumentos

Os dois principais aeroportos de São Paulo operam apenas por instrumentos no início da manhã desta sexta-feira (21), por causa da chuva, informa a Infraero.

Em Cumbica, das 19 partidas previstas entre a meia-noite e as 6h, três atrasaram mais de uma hora. Nenhuma foi cancelada. Em Congonhas ainda não há balanço das operações.

Fonte: G1

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Aeroporto Internacional opera sem restrições nesta sexta

21/12/2007

O Aeroporto Internacional de Campo Grande opera normalmente nesta sexta-feira (21 de dezembro). De acordo com a Infraero, não há restrições para pousos e decolagens e não há registros de atrasos e cancelamentos.

Fonte: Campo Grande News

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Aeroportos registram poucos atrasos nesta sexta-feira

21/12/2007

Após mais uma madrugada de longas filas e atrasos no Aeroporto Tom Jobim, na Ilha do Governador, subúrbio do Rio, a manhã desta sexta-feira (21) está um pouco mais tranqüila. Há registro de dez vôos atrasados de partida e sete vôos atrasados de chegada na manhã desta sexta-feira (21).

O pior atraso, segundo o balcão da Infraero, é de um avião vindo de João Pessoa previsto inicialmente para chegar às 22h45. Um outro vôo para Macéió, com partida prevista para as 9h15 foi remarcado para as 12h25. E quatro vôos de chegada e três de partida foram cancelados.

No Aeroporto Santos Dumont, no Centro do Rio, a situação é melhor. A Infraero registra apenas dois atrasos entre chegadas e partidas e 11 cancelamentos na manhã desta sexta.

Começou a funcionar nesta sexta-feira (21) o esquema especial de monitoramento da Infraero e o reforço da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) nos principais aeroportos do país para evitar o caos aéreo durante as festas de fim de ano. Equipes vão fiscalizar se as companhias aéreas estão informando corretamento os passageiros sobre possíveis atrasos nos vôos.

Rodoviária Novo Rio

A movimentação é tranqüila para quem vai viajar de ônibus. A saída e a chegada estão sem atraso na rodoviária da cidade. Cerca de 45 mil pessoas devem deixar o estado neste Natal somente pela Rodoviária.

Os destinos mais procurados dentro do estado são: Região dos Lagos, Costa Verde e Região Serrana. Já para fora do estado Espírito Santo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul são os campeões de procura.

Fonte: G1

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Acordo do Mercosul poderia ampliar leque

21/12/2007

A ampliação do leque de opções de defensivos ao produtor esbarra na falta de harmonização de regras do Mercosul. Pelo acordo do bloco, de 1996, 27 substâncias ativas e suas formulações podem ser comercializadas entre os países membros.

Mas o governo brasileiro, com regras de análise bem mais exigentes, que a vizinhança, descumpre o acordo de livre trânsito de agroquímicos.
Se uma empresa do Mercosul desejar vender no Brasil terá que registar esse produto no governo federal. O superintendente técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Ricardo Cotta, lembra que a não-internalização do acordo pelo Brasil foi motivo de decisão do Tribunal Arbitral do Mercosul, que resolveu, por unanimidade, declarar que o Brasil está em uma situação de descumprimento.

Conforme Luís Eduardo Rangel, da Coordenação Geral de Agrotóxicos e Afins (CGA), não é bem assim.

- Não é que o acordo não está sendo cumprido, estamos o implementando em etapas, já houve avanços. Agora, obviamente, nossa função é verificar questões de segurança. Atualmente, não há pedidos de registro de países do Mercosul - afirma Rangel.

Fonte: Zero Hora

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UE suspende tarifa para grão importado

21/12/2007

Ministros da União Européia concordaram ontem em suspender as tarifas de importação de quase todos os cereais para o resto do ano comercial de 2007/08, como uma resposta aos estoques apertados e os preços elevados, disse uma autoridade da Comissão Européia. Até 30 de junho de 2008, as taxas de importação da UE serão de zero para todos os cereais, com exceção de aveia, trigo-mouro e painço.

A Comissão Européia, braço executivo da UE, propôs a suspensão da tarifa no mês passado. Apesar de as atuais para cereais estarem baixas, as taxas de importação ainda se aplicavam a certos tipos de grãos importantes para o balanço do mercado da UE.

No caso do milho, por exemplo, a taxa de importação do bloco é de até € 54 por tonelada (intra-cota) e de € 94 (extra-cota), o equivalente a cerca de 73% do valor do produto, segundo dados do Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais (Icone).

“Suspender as taxas vai facilitar as importações de cereais de fora da UE e tirar um pouco da pressão sobre os mercados de grãos europeus”, disse, em comunicado, a comissária de Agricultura da UE, Mariann Fischer Boel. “Tivemos duas colheitas baixas na Europa e os preços estão altos”, completou.

Os mercados mundiais de grãos subiram neste ano, com os altos preços tendo efeitos sobre a ração animal e alimentando temores de inflação puxada pelos preços dos alimentos. A colheita de cereais da UE em 2007 deve ficar abaixo do nível do ano passado, em cerca de 3,5%, devido ao tempo seco e quente em abril, seguido por um verão fraco na Europa ocidental e à seca no sudeste. Com os estoques de grãos a níveis baixos, a UE, antes tradicional exportador de grãos, precisará de mais importações em 2007/08 do que em 2006/07. Segundo acordos internacionais, a UE tem tarifas determinadas para todos os cereais. Ela também aplica taxas variáveis para importar trigo de alta qualidade, trigo durum, centeio, milho e sorgo, taxas que nunca podem ficar acima das tarifas determinadas.

Fonte: Gazeta Mercantil

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Exportação industrial cresce 18% em novembro

21/12/20007

As vendas externas da indústria gaúcha em novembro cresceram 18%, comparadas ao mesmo mês em 2006, e chegaram a US$ 1,1 bilhão. Os números foram divulgados na quinta-feira pelo presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), Paulo Tigre. Os melhores resultados vieram dos segmentos de Refino de Petróleo (131%), Fumo (102%), Metalurgia Básica (69%), Máquinas e Equipamentos (50%) e Borracha e Plástico (41). “Os dados mostram um cenário positivo, seguindo o comportamento de expansão verificado ao longo de 2007″, explica Tigre.

Tiveram desempenho negativo: Material Elétrico e de Comunicação (-31%), Couro e Calçados (- 4%) e Química (-2%).

Já no acumulado do ano (janeiro a novembro), ante igual período de 2006, as vendas externas se elevaram em 21%, chegando a US$ 11,9 bilhões, e bem acima da média brasileira (15%). Os setores que mais cresceram foram Refino de Petróleo (200%), Metalurgia Básica (65%), Fumo (33%), Têxteis (31%), Máquinas e Equipamentos (31%) e Alimentos e Bebidas (22%). As únicas exceções ficaram com Couros e Calçados, que continuam negativos (-1%).

Em relação aos destinos dos produtos gaúchos, os Estados Unidos lideram as compras (12%), seguidos por China (10%), Argentina (10%) e Rússia (5%). “Estes resultados confirmam as expectativas de um bom ano para as exportações da indústria do Estado e, além disso, refletem um sólido desempenho no campo em 2007″, afirma Tigre.

Já nos produtos com intensidade tecnológica, os embarques cresceram 19%. Os resultados positivos para cada tipo de tecnologia foram: média-baixa (óleo diesel), 48%, média-alta (com destaque para tratores), 24%, e baixa (óleo de soja), 12%. Somente o segmento de alta tecnologia, especialmente microprocessadores, teve queda no período (-14%). As importações do Rio Grande do Sul nos 11 primeiros meses de 2007 subiram 25%, atingindo US$ 9,2 bilhões. As maiores compras foram de Material de Transporte (74%), Extrativa Mineral (23%), Química (36%) e Máquinas e Equipamentos (43%).

Fonte: Jornal do Comércio (RS)

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Minas mantém exportação para Europa

21/12/2007

A União Européia manteve Minas Gerais na lista dos Estados em condições de exportar carne bovina para os 27 países do bloco. A confirmação faz parte do documento enviado ao Ministério da Agricultura anunciando as restrições para compra de carne do Brasil. Porém, a partir do dia 31 de janeiro de 2008, além dos frigoríficos, as propriedades interessadas em exportar para a UE também devem ser credenciadas, além de seguir todas as exigências de rastreabilidade do rebanho.

Também poderá ser exportada a carne bovina de Santa Catarina, Espírito Santo, Goiás, Rio Grande do Sul e de algumas regiões do Mato Grosso. Uma comissão da UE esteve no país, em novembro, para auditar propriedades, empresas certificadoras e frigoríficos. Apesar de Minas Gerais ter obtido boa avaliação pelos europeus, terá que cumprir as exigências devido aos problemas pontuais encontrados em outros Estados visitados.

Lista de propriedades
O Brasil terá que fazer uma lista das propriedades em condições de atender às exigências da UE. Além disso, os europeus vão exigir que sejam enviados regularmente relatórios detalhados sobre as fazendas exportadoras. As auditorias internacionais também serão mais freqüentes. "Várias fazendas de Minas Gerais estão preparadas para atender às exigências da União Européia", afirmou o secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, Gilman Viana Rodrigues.

Segundo ele, cabe ao pecuarista decidir se vale a pena exportar para a Europa. "É preciso tomar uma decisão comercial. É simples. O desafio é cumprir o que foi negociado." No dia 27 de dezembro, representantes dos órgãos de defesa sanitária dos Estados exportadores se reúnem no Ministério da Agricultura, em Brasília, para traçar um plano de trabalho. Minas Gerais será representado pelo diretor-geral do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), Altino Rodrigues Neto. "As medidas são rigorosas, porém exeqüíveis", declarou o secretário Gilman Viana. Já no dia 28, o diretor-geral do IMA se reúne, em Belo Horizonte, com os representantes de frigoríficos mineiros que estão aptos a exportar para a União Européia.

O encontro será para detalhar os resultados da reunião do dia anterior e os planos do governo do Estado para enfrentar as novas exigências dos europeus. Em Minas Gerais, o IMA irá fazer um levantamento do número de propriedades aptas e interessadas em exportar para a União Européia e enviar a relação para o ministério. "Não será uma lista fechada. Até o dia 31 de janeiro, deveremos apresentar uma relação provisória de fazendas cujo rebanho poderá ser encaminhado aos frigoríficos brasileiros habilitados para a exportação", informou o secretário.

De acordo com a medida, a União Européia espera receber, até meados de março de 2008, relatórios de inspeção e auditoria relativos às fazendas que tenham sido listadas para, em seguida, enviar nova missão de auditoria ao Brasil. Posteriormente, poderão ser gradualmente acrescentadas novas fazendas à lista inicial.

No período de janeiro a outubro, as exportações acumuladas de carne ficaram em 1,384 milhão de toneladas, volume 11,31% superior ao registrado nos dez primeiros meses de 2006. A receita aumentou 16,13% no período, de US$ 3,191 bilhões para US$ 3,7 bilhões.

Fonte: O Tempo

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Rota do Sol já está aberta ao tráfego

20/12/2007



Uma solicitação antiga dos moradores da Serra gaúcha finalmente foi atendida nesta quinta-feira. Às vésperas do início do verão, a população viu a abertura definitiva da Rota do Sol, rodovia que liga a região ao Litoral Norte. A solenidade foi realizada junto ao viaduto da Cascata, na localidade de Aratinga, em São Francisco de Paula, com a presença da governadora Yeda Crusius.

A construção da Rota do Sol foi discutida pela primeira vez em 1931, na Câmara de Indústria e Comércio de Caxias do Sul. Os estudos da então chamada Estrada da Praia só se iniciaram em 1972. Agora, 35 anos depois, as obras finalmente foram concluídas.

Os trabalhos executados este ano são do percurso de 67,682 quilômetros entre o entroncamento com a RST 453 (Aratinga) e o entroncamento com a RS 786 (Estrada do Mar - Curumim). No total, a Rota do Sol tem 773 quilômetros, atravessando o Rio Grande do Sul, do Litoral Norte até São Borja, e reduz em mais de cem quilômetros o trajeto até as praias. Logo no primeiro dia de abertura da rodovia já foi registrado um engarrafamento grande, motivado pela proximidade das festas de fim-de-ano.

Após a abertura, a governadora visitou alguns trechos da via e prometeu que não será cobrado pedágio. "Estou muito feliz por entregar esta estrada em condições de segurança e trafegabilidade para a comunidade", disse. Yeda lembrou ainda que a conclusão dos trabalhos foi possível graças aos cortes de custeio que possibilitaram o seu término. "Apesar de cara, esta é uma obra estruturante e de suma importância", afirmou. Segundo o secretário de Infra-estrutura e Logística, Daniel Andrade, o governo do Estado aplicou, em 2007, R$ 32 milhões na rodovia.

O presidente da Comissão Pró-Rota do Sol, João Francisco Müller, ressaltou a importância da via. "Mesmo sabendo das dificuldades financeiras do Estado, a governadora se empenhou em buscar recursos para essa obra importante não apenas para a região como também para o Rio Grande do Sul", afirmou. "A estrada beneficia a logística do Estado ao facilitar o escoamento da produção do pólo metalmecânico e de fabricação de mobiliário da Serra, além de contribuir para o turismo, especialmente durante o período da temporada de veraneio".

Também presente na solenidade, o ex-governador Germano Rigotto agradeceu a Yeda por ter assumido o compromisso de finalizar a Rota do Sol. O evento ainda contou com o diretor-geral do Daer, Gilberto Cunha, o vice-presidente da Fiergs, Humberto César Busnello, o prefeito de Caxias do Sul, José Ivo Sartori, entre outras autoridades.

Fonte: Jornal do Comércio

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Exportadores prevêem que superávit caia 22% em 2008

20/12/2007

O câmbio desfavorável, com o dólar abaixo de R$ 2,00, levará o saldo comercial brasileiro a recuar 22,4% em 2008, o que trará de volta o déficit em transações do Brasil com o exterior, de acordo com a AEB (Associação de Comércio Exterior).

Na conta dos exportadores, as importações crescerão 15% no próximo ano –passando de US$ 120,99 bilhões para US$ 139,11 bilhões–, mais do que o dobro do ritmo de 6% de expansão das exportações –que subirão de US$ 159,32 bilhões para US$ 168,840 bilhões.

Com isso, o saldo comercial brasileiro, que até então financiava o balanço de transações correntes –conta que mede a negociação de bens e serviços com outros países–, seguirá positivo, mas recuará para US$ 29,730 bilhões. Para este ano, a AEB espera que a balança tenha saldo de US$ 38,33 bilhões.

Segundo José Augusto de Castro, vice-presidente da AEB, a previsão leva em conta a manutenção do atual “cenário benigno” para a economia internacional. “Se os EUA tiverem recessão ou houver algum problema na China que altere a demanda por commodities, os números serão piores”, disse.

“Estamos aguardando uma política industrial que aumente a eficiência da indústria. Só com a redução de custos, a indústria conseguirá exportar com essa taxa de câmbio”, disse Roberto Segatto, presidente da Abracex (Associação Brasileira de Comércio Exterior). Para os exportadores, a volta do déficit em transações correntes diminuirá a entrada de dinheiro no país e poderá levar o real a um câmbio de R$ 2 por dólar até o final de 2008.

Segundo a AEB, o crescimento das exportações brasileiras em 2008 dependerá basicamente de quatro produtos: petróleo, soja, minério de ferro e aviões. Para a associação, o aumento da receita exportada está mais ligado a uma elevação nas cotações das commodities do que o aumento das vendas.

“Com exceção de aviões, que seguem contratos longos e têm uma dinâmica própria, a taxa de câmbio tirou a competitividade dos produtos manufaturados. A balança [comercial] dependerá da exportação de produtos primários”, disse.

A expectativa é que a exportação de produtos básicos cresça 15,7% em 2008, atingindo US$ 58,63 bilhões –o equivalente a 34,7% da pauta de exportações, maior participação do segmento desde 1983. Por outro lado, os produtos manufaturados crescerão apenas 1,5%, somando US$ 106,910 bilhões -50,4% das exportações, menor proporção desde 1980, segundo a AEB.

A venda de aviões no exterior somará US$ 5,6 bilhões em 2008, recuperando a liderança perdida para os automóveis, que ficarão em US$ 4,5 bilhões. Para Castro, o câmbio deveria estar hoje entre R$ 2,40 e R$ 2,50 para que houvesse reação na venda dos manufaturados.

Fonte: Correio Braziliense

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Aeroportos terão esquema especial a partir de amanhã

20/12/2007

As companhias aéreas e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) anunciaram ontem um plano especial para dar melhor atendimento aos passageiros nas férias de fim de ano. Entre as medidas estão o aumento de funcionários nos aeroportos e pelo menos nove aeronaves extras em locais estratégicos. Segundo o ministro da Defesa, Nelson Jobim, o esquema prevê mais 40 pessoas em cada aeroporto administrado pela Anac. "A partir de sexta-feira haverá funcionários para compor isso", disse Jobim. Ele ressaltou que a diretora da Anac, Solange Paiva Vieira, ficará de plantão no Aeroporto de Congonhas. "Vai haver um controle bom", acrescentou o ministro.

"Temos de tratar bem os clientes, pois é quando as empresas mais faturam", diz o diretor executivo da OceanAir Renato Pascowitch, que colocará dois aviões de reserva. A TAM terá quatro aviões extras e a Gol, três.

Fontes militares ouvidas pelo Estado alertam para possível operação-padrão dos controladores de vôo a partir de hoje. No entanto, manifesto no site da Federação Brasileira de Associações de Controladores de Tráfego Aéreo (Febracta) garante que "não há "encaminhamento nesse sentido".

Fonte: Estadão

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Ferrovia recebe recurso

20/12/2007

As ferrovias brasileiras vão receber investimentos de R$ 796 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para melhorar o transporte de passageiros. A informação é do diretor da Política Nacional de Transportes do Ministério dos Transportes, Afonso Carneiro Filho. Ele disse que os investimentos no transporte ferroviário de passageiros é uma das prioridades do Ministério dos Transportes, nesta gestão do presidente Lula.

Fonte: Gazeta Mercantil

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Quatro Estados começam a exportar para a China

20/12/2007

O presidente do Fórum Nacional Permanente de Pecuária de Corte, AntenorNogueira, da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) afirmou ontem que Brasil e China fecharam no mês passado um acordo para exportação de carne bovina brasileira para aquele país.

Segundo Nogueira, a China autorizou a compra do produto fornecido pelo Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rondônia e Acre. Os embarques do produto gaúcho já começaram.

Nogueira explicou que a China tem necessidade de importar carne para recompor estoques, por causa da proximidade das Olimpíadas, que serão realizadas em Pequim no ano que vem. O acordo não havia sido divulgado pelo Ministério da Agricultura brasileiro. Para o ano que vem, a estimativa dos técnicos da CNA é que a China importe 300 mil toneladas de carne bovina in natura desossada.

REUNIÃO NA OIE

O dirigente embarcou ontem hoje para a França, para pedir à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), uma reunião extraordinária em janeiro para que seja reavaliada a situação sanitária dos circuitos pecuários leste e centro-oeste.

Segundo Nogueira, esses circuitos estão suspensos desde 2005, quando foram diagnosticados casos de febre aftosa nos rebanhos do Paraná e Mato Grosso do sul.

Ele explicou que, no caso da China, os importadores não têm autorização para comprar carne de regiões que sejam classificadas como suspensas pela OIE. Nogueira defende então a reclassificação desse circuitos, já que os trabalhos para erradicação dos focos foram concluídos.

Fazem parte desses circuitos os Estados do Paraná, São Paulo, Mato Gross, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Tocantins, Sergipe, Bahia e Espírito Santo.

Fonte: Agência Estado

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Suíça aprova acordo de cooperação com Brasil

20/12/2007

O Parlamento da Suíça deu sua aprovação nesta semana a um acordo de cooperação jurídica com o Brasil, cujo objetivo é facilitar a troca de informações sobre suspeitos de crimes financeiros e de corrupção. Segundo um especialista em bancos suíços, porém, a ratificação pouco ajudará para incriminar suspeitos e menos ainda para rastrear contas e forçar a devolução de fundos desviados.

Para o ex-deputado suíço Jean Ziegler, autor de livros famosos e polêmicos sobre a lavagem de dinheiro no país, as medidas contidas em acordos de cooperação são "cosméticas", pois as leis domésticas permitem que o intercâmbio de informações seja contestado e protelado durante anos pela defesa dos acusados. Em alguns casos, até que os crimes em questão sejam prescritos.

O acordo, assinado em 2004 pelo então ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, e seu equivalente na Suíça, o controvertido líder ultranacionalista Christoph Blocher, levou mais de três anos para passar no Parlamento suíço. Agora, precisa ser ratificado pelos dois governos para entrar em vigor.

Além de lavagem de dinheiro, o tratado prevê cooperação contra corrupção, tráfico de drogas e de armas e exploração sexual de crianças e de mulheres. Mas não inclui casos de evasão fiscal, prática que não é considerada crime na Suíça.

Ziegler chama a atenção para a resistência dos bancos e seu forte lobby no Parlamento para explicar por que o acordo levou três anos a aprovação. Para o ex-deputado socialista, o governo suíço tem interesse em firmar cooperações para melhorar a má reputação internacional do país quando o assunto é lavagem de dinheiro. No entanto, pouco deve mudar na prática. "Só em Genebra há 1.100 advogados especializados em sabotar todo tipo de pedido para investigar contas de estrangeiros", diz Ziegler.

No Brasil o acordo já fora aprovado pelo Congresso em 2006. A esperança das autoridades brasileiras é de que a ratificação do acordo agilize a troca de informações sobre brasileiros suspeitos de crimes que enviaram dinheiro para a Suíça.

Mesmo com a entrada em vigor do acordo bilateral, porém, valores bloqueados na Suíça só poderão ser devolvidos quando houver uma decisão judicial em última instância, conforme dita a lei de cooperação judiciária internacional, alertam autoridades judiciais em Berna.

Isso significa que o tratado não deve alterar a situação dos milhões desviados em casos como o do ex-juiz Nicolau dos Santos Neto e dos fiscais da fazenda do Rio no governo Garotinho, que ficarão bloqueados até condenação final no Brasil.

Fonte: Folha de S.Paulo

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Navios importados

20/12/2007

No Brasil, a abertura da cabotagem a estrangeiros é uma opção definitivamente descartada pelo presidente Lula. A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, foi a grande responsável pela decisão. No entanto, o Governo estuda permitir em breve a importação temporária de navios - somente navios novos e sem uso de recursos do Fundo de Marinha Mercante.

A proibição de uso de dinheiro oficial na importação de navios atende à construção naval que não quer ser prejudicada com importações, mas acaba mesmo privilegiando os grandes armadores internacionais. Sem financiamento público, é praticamente impossível empreendedores nacionais comprarem embarcações.

Fonte: PortoGente-Santos

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Ecovias garante início das obras em 2 meses

20/12/2007

As obras do viaduto sobre a passagem de nível no Km 262 da Rodovia Cônego Domênico Rangoni (antiga Piaçaguera-Guarujá) vão começar em dois meses. A afirmação foi feita ontem pelo presidente da Ecovias, Marcelino Seras, durante a última reunião deste ano do Comitê de Logística do Porto de Santos.

Fonte: A Tribuna-Santos

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Exportações do Rio batem recorde e vão a US$ 1,1 bi em nov

20/12/2007

As exportações do Estado do Rio de Janeiro registraram recorde em novembro e chegaram a US$ 1,1 bilhão, 12,1% acima do valor alcançado no mesmo mês do ano passado. Quatro setores foram os principais responsáveis pelo crescimento: borracha, material de transporte, extrativa mineral e química.

O petróleo continua a ser o principal item da pauta, respondendo por 64,5% das vendas ao exterior. Os dados estão no boletim Rio Exporta, divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN) com base nos dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

O saldo da balança comercial do Rio em novembro ficou positivo em US$ 133 milhões, já que as importações também bateram recorde, chegando a US$ 929 milhões. As indústrias metalúrgica e extrativa mineral puxaram o número. O saldo comercial acumulado do ano cresceu 6,3% em relação a 2006, para US$ 3,8 bilhões - foram US$ 12,5 bilhões exportados e US$ 8,7 bilhões importados.

Os Estados Unidos aparecem como o principal destino das exportações fluminenses (US$ 271 milhões, ou 25,5% do total), especialmente por conta de petróleo e gás natural. O país também é o maior comprador, com US$ 216 milhões, ou 23,2% do total.

Com os dados de novembro, o Rio alcançou 7,6% de participação nas exportações brasileiras. Esse número chegou a 7,7% nas importações. As compras têm crescido, nos últimos três meses, mais do que as vendas, refletindo o aquecimento do mercado interno. No acumulado de 12 meses, as importações cresceram 27%, contra 21,7% das exportações.

Na pauta de produtos exportados no mês, tiveram desempenho destacado embarcações, peças e acessórios (alta de 464,2% em relação a novembro de 2006), gasolina automotiva (54,3%) e peças e veículos (41,3%). Os recuos mais importantes foram máquinas, equipamentos e instalações de uso geral (-93,9%), outros produtos metalúrgicos (-82,6%) e laminados de aço (-55,7%).

A pauta de importações teve como destaque o petróleo, com alta de 61,8%. Sozinho, o produto é responsável por 21,2% do volume total de compras. Categorias como outros produtos metalúrgicos (218,2%), carvão e outros combustíveis minerais (81,7%) e outros veículos, peças e acessórios (63,7%) também contribuíram para a alta.

Fonte: Agência CNI

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Exportações do Ceará crescem 18,8% e atingem US$ 1,047 bi

20/12/2007

As expectativas foram confirmadas e as exportações do Ceará totalizaram US$ 1,047 bilhão de janeiro a novembro de 2007, um aumento de 18,8% em relação ao mesmo período no ano anterior. A taxa foi superior a do crescimento das vendas externas nacionais (16,6%) e consideravelmente superior à nordestina (15%). Os dados são da pesquisa Ceará em Comex, divulgada nesta quarta-feira (19/12) pelo Centro Internacional de Negócios (CIN) da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), com base em dados da Secex/MDIC.

As exportações cearenses em novembro de 2007 alcançaram US$ 100 milhões, valor 23,3% superior ao alcançado em novembro de 2006 (US$ 81,1 milhões). Comparando-se as exportações de novembro de 2007 (US$ 100 milhões) com os US$ 112,2 milhões exportados em outubro, houve uma diminuição de 10,9%.

Apesar de ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão, o Ceará mantém a terceira posição entre os estados exportadores nordestinos, com índice de participação em 8,2%. Em termos nacionais, o estado mantém a 14ª posição na lista de estados exportadores.

A diversificação de produtos aumentou em 7,5% de janeiro a novembro deste ano em relação ao mesmo período de 2006. Foram 791 tipos de produtos exportados. Calçados, castanha de caju e couros continuam como líderes da pauta exportadora. Destaque para o setor de móveis, que teve crescimento de 78,5% em suas exportações. Apresentaram quedas significativas os setores de tambores de freios (- 73,9%), camarão (- 64,6%) e lagosta (- 14%).

Apesar do resultado positivo das exportações no período de janeiro a novembro, a balança comercial ficou negativa em US$ 281 milhões. Resultado da diferença entre US$ 1,328 bilhão importado contra US$ 1,047 bilhão exportados. O valor acumulado com importações apresentou crescimento de 32,1% em relação ao mesmo período de 2006 (US$ 1,007 bilhão). Este aumento, quando comparado ao ano passado, deve-se principalmente ao crescimento das compras de óleo diesel (US$ 418 milhões) e trigo (US$ 139 milhões) com taxas de crescimento em 45,2% e 59,5%, respectivamente.

Fonte: Agência CNI

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China prevê aumento nas importações de soja

20/12/2007

As importações chinesas de soja devem dobrar e representar 45% do comércio mundial da commodity até o terceiro trimestre de 2008, de acordo com a China Cereal Oil & Food Company, maior exportadora e importadora de óleo de soja do país. A estimativa segue-se à redução das tarifas sobre importação de soja, anunciadas pelo governo chinês em setembro, que objetivou amenizar o aumento do preço do produto e derivados.

Apesar do registro de crescimento nas importações chinesas totais de soja em grãos, as exportações brasileiras do cereal para a China sofreram queda de 6,5% no acumulado de janeiro a novembro de 2007. Contudo, as exportações brasileiras de óleo de soja para a China cresceram cerca de 100% em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Fonte: Portal Fator Brasil

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Obras nas BRs 104 e 408 passarão a integrar o PAC

As rodovias passarão do Departamento de Infra-Estrutura Nacional de Transportes (Dnit) para o Departamento de Estradas e Rodagens (DER) do Estado


Recife - As obras de duplicação e restauração das BRs 104 e 408 serão incluídas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O anúncio da inclusão foi realizado, ontem, no Palácio Campo das Princesas, pelo governador Eduardo Campos ao assinar o convênio de delegação da BR-104. As atividades estão orçadas em R$ 385 milhões e, ainda para este ano, serão repassados R$ 78,3 milhões com o objetivo de dar início às obras previstas para abril. Na última terça-feira, foi assinado o convênio de delegação da BR-408, em Brasília.

As rodovias passarão do Departamento de Infra-Estrutura Nacional de Transportes (Dnit) para o Departamento de Estradas e Rodagens (DER) do Estado. A ação vai atender os cerca de 26 mil veículos que passam por essas duas rodovias em dias de pico, sendo 12 mil na BR-408 e 14 mil na BR-104, para ter acesso aos pólos de confecções e cerâmica e à zona canavieira, sendo que o limite é de oito mil carros.

Do total investido, R$ 270 milhões destinam-se aos 51,4 quilômetros da BR-104 e R$ 115 milhões ao trecho de 21 quilômetros, dos 42 da BR-408. A previsão para a entrega dos primeiros trechos das duas rodovias é em 2009. As duas rodovias ficarão sob responsabilidade do Estado para restaurar e duplicar por 25 anos, podendo ser renovado para mais outros 25.

Fonte: Folha de Pernambuco

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Terminais da Infraero registram crescimento de 17%

A Infraero apresentou, no acumulado de janeiro a novembro de 2007, crescimento na movimentação de carga exportada e importada, via aérea, em relação ao mesmo período do ano anterior. Na movimentação de carga exportada, a empresa registrou crescimento de 8,5%, passando de 237.491 toneladas para 257.722 este ano. Com relação à carga importada, o crescimento verificado foi de 23,8%, passando de 297.961 toneladas para 368.874. Na soma das importações e exportações, o crescimento foi de 17%, passando de 535,4 mil toneladas para 626,5 mil toneladas, no acumulado de janeiro a novembro deste ano.

A movimentação de carga, até o mês de novembro deste ano, representou R$ 672 milhões, incluído o Adicional Tarifário (ATAERO). Em 2006, este número foi de R$ 618 milhões, o que representa um aumento de 8,7%. A expectativa da Infraero, conforme revisão da proposta inicial, é de fechar o ano com R$ 725 milhões em receita de carga. Vale ressaltar que, do total de R$ 217 milhões do ATAERO arrecadado com as Tarifas de Armazenagem e de Capatazia, apenas 41,5% são destinados à Infraero, o que representa o montante de R$ 90 milhões. Este é um dos setores mais rentáveis da empresa, que, no ano passado, representou 22% da receita bruta total da Infraero.


Terminais

Dos 32 terminais de logística de carga brasileiros, todos administrados pela Infraero, o primeiro em arrecadação é o do Aeroporto Internacional Governador André Franco Montoro, em Cumbica, Guarulhos, que movimentou até o mês passado R$ 215 milhões com ATAERO, e R$ 145 milhões, se desconsiderar o Adicional Tarifário.Em seguida, vêm os terminais dos Aeroportos de Viracopos/Campinas, Galeão e Manaus.


Produtos

Além do crescimento da produção industrial brasileira, um dos fatores importantes para a retomada das exportações é a mudança do perfil do importador/exportador no Brasil, atualmente muito mais voltado para produtos de alto valor agregado.

Entre as mercadorias que mais apresentaram crescimento na movimentação de carga internacional estão celulares, DVDs e eletroeletrônicos em geral. Antes, o Brasil só exportava produtos de baixo valor agregado, como couro e frutas.


Fonte: Agencia Estado

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