30 abril, 2007

Baixa do dólar provoca crise entre exportadores

A baixa do dólar também provocou uma crise entre as empresas exportadoras de pescado no Ceará. Em 2005, o Estado continuou como o principal exportador, sendo responsável por 26,8% (US$ 108,3 milhões) das exportações globais do setor pesqueiro. O volume exportado representou 26,7% da produção total do Estado (64.020,5t).

Mas devido a valorização do real frente ao dólar muitas empresas tiveram que redirecionar os seus negócios. Algumas como a SM Pescados, que até março deste ano exportava (peixe, camarão e lagosta), em média US$ 7 milhões/ano de camarão de cativeiro, encerram as atividades. Segundo informações apuradas pelo O POVO, este ano também fechou a Compescal, de Aracati. E nos últimos dois anos também saíram desse mercado a Celpex e a Ipecea.

A Ipesca não parou de exportar, mas teve problemas burocráticos, segundo o presidente Mark Kleinderg, e passou vários meses sem vender para a União Européia. Depois terceirizou a atividade para essa região através da RB Aqüicultura. "Continuamos exportando normalmente para o mercado japonês e americano", afirma o empresário. Atualmente, a empresa exporta cerca de 100 toneladas de pescado (camarões e peixe).

Com 40 anos no setor de captura, industrialização e exportação de pescados - peixes, camarão e lagosta - , o grupo Empesca redireciona o foco e transfere parte da produção para o comércio em restaurantes e hotéis brasileiros. "A meta é chegar a 40%, mas no momento estamos com 20%", comenta o diretor de gestão de compras do mercado interno, Ricardo Carvalho. A empresa, que até o ano passado registrava faturamento anunciado de R$ 100 milhões anuais, exclusivamente através da exportação, hoje, já projeta reduzir a sua participação para R$ 80 milhões no mercado externo, como forma de atender o mercado interno. As vendas no Brasil para o Pará, Bahia, Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo, além de outros mercados vão compensar a redução.

Hoje a empresa exporta cerca de 1.000 toneladas/ano de camarão para a Europa (Espanha e França). Para os Estados Unidos e Japão a empresa vende lagosta e outros produtos. Com frota própria de 55 barcos pesqueiros de camarão e mais 250 embarcações parceiras, especialmente na pesca da lagosta e peixes, a Empesca opera no litoral do Ceará, Pará, Rio Grande do Norte e Rio de Janeiro. Através da Pesqueira Maguary, uma das oito empresas que compõem o grupo, ela atua na captura dos camarões rosa e carabineiro, do atum, do meka (peixe espada), piramutaba (cat fish), peixes vermelhos, além da lagosta. (AD)


Fonte:O Povo OnLine

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Empresários vão arcar com investimentos em ferrovias

O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) prevê o investimento de R$ 7,86 bilhões na infra-estrutura ferroviária do país até 2010. A maior parte dos desembolsos será feito pelo setor privado. De um total de 2.518 quilômetros de ferrovias contemplados pelo pacote, só 211 receberão recursos públicos.

Trata-se de linhas de transporte de carga. Os passageiros foram beneficiados pelo PAC por meio de investimentos em metrôs - R$ 3,1 bilhões até 2010 - nas cidades de Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte e São Paulo.

O vice-presidente da Agência de Desenvolvimento de Trens Rápidos Entre Municípios (Ad-trem), Gerson Toller, acha que o governo federal deve ter uma maior participação no setor. Segundo Toller, o trem-bala entre São Paulo e o Rio de Janeiro terá mais chances de sair do papel se o Executivo assumir parte do risco do empreendimento.

- No mundo todo os trens de alta velocidade foram construídos pelos governos. O retorno é lento e são projetos que demandam muito dinheiro - disse Toller. - O ideal é uma Parceria Público-Privada (PPP). O governo fica com a construção e a iniciativa privada com a parte dos equipamentos e a operação.

O trem-bala mais famoso do mundo liga as capitais da Inglaterra e da França. Mas por toda a Europa passageiros podem viajar nos trens de alta velocidade, assim como no Japão e na China. Em dezembro de 2002, o governo chinês gastou US$ 1 bilhão para construir uma linha de apenas 8 minutos, que liga Xangai ao aeroporto da cidade.

Fonte: Jornal do Brasil

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Infraero registra 7% de atrasos nos aeroportos brasileiros

Dos 500 vôos programados para decolar da meia-noite de sábado até as 11 horas deste domingo, em todo o país, 36 (7,2%) registraram atrasos acima de uma hora e outros 20 (4,0%) foram cancelados, segundo dados divulgados pela Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero). De acordo com balanço divulgado às 18 horas deste sábado, um quarto dos vôos programados atrasou mais de uma hora nos aeroportos brasileiros, após um período de relativa tranqüilidade.

Os aeroportos que apresentaram maior número de atrasos entre a meia-noite de sábado e as 11 horas de hoje foram o de Salvador, com nove vôos (25,7%) atrasados e um cancelado (2,9%), e Fortaleza, com cinco vôos atrasados (19,2%), apesar de nenhum cancelamento.

O aeroporto de Porto Alegre foi o que registrou o maior número de cancelamentos: três, o equivalente a 17,6% do total (17) programado para decolar.

No aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, dos 91 vôos programados, apenas dois sofreram atrasos (2,2%) e um foi cancelado. Em Congonhas, a situação também foi tranqüila. Dos 64 previstos para decolar, nenhum atrasou e três (4,7%) foram cancelados.

Os aeroportos de Goiânia e Curitiba não registraram nenhum vôo cancelado ou atrasado.


Fonte:Correio do Brasil

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Baixa do dólar provoca crise entre exportadores

A baixa do dólar também provocou uma crise entre as empresas exportadoras de pescado no Ceará. Em 2005, o Estado continuou como o principal exportador, sendo responsável por 26,8% (US$ 108,3 milhões) das exportações globais do setor pesqueiro. O volume exportado representou 26,7% da produção total do Estado (64.020,5t).

Mas devido a valorização do real frente ao dólar muitas empresas tiveram que redirecionar os seus negócios. Algumas como a SM Pescados, que até março deste ano exportava (peixe, camarão e lagosta), em média US$ 7 milhões/ano de camarão de cativeiro, encerram as atividades. Segundo informações apuradas pelo O POVO, este ano também fechou a Compescal, de Aracati. E nos últimos dois anos também saíram desse mercado a Celpex e a Ipecea.

A Ipesca não parou de exportar, mas teve problemas burocráticos, segundo o presidente Mark Kleinderg, e passou vários meses sem vender para a União Européia. Depois terceirizou a atividade para essa região através da RB Aqüicultura. "Continuamos exportando normalmente para o mercado japonês e americano", afirma o empresário. Atualmente, a empresa exporta cerca de 100 toneladas de pescado (camarões e peixe).

Com 40 anos no setor de captura, industrialização e exportação de pescados - peixes, camarão e lagosta - , o grupo Empesca redireciona o foco e transfere parte da produção para o comércio em restaurantes e hotéis brasileiros. "A meta é chegar a 40%, mas no momento estamos com 20%", comenta o diretor de gestão de compras do mercado interno, Ricardo Carvalho. A empresa, que até o ano passado registrava faturamento anunciado de R$ 100 milhões anuais, exclusivamente através da exportação, hoje, já projeta reduzir a sua participação para R$ 80 milhões no mercado externo, como forma de atender o mercado interno. As vendas no Brasil para o Pará, Bahia, Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo, além de outros mercados vão compensar a redução.

Hoje a empresa exporta cerca de 1.000 toneladas/ano de camarão para a Europa (Espanha e França). Para os Estados Unidos e Japão a empresa vende lagosta e outros produtos. Com frota própria de 55 barcos pesqueiros de camarão e mais 250 embarcações parceiras, especialmente na pesca da lagosta e peixes, a Empesca opera no litoral do Ceará, Pará, Rio Grande do Norte e Rio de Janeiro. Através da Pesqueira Maguary, uma das oito empresas que compõem o grupo, ela atua na captura dos camarões rosa e carabineiro, do atum, do meka (peixe espada), piramutaba (cat fish), peixes vermelhos, além da lagosta. (AD)


Fonte:O Povo OnLine

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Interboats vai produzir barcos

No total, o Codam aprovou 32 projetos, dos quais 15 são de implantação de novas empresas e 17 são propostas de diversificação. As organizações têm o período de três anos para aplicar os R$ 543,54 milhões projetados e abrir 2.012 postos de trabalho.

Um dos projetos de implantação anuído na reunião foi o da Interboats Embarcações, com recursos anunciados de R$ 8,99 milhões e perspectiva de contratação de 74 trabalhadores. A indústria naval vai produzir embarcações de fibra de vidro a motor, com características de passeio. O tamanho dos barcos vai variar de 34 a 40 pés, ou seja, de 11 a 13 metros.

Segundo o consultor da empresa, Aílson Rezende, o grupo investidor é do Rio de Janeiro, que já alugou um prédio no Distrito Industrial para o funcionamento da fábrica.

Entretanto, a data do início das atividades ainda

não foi definida. Os recursos financeiros são dos sócios, que atuam com a representação e revenda de barcos no Rio de Janeiro. Já o aporte tecnológico eles conseguiram com a empresa italiana Cranch Contiere, que é centenária na fabricação de barcos, mencionou.

Rezende disse ainda que a Interboats Embarcações também já recebeu os incentivos da Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus) para fabricar seus produtos no Amazonas.

Fonte: Jornal do Comércio Manaus - Manaus,AM

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Gol pode ceder aviões à Nordeste

A Gol estuda a possibilidade de ceder seis aviões para a Nordeste (antiga Varig), companhia aérea que continua em processo de recuperação judicial, até janeiro do próximo ano. O Valor apurou com fontes próximas às companhias aéreas que o aporte de recursos na Nordeste via cessão de aeronaves seria uma forma de a Gol evitar riscos de sucessão fiscal e trabalhista.

Para advogados ouvidos pelo Valor, a quebra da Nordeste poderia representar riscos ainda maiores de a companhia aérea da família Constantino herdar os passivos da Varig, da ordem de R$ 7 bilhões.

Os compromissos financeiros assumidos pela Nova Varig, assim como receitas do aluguel de alguns imóveis, do Centro de Treinamento Operacional e de estações de rádio não estão sendo suficientes para manter as operações da companhia.

O rombo mensal no fluxo de caixa da companhia aérea varia entre R$ 1 milhão e R$ 2 milhões. Mesmo que a companhia aérea volte a operar rotas em setembro, conforme prevê o seu plano de negócios, a empresa ainda precisaria de pelo menos R$ 40 milhões em dinheiro novo para se manter até lá, segundo uma fonte da Nordeste.

Em reunião na última sexta-feira no Rio com os juízes responsáveis pelo processo de recuperação judicial da Varig e com representantes do fundo de pensão Aerus, o presidente da Gol, Constantino de Oliveira Jr., teria afirmado, segundo fontes presentes ao encontro, que a companhia não pretende competir com a Nordeste.

A idéia é que a companhia aérea tenha rotas alternativas às da Gol e da TAM nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil. Procurada pelo Valor, a Gol informou por meio de sua assessoria de imprensa que não comentaria o assunto.

Durante o encontro, Junior teria se comprometido a recontratar pelo menos 2.100 funcionários da Varig até o fim de 2008. Além disso, teria afirmado que a área técnica da Gol estuda de que forma poderá antecipar o resgate de duas debêntures conversíveis em ações da VRG Linhas Aéreas no valor de R$ 100 milhões às classes 1 (trabalhadores) e 2 (Aerus, BR Distribuidora, Infraero, empresas de leasing e Banco do Brasil) de credores da antiga Varig.

O plano de recuperação da companhia aérea prevê o resgate desses papéis, emitidos em 17 de janeiro, em até dez anos com remuneração fixa de 8,4% ao ano. "Esta conta é complexa porque envolve conversão em participação acionária. Como saber o preço da ação daqui a dez anos? Além disso, ainda tem que ser feito um cálculo de deságio. Não é tão fácil quanto parece", disse uma fonte envolvida nas negociações. O resgate das debêntures, no entanto, ainda depende da aprovação dos credores da companhia aérea.

A juíza da 2ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, Márcia Cunha, afirmou ao Valor que a Gol vem buscando uma solução jurídica para resolver o impasse em torno das rotas internacionais que não estão sendo operadas pela Varig. A companhia aérea tem até junho para voltar a voar nessas rotas. Caso não assuma as freqüências no prazo, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) deverá retomá-las e redistribuí-las entre as eventuais companhias aéreas interessadas. A Gol estuda pedir a prorrogação do prazo, embora a Anac já tenha se pronunciado contra o adiamento.

Fonte: Valor Econômico

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Nilo será alvo de ações

O boom imobiliário e comercial no entorno da Nilo Peçanha valorizou os espaços na avenida e a colocou na vitrina da cidade. Mas no encalço do desenvolvimento vieram diversos problemas no trânsito, hoje uma preocupação para os moradores dos bairros da região.

Engarrafamento de dia, excesso de velocidade à noite e falhas na sinalização complicam a vida de quem usa diariamente a via de três pistas. Em função disso, a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) promete medidas ainda para este ano.

Com início numa rótula e fim noutra, a Nilo tem três quilômetros de extensão. É pequena se comparada às gigantes Protásio Alves e Assis Brasil. Mas, nos últimos anos, ficou sobrecarregada. O fluxo intenso deixou 54 pessoas feridas em 296 acidentes em 2006.

Um dos maiores problemas está na rótula com a Nilópolis, ponto de constantes engarrafamentos. A prefeitura diz que a questão está perto de ser resolvida. Está em análise final um projeto de substituição da rotatória por semáforos.

Durante a noite, a via é pista para imprudentes

Da janela do seu apartamento no 11º andar, a corretora de imóveis Fátima Camozzato se acostumou a ver a confusão na rótula.

Os pedestres precisam de ginga para desviar dos carros e cruzar a avenida. Acidentes ocorrem quase todo dia.

- Em horários de pico, é preciso esperar mais de 20 minutos para cruzar as pistas. Já presenciei diversos atropelamentos - diz Fátima, moradora da Nilo há 18 anos e testemunha do aumento no fluxo de veículos nos últimos anos.

Quando anoitece, a via é pista para motoristas imprudentes. Os pardais em dois pontos (veja mapa) não evitam rachas. Os pontos mais críticos ficam entre a Teixeira Mendes e a João Wallig.

O diretor de Trânsito e Circulação da EPTC, José Wilmar Govinatzki, admite que o trânsito da Nilo precisa ser reavaliado. A implantação de novos controladores é estudada.

- Estamos analisando pontos para instalar pardais ou lombadas eletrônicas - adianta Govinatzki.

Fonte: Zero Hora/RS

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Fábrica de motores da Ford entra em operação na China

A primeira linha de fabricação de motores da Ford na China, associada à Mazda e à empresa chinesa Chang'an, com um investimento conjunto de US$ 312,5 milhões, começou a funcionar em Nanquim, capital da província de Jiangsu, no leste do país. A informação é da agência de notícias EFE.

A Chang'an controla 50% do capital da nova fábrica. Ford e Mazda têm 25% cada. A implementação da fábrica faz parte da estratégia da Ford de estabelecer cada vez mais processos de produção de autopeças na China a fim de aumentar a competitividade global.


Fonte:O Tempo - MG

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Petrobras estuda possibilidade de emitir títulos em real

CAMBRIDGE (Reuters) - A Petrobras considera a possibilidade de emitir títulos de longo prazo atrelados ao real, segundo o gerente de relacionamento com investidores da empresa.

"Estamos estudando isto. Seria um título de longo prazo que nos ajudaria a desenvolver a curva de rendimentos brasileira", afirmou Raul Adalberto de Campos à Reuters durante uma conferência em Cambridge no fim de semana.

Ele se recusou a fornecer mais detalhes.

O Tesouro brasileiro já emitiu títulos atrelados ao real com duração de 20 anos.

Analistas esperam que as companhias sigam o exemplo do Tesouro com a venda de títulos em moeda local nos mercados internacionais, aproveitando o interesse dos investidores por fundos de alto rendimento.

O real vem sendo negociado próximo da maior alta em seis anos, aumentando o apelo dos papéis atrelados à moeda.


Fonte:Reuters Brasil

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Grupos injetam R$ 240 mi no Porto de Santos

s companhias com operação logística no Porto de Santos, o maior do País, estão otimistas em relação ao crescimento projetado para este ano. Somados, os investimentos previstos pelas empresas Santos Brasil, Libra Terminais e Marimex resultam em R$ 240 milhões, valor destinado apenas às operações no Porto de Santos.

Segundo Fabrizio Pierdomenico, diretor comercial e de Desenvolvimento da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), o ritmo de crescimento no Porto de Santos tem demonstrado um enorme potencial de ampliação. Do total de 53,4 milhões de toneladas movimentadas em 2002, o Porto saltou para 76,3 milhões, em 2006.

Para os próximos dez anos, há um potencial de investimento em infra-estrutura da ordem de US$ 2 bilhões, contando com Barnabé-Bagres. Além de existir a possibilidade de criação de dois novos terminais em áreas invadidas, o aprofundamento do calado, que deve estar pronto até 2010, deve aumentar em até 30% a capacidade produtiva do porto?, estima Pierdomenico.

A Brasil Terminais Portuários (BTP), holding européia, investirá R$ 700 milhões na construção de um terminal na área do antigo Lixão da Alemoa. Com início de operações previsto para até cinco anos, a companhia deve movimentar, no mínimo, 3,5 milhões de toneladas de carga ao ano.

Estratégia

Em função da restrição de expansão física no porto a que grande parte das empresas está sujeita, alguns grupos utilizam áreas externas para expandir a movimentação. É o caso da Libra Terminais, que opera terminais de contêineres em três portos brasileiros Santos, Rio de Janeiro e Imbituba, em Santa Catarina e planeja investir R$ 30 milhões nas operações no Porto de Santos. Sua estratégia está calcada na ampliação da área de armazenamento em Cubatão, que servirá de alicerce para contornar os limites de crescimento no próprio porto.

Para dar suporte externo às nossas operações em Santos e ampliar a movimentação de cargas, estamos montando um centro de armazenamento em Cubatão. Essa área-satélite será responsável por toda a parte de armazenamento frigorífico, comenta Ricardo Sproesser, diretor comercial adjunto da empresa. Atualmente, o Porto de Santos representa 70% das operações da Libra e a expectativa de elevação da movimentação de cargas para este ano, apenas em relação à atuação em Santos, é de 7%.

A Marimex, que atua como instalação portuária alfandegada, pretende, em 2007, elevar em até 20% o faturamento de R$ 60 milhões, obtido no ano passado. A expectativa é atrelada a uma nova logística operacional, com aumento do volume de carga movimentada, incremento no transporte rodoviário e credenciamento para operar cargas controladas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O crescimento estimado para a movimentação de importações é de até 20% e a Marimex deve ter um acréscimo da ordem de 30 mil TEUs (sigla em inglês para twenty-foot-equivalent unit, padrão internacional que transforma todos os contêineres em unidades de 20 pés) de exportações.

Investimentos

Com perspectivas de desenvolvimento ainda voltadas para o Porto de Santos, a Marimex investiu, no primeiro trimestre do ano, R$ 5 milhões em equipamentos operacionais, instalação de 3 mil posições de paletes para estocagem e informática. A meta para o segundo semestre é investir outros R$ 5 milhões.

Voltada para o atendimento de agentes de carga e projetos para cargas especiais, a companhia está adotando a distribuição de carga fracionada entre portos e estudando a distribuição a partir da planta do cliente, como novos serviços a serem desenvolvidos neste ano. A expansão da frota própria também já foi iniciada.

A Santos Brasil, operadora do Terminal de Contêineres de Santos (Tecon 1), investirá R$ 200 milhões no Porto de Santos, ao longo deste ano. Há cerca de um mês, a companhia fez uma nova aquisição, ainda não divulgada, de uma companhia fechada, que atua no setor de logística, em São Paulo. O valor da negociação é de aproximadamente R$ 95 milhões.

Fonte: DCI

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Porto de Fortaleza terá R$ 46 mi do PAC

Uma série de obras para aumentar a capacidade operacional do Porto de Fortaleza foi iniciada

As obras da segunda etapa da dragagem de aprofundamento para 13 metros do Porto de Fortaleza, que envolvem investimentos de R$ 46 milhões, terá início ainda este ano. A previsão foi feita pela presidente da Companhia Docas do Ceará (CDC), Denise Carneiro Bessa, durante a inauguração do Centro Integrado de Atendimento (CIA) e outros equipamentos novos do Porto da Capital cearense.

A licitação para a dragagem deve ocorrer ainda no primeiro semestre de 2007. "Os recursos aplicados são do Programa de Aceleração do Crescimento do Governo Federal", esclarece Denise Bessa. Com a obra, "o Porto terá capacidade para receber navios até de 50 mil toneladas, de grande porte, como os Panamax e Post-Panamax, que hoje não podem atracar no Porto do Mucuripe".

Toda a areia retirada com a dragagem do porto será reaproveitada na "engorda" das praias do Náutico e Meireles. A CDC fechou parceria com a Secretaria de Infra-Estrutura do Município (Seinf) para realizar esta operação, que na opinião do representante da pasta, Marcos Alencar, vai trazer grandes benefícios para a cidade.

Denise Bessa adiantou ainda que a CDC deve anunciar em maio a licitação das obras de recuperação das defensas do Porto de Fortaleza, no valor de R$ 600 mil, com recursos da União. Para o início do segundo semestre de 2007, a presidente da CDC espera lançar a licitação para a nova pavimentação do cais do porto, que envolverá recursos de R$ 1,5 milhões. "A nova pavimentação dará maior eficiência e rapidez nas operações no porto", salientou.

Até novembro, a CDC deve lançar outro processo licitatório para a construção de um terminal de multi-uso, que prevê investimentos de R$ 4 milhões. A Praia Mansa é o local que receberá o novo terminal.

Melhorias

O assessor da Secretaria Executiva do Ministério dos Transportes (MT) Clodoaldo Pinto Filho, que esteve no evento, disse que o CIA marca o novo sistema portuário no País. "Vocês não tem idéia de quantas pessoas interferem na movimentação de cargas, daí a importância do Centro que vai reunir em um mesmo espaço todos os agentes envolvidos nas operações de remessa de mercadorias", argumentou.

O CIA integra os operadores portuários a Guarda Portuária, a Secretaria de Agricultura, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a Delegacia Regional do Trabalho, o Ibama e a Coordenadoria de Gestão Portuária da Companhia Docas.

Fonte: Diário do Nordeste - Fortaleza,CE

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27 abril, 2007

Importados expõem contradição no governo

Um dia depois de o governo aumentar as alíquotas de importação de têxteis e calçados para 35%, a ata do Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central foi clara: "A expansão das importações tem contribuído de forma relevante [para evitar a inflação], complementando a produção doméstica".

Apesar de ser o caso mais recente, essa contradição na condução da política econômica não é a única do segundo mandato do presidente Lula. "Temos até um apelido para essas contradições do governo: chamamos internamente de "pequenos assassinatos", afirma Ana Carla Abrão Costa, responsável pela área de macroeconomia na consultoria Tendências.

Ela elenca, entre outros "pequenos assassinatos", a intenção de aumentar a dívida dos Estados (depois revogada), o enfraquecimento das agências reguladoras e a perspectiva de os PPIs (planos piloto de investimento) poderem ser abatidos da meta do superávit primário (economia do governo para pagar juros da dívida).

"Há uma divergência evidente entre a política monetária consistente do Banco Central e as políticas microeconômicas dos ministérios do Desenvolvimento e da Fazenda e do BNDES, mais protecionistas", diz Maurício Moura, economista-chefe da consultoria GSMD.

Para Costa, essas divergências tendem a se agravar no segundo mandato, no qual as agendas de longo prazo do BC e da Fazenda não têm a mesma sintonia. "O segundo mandato parece ser mais suscetível a pressões setoriais", diz ela. Os setores têxtil e calçadista, por exemplo, discutiam o aumento na alíquota de importação com o governo desde o fim de 2004, quando o real começou a se apreciar. Conseguiram anteontem o nível máximo de imposto de importação que o país pode aplicar.

"Não é uma questão de segundo mandato, mas de o governo ter percebido que um setor que mais do que dobrou suas exportações em cinco anos não poderia ter ficado ineficiente de um ano para outro", pondera Fernando Pimentel, diretor-superintendente da Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil).

Ele refere-se ao fato de as exportações da área terem passado de US$ 1,01 bilhão, em 1999, para US$ 2,2 bilhões em 2005, quando foi registrado superávit comercial de US$ 684 milhões. Já em 2006, em função do fortalecimento da moeda, foi registrado déficit de US$ 60 milhões. Para este ano, antes do aumento da tarifa, era esperado déficit de US$ 900 milhões.

"É evidente que trabalhamos pelas reformas estruturais", diz Pimentel. "Mas precisávamos de uma compensação contra países que mantêm suas moedas valorizadas para exportar." Para Moura, no entanto, a medida não é eficiente. "O que interessa aos fabricantes de calçados é o mercado externo", diz ele. "Essa medida não resolve a vida do setor e penaliza o consumidor."

Fonte: Folha de S. Paulo

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Emirates bate novo recorde com crescimento de 23,5%

Lucro do grupo é de 23,5% e atinge de Dhs 3,5 bilhões (US$ 942 milhões), lucro da companhia aérea também é recorde com Dhs 3,1 bilhões (US$ 844 milhões), Dnata cresce 11% e lucra Dhs 360 milhões (US$ 98 milhões), dividendos distribuídos serão de Dhs 400 milhões (US$109 milhões), com contribuição estimada do grupo para a economia de Dubai é de Dhs 36,2 bilhões (US$ 9,9 bilhões).

Dubai, Emirados Árabes Unidos – O Grupo Emirates anunciou hoje que, pelo 19o. ano consecutivo, registrou lucro e atingiu o novo recorde com crescimento sustentado e de dois dígitos.

O lucro líquido do Grupo cresceu 23,5% e atingiu o recorde de UAE Dirhams 3,5 bilhões (US$ 942 milhões) para o ano-fiscal terminado em 31 de março de 2007, sendo que a receita registrou o impressionante aumento de 28,4% e atingiu Dhs 31,1 bilhões (US$ 8,5 bilhões), em comparação com os Dhs 24,2 bilhões (US$ 6,6 bilhões) do ano passado. O Grupo também mantém um robusto caixa com Dhs 12,9 bilhões (US$ 3,5 bilhões) até o final de março passado, com crescimento de 17,8% em relação ao período anterior.

No exercício 2006-2007, o Grupo Emirates estima uma contribuição direta de Dhs 14,5 bilhões (US$ 4 bilhões), e indireta de outros Dhs 21,7 bilhões (US$ 5,9 bilhões) para a economia de Dubai. O Grupo vai pagar dividendos de Dhs 400 milhões (US$ 109 milhões) ao seu controlador, o Governo de Dubai. No total, o controlador recebeu da Emirates, desde o ano-fiscal 2000-2001, cerca de Dhs 1,85 bilhões (US$ 505 milhões).

O resultado financeiro do ano-fiscal 2006-2007 do Grupo Emirates – composto pela Emirates Airline, Dnata e companhias subsidiárias – foi divulgado hoje em conferência que contou com a presença de sua majestade, o Xeque Ahmed bin Saeed Al-Maktoum, presidente e chefe-executivo da Emirates Airline e do Grupo Emirates.

O desempenho recorde do grupo registrado agora, sustentado por receita e lucro recordes com crescimento de dois dígitos, reflete o sucesso no aumento da procura pelos serviços da companhia e sua capacidade de atrair um número ainda maior de clientes por intermédio de seus multimilionários investimentos em produtos inovadores e na melhoria de seus serviços. Isso pode ser demonstrado pelos três milhões de passageiros a mais que voaram pela companhia no último ano, com um novo recorde de 17,5 milhões.

O xeque Ahmed disse: “Este foi outro ano extraordinário, de contínua lucratividade e rápido crescimento. Esse resultado, mesmo com os cortes nos crescentes custos e no significativo atraso na entrega das aeronaves que causaram impacto na nossa capacidade de crescimento, demonstra a habilidade da Emirates em se adaptar e superar os desafios”.

“Pelo terceiro ano consecutivo as pressões dos custos com combustível diminuíram nossos lucros, enquanto o atraso nas entregas dos aviões Airbus A380 demonstrou que precisamos rever nosso plano de expansão. Apesar do que o Grupo Emirates ainda tem a conquistar, conseguimos elevar nossos lucro e receita em índices de dois dígitos, expandir as operações para novos mercados e aumentar a capacidade nas rotas já existentes, oferecendo os mais elevados retornos e inovando para atrair e fidelizar os clientes, sem deixar de dar atenção à eficiência e à redução de custo”.

“O Grupo Emirates é exposto às flutuações do preço do combustível, às taxas de juros e à volatilidade da cotação do dólar em relação ás principais moedas – sobre os quais temos muito pouco controle. Em todas as áreas do nosso negócio temos melhor controle e nisso estamos empenhados em elevar nossa eficácia e eficiência, aumentar a produtividade e a desafiar constantemente as maneiras existentes de se fazer negócio para continuar nosso crescimento. Isto é essencial e estamos confiantes com os nossos planos de expansão e vamos investir em várias novas iniciativas para sustentar o crescimento do grupo”, disse o xeque Ahmed.

Em todo o grupo, as iniciativas para elevar a eficiência e manter um rígido controle nos custos também contribuíram para o resultado positivo e permitiram manter uma forte margem de lucro líquido de 11,4%.

Os custos com combustível estão no topo das despesas e representam 29,1% do total, contra 27,2% registrados no ano passado e 21,4% no período anterior. Como as outras companhias aéreas, a Emirates foi forçada a absorver as sobretaxas do combustível, que apenas cobriram 50% desse custo adicional.

Em um ano no qual o preço do óleo cru oscilou entre US$ 50 e US$ 78 o barril, o desafio da Emirates foi gerenciar o seu programa de risco de combustível em uma faixa de preço que garantisse a manutenção do custo do combustível abaixo dos valores de mercado. O programa da companhia de gerenciamento de risco de combustível continuou a colaborar para esta meta, economizando cerca de Dhs 724 milhões (US$ 197 milhões) no exercício 2006-07.

Na abertura do anúncio dos resultados financeiros deste ano, o xeque Ahmed destacou o relacionamento de mútuo suporte entre o rápido desenvolvimento de Dubai e o crescimento da Emirates e da Dnata, que juntas contribuíram direta e indiretamente para a expansão da infra-estrutura da cidade e para o fortalecimento da imagem de centro internacional de comércio e turismo.

Também destacou como a Emirates tem crescido desde 1990, com a operação de oito aeronaves e tornou-se a oitava maior companhia aérea do mundo com frota de 102 aviões e mais de 80 destinos internacionais.

“Sempre sou perguntado como é possível a Emirates ter alcançado tanto sucesso sem receber subsídios ou tratamento preferencial do governo. Não existe fórmula secreta. Nós simplesmente trabalhamos duro, com inteligência e construímos o nosso sucesso com um modelo simples e claro de negócio focado no crescimento, manutenção de baixos custos e investimento em inovações para nos mantermos à frente da concorrência”.

O lucro total da Emirates Airline alcançou Dhs 29,8 bilhões (US$ 8,1 bilhões) no ano, Dhs 6,8 bilhões (US$ 1,8 bilhão) ou 29,5% acima dos Dhs 23,1 bilhões (US$ 6,3 bilhões) registrados no exercício 2005-2006. O lucro da empresa foi de Dhs 3,1 bilhões (US$ 844 milhões) e também ultrapassou o recorde do ano anterior de Dhs 2,5 bilhões (US$ 674 milhões).

Com a adição de 12 novos Boeing 777-300ER durante o exercício financeiro, a frota da Emirates atingiu 102 aeronaves no final de março, incluindo nove cargueiros. A frota atual de aeronaves ´widebody´ tem idade média de 63 meses – uma das mais jovens do setor comercial nos ares.

Um dos destaques do exercício 2006-07 foi a encomenda de 10 cargueiros Boeing 747-8, no valor de Dhs 12,1 bilhões (US$3,3 bilhões), realizada durante a feira de Farnborough. A empresa também encomendou cinco Boeing 777-300ER da GECAS na modalidade leasing para atender suas necessidades, devido ao atraso na entrega dos seus Airbus A380.

A frota de 777-300ER passa a contar com 59 aeronaves, que operando em conjunto com os 777 existentes, tornará a Emirates a maior operadora de 777 até 2010. As encomendas registradas da Emirates, de 107 novas aeronaves, equivalem a aproximadamente Dhs 111 bilhões (US$ 30 bilhões) a preço de lista. Em média, a empresa receberá uma nova aeronave a cada mês durante os próximos oito anos.

Durante o exercício 2006-07, a Emirates iniciou serviços de passageiros para quatro novos destinos: Bangalore, Beijing, Nagoya e Tunis, elevando a sua malha para 89 destinos. Em complemento, aumentou a freqüência dos serviços de passageiros para destinos existentes, particularmente com a adição de um segundo serviço diário para as cidades de Zurique e Dusseldorf, juntamente com um terceiro vôo diário para Nova Iorque, via Hamburgo.

A taxa de ocupação aumentou para 76,2%, contra 75,9% do ano anterior. O tráfego elevou-se em 21,6%, para 12.643 toneladas-quilômetro, em compasso com o aumento de capacidade de 22,8% para 19.414 toneladas-quilômetro. O fator de nivelamento (breakeven) de carga permaneceu relativamente baixo e cresceu para 59,9%, de 60,2% por cento do ano anterior, enquanto a margem ampliou-se pelo quinto ano consecutivo, para 216 fils (US$ 0,59 centavos) por RTKM (receita por tonelada por quilometro), de 203 fils (US$ 0,55 centavos) no exercício 2005-06.

Durante os últimos 12 meses, nove novas salas ´VIP´ foram inauguradas em importantes aeroportos ao longo da malha da Emirates, elevando para 18 o número total de salas ´VIP´ de padrão internacional exclusivas para clientes da primeira classe e da classe executiva e ainda para clientes freqüentes. Até agora a Emirates investiu Dhs 134 milhões (US$ 37 milhões) nesse produto e já alocou mais Dhs 49 milhões (US$13 milhões) para o exercício 2007-08.

A Emirates também melhorou o seu produto destinado a crianças, introduzindo um serviço complementar de entretenimento (passeios) no Aeroporto de Dubai e novos pacotes de atividades a bordo, visando manter seus jovens clientes entretidos durante os vôos.

A empresa deu continuidade ao seu programa multimilionário de renovação da frota, equipando as suas aeronaves Boeing 777 com as novas poltrona ´SkyCruiser´ na primeira classe, com poltronas que reclinam até 180 graus na classe executiva e com o premiado sistema ´ICE´ de entretenimento a bordo para todas as classes.

Divisão de Carga cresce 19,4%, com 1,2 milhão de toneladas de carga - A Emirates SkyCargo registrou forte crescimento ao longo da sua malha, transportando 1,2 milhão de toneladas de carga, superando o seu recorde de 1 milhão de toneladas transportadas no ano anterior em 13,5%. A receita desta divisão cresceu 19,4% e atingiu Dhs 5,4 bilhões (US$1,5 bilhão), Dhs 874 milhões (US$ 238 milhões) maior que a registrada no exercício anterior, contribuindo com 20% da receita da empresa – uma das maiores contribuições entre companhias aéreas com frota semelhante no mundo.

Em adição aos dez cargueiros 747-8 encomendados em Farnborough, a divisão assinou um acordo de leasing com a TNT Airways para um Boeing 747-400ERF, que começará a operar em maio de 2007 e para mais duas aeronaves semelhantes da Guggenheim Aviation, operadas pela TNT Airways S.A.. As duas últimas aeronaves entrarão em serviço em agosto de 2007 e maio de 2008. Os cargueiros agora operam para 29 destinos fixos. Ao todo, a Emirates transporta cargas em 102 aeronaves, incluindo nove cargueiros, para 89 cidades.

Fonte: Portal Fator Brasil

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VEM anuncia contratação de dois novos vice-presidentes

Rio de Janeiro– Dois novos vice-presidentes passam a integrar a equipe de executivos da VEM. Esta é mais uma etapa da reestruturação da companhia, iniciada no final de 2006, com a chegada no novo presidente Filipe Almeida, que veio de Portugal, com o desafio de aumentar o faturamento da empresa e conquistar novos mercados.

Com o objetivo de dinamizar os processos relacionados à área financeira, principalmente no tocante ao faturamento e de remodelar a área administrativa, Gláucia Loureiro, acaba de ser contratada como Vice-presidente de Administração e Finanças. Gláucia é administradora e contadora e atua há 18 anos em setores como farmacêutico, navegação, celulose, investimentos (holding) e serviços aeroportuários, de empresas multinacionais. Com MBA Executivo em Finanças pelo IBMEC-Rio de Janeiro, a nova VP possui ampla experiência em reorganização de estrutura, auditoria, contabilidade internacional, planejamentos tributário, financeiro e estratégico, aquisições e fusões e em due-diligence.

Já para a Vice-presidência de Logística foi contratado Francisco Cortinas Albuquerque. Com mais de 20 anos de experiência, nos últimos nove anos foi responsável pelas áreas de compras internacionais e nacionais, contratação de serviços e logística de importação e exportação de empresas multinacionais. Cortinas também participou da preparação do RECOF (Regime Aduaneiro de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado) para o setor aeronáutico. O novo executivo é formado em engenharia mecânica, possui MBA em Logística pela FGV, Rio de Janeiro e tem a importante missão de dar prosseguimento ao trabalho de gerenciamento da cadeia de abastecimento da empresa, fazendo com que as melhores práticas do mercado, nessa área, tragam resultados máximos em competitividade e eficiência.

Agora são quatro as vice-presidências da VEM: Marketing e Vendas, sob responsabilidade de Luis Alberto Correa, Operações, dirigida por Alexandre Fleischhauer, Logística e Administração e Finanças. Todos têm a missão maior de difundir para suas equipes a nova filosofia da VEM, que tem foco na satisfação do cliente, sem deixar de lado a precisão técnica inerente à própria atividade.

Fonte: Portal Fator Brasil

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Delta Airlines tem interesse em operar a rota Recife-Atlanta

A agenda de compromissos do governador Eduardo Campos, ontem, nos Estados Unidos, também contou com uma visita aos diretores da companhia aérea Delta Airlines. O grupo sinalizou com a possibilidade de operar uma nova rota no Brasil, fazendo o trajeto Recife-Atlanta com freqüência de duas vezes por semana.

“Já contamos com seis vôos para o Brasil e queremos ampliar ainda mais as nossas rotas”, revelou o diretor internacional de análise de linhas, Andreas Renner. O executivo destacou que o interesse no Recife é pelo fato de a capital estar estrategicamente localizada entre Fortaleza e Salvador e a poucas horas de Manaus, possibilitando a consolidação da nova linha.

Eduardo Campos sugeriu uma rota maior, ligando o continente americano à África. “Temos hoje uma demanda muito grande de executivos de empresas americanas com operações no Nordeste, a exemplo da Alcoa, Coca-Cola e Citibank. A exportação de produtos da agricultura irrigada é outro fator que garante essa demanda”, assinalou. O governador também destacou que o Consulado dos Estados Unidos no Recife emite 2 mil vistos por mês.

Para garantir o sucesso da iniciativa, o governador se comprometeu a engajar o trade turístico ao projeto, além da Câmara Americana de Comércio. A expectativa é que dentro de 15 dias o governo de Pernambuco envie um documento à diretoria da Delta Airlines comprovando a viabilidade da operação da nova rota.

Terceira maior companhia aérea do mundo e segunda maior da América Latina, a Delta Airlines registrou aumento de 25% no mercado latino-americano nos últimos três anos.

Hoje, em Nova Iorque, o governador Eduardo Campos tem encontros com as diretorias da Alcoa e do Citibank e também participa de simpósio realizado pelo Fórum das Américas.

Fonte: Jornal do Commercio/PE

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John Deere confirma inauguração este ano

A quebra da safra nos últimos dois anos impactou negativamente a comercialização de tratores e colheitadeiras. Mas para 2007, as expectativas são otimistas e animam a fabricante de máquinas agrícolas John Deere. Nos próximos meses, terão início os testes dos processos produtivos da nova unidade da companhia em Montenegro, e a planta será inaugurada até o final do ano. "Este ano, felizmente, o clima colaborou, os preços das principais commodities podem ser considerados bons no mercado internacional e o Brasil está tendo quase um recorde em termos de colheita", comemorou o gerente institucional da John Deere, Gilberto Zago. O dirigente espera pelo menos mais uma ou duas safras boas para estabilizar o setor.

A pedra fundamental da fábrica de Montenegro, que produzirá tratores, foi lançada em novembro de 2004, mas as obras andaram a passos lentos, desestimuladas pelas crises agrícolas. O empreendimento está recebendo investimentos de US$ 250 milhões. Gilberto Zago informa que a produção terá como principal destino o mercado interno, entretanto, uma parcela será exportada para países da América do Sul, África e Europa.

O gerente institucional da John Deere palestrou nesta quinta-feira no Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre, sobre As perspectivas dos biocombustíveis na atualidade, num evento promovido pela Câmara Brasil-Alemanha. O executivo estimou a produção brasileira de álcool em 20,2 bilhões de litros este ano e previu que, entre 2013 e 2014, o País produza cerca de 34 bilhões de litros de etanol. As exportações do combustível devem totalizar 4 bilhões de litros em 2007.

Atualmente, o Brasil é responsável por 36% da produção mundial de etanol e a América do Norte, por 34%. Uma das vantagens do Brasil é a matéria-prima utilizada na fabricação, a cana-de-açúcar. Cada hectare de cana rende 6,5 mil litros etanol, enquanto um hectare de milho, insumo muito usado nos Estados Unidos, produz cerca de 3,5 mil litros. Mesmo assim, conforme Zago, a expectativa é de que, nos próximos anos, os Estados Unidos passem o Brasil em volume produzido.

O gerente institucional da John Deere também salienta a velocidade com que vem sendo criado o mercado de biodiesel. Porém, ele acredita que, como ainda existe no Brasil uma grande área disponível para a agricultura, não devem ocorrer problemas como a falta de alimentos devido ao deslocamento de oleaginosas para a fabricação de combustíveis. O executivo acredita que a agricultura familiar terá seu espaço no mercado de biocombustíveis desde que atenda a condições como planejamento agropecuário, desenvolvimento de infra-estrutura, apoio financeiro e logística.

Fonte: Jornal do Comércio/RS

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BRA suspende rota para Noronha

A BRA Transportes Aéreos deixou de operar, ontem, para o arquipélago de Fernando de Noronha, em Pernambuco. O prazo de autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para vôos charters da empresa expirou, sendo então proibido o transporte para aquele destino. Ontem, cerca de 40 passageiros foram realocados para as empresas aéreas Varig e Trip por causa do cancelamento do vôo da BRA. De acordo com o diretor comercial da BRA, Marcos Telore, a empresa já está em negociação com a Anac para tentar revalidar a operação.

“Estamos conversando com a Anac para voltar a voar para Noronha. Vamos entrar com o pedido de fretamento e, posteriormente, com uma solicitação de vôo diário”, disse Telore. Para aqueles passageiros que já compraram as passagens, Marcos Telore informou que eles serão acomodados nas outras companhias aéreas. Em média, a empresa transporta cerca de 70 pessoas do Recife, de Natal e de São Paulo para Fernando de Noronha.

Há cinco anos, a BRA pleitea voar para Fernando de Noronha. A autorização foi concedida em dezembro do ano passado. A empresa realizava viagens com um boeing 737-300, às quintas-feiras e aos domingos, com capacidade para 148, sendo 120 disponibilizados para turistas e 28 para ilhéus e funcionários da administração do arquipélago. Com a saída da BRA, os passageiros ficam com duas opções: Varig e Trip. Outra empresa que está de olho nesta rota é a TAF Linhas Aéreas.

A assessoria de Imprensa da Anac foi procurada pela reportagem para comentar o assunto, mas informou que a agência só se posicionará hoje sobre os vôos da BRA.

Fonte: Folha de Pernambuco

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Petrobras mira o sul do Chile

A Petrobras afirmou ontem que continuará investindo forte em trabalhos de exploração de petróleo e gás na Argentina, que olha com interesse a possibilidade de descobrir hidrocarbonetos no sul do Chile e que tem planos "muito importantes para a Venezuela". A empresa informou ainda que os problemas apresentados pelo abastecimento de gás da Bolívia, por causa de manifestações sociais, "são coisas do dia-a-dia que não devem afetar nossa visão de longo prazo".

"Nós seguimos apostando no futuro energético da Argentina. Seguimos investindo na busca de novos campos de produção de petróleo e gás e também nos outros segmentos em que atuamos lá, especialmente nas refinarias para melhorar sua capacidade", disse o gerente executivo para o cone sul da Petro-bras, Décio Oddone.

O executivo lembrou que, depois do Brasil, a Argentina é o principal destino dos investimentos da Petrobras na América do Sul. A empresa pretende investir US$ 87 bilhões em todas suas operações no período entre 2007 e 2011. A estatal brasileira está presente em praticamente todos os países da região, mas ainda não tem ativos no Chile porque ainda não surgiu uma oportunidade.

Fonte: Gazeta Mercantil

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Tegma compra Boni/GATX e CLI e expande atuação para novas áreas

A Tegma, especializada em logística do setor automotivo, fechou a compra de duas empresas, a Boni/GATX e a CLI. Com a inclusão das novas companhias, a Tegma começará a atuar em setores como químico, papel, informática e combustível.

As aquisições trarão um acréscimo imediato de R$ 129 milhões à receita anual, que somou R$ 512 milhões em 2006. Mas os planos são de crescimento, segundo o presidente da Tegma , Gennaro Oddone. Segundo o executivo, a empresa pretende aplicar a experiência no setor automotivo para atuar com outros tipos de carga. Ao mesmo tempo, as novas empresas abrirão as portas em novos mercados.

"Nos especializamos em um produto tão delicado como é o automóvel, um bem que o cliente rejeita qualquer tipo de avaria", destaca Oddone.

A Tegma surgiu em 2202, depois da unificação de várias outras companhias ligadas ao setor de transporte de veículos. Pertence ao grupo Itavema, sócio majoritário e conhecido pelas concessionárias em São Paulo, e ao grupo Coimex. A empresa se prepara agora para abrir capital.

A direção da Tegma não revela o valor envolvido nas duas compras. A Boni/GATX já é um operador logístico que atua em setores como químico e petroquímico, suco de laranja e papel e celulose.

A CLI é uma empresa que pertencia ao grupo Coimex e que atua principalmente com armazenagem alfandegada. Administra o maior porto seco do país, no Espírito Santo. Com as aquisições, o número de empregados diretos da empresa passará dos atuais 1,1 mil para mais de 2 mil. Com as aquisições, a Tegma ganhará como clientes empresas como Unilever, Embratel, Shell e VCP.

A área de logística do setor automotivo começou a ganhar força com a descentralização das montadoras no país, na segunda metade dos anos 90.

Oddone lembra que a administração logística desse setor deixou há um bom tempo de ser o simples transporte dos carros de um ponto a outro. "O diferencial no mercado hoje é dominar o maior número de serviços, desde o gerenciamento de gestão", afirma o executivo.

Além do transporte dos veículos, a Tegma administra pátios, cuida da revisão dos automóveis e transporta as peças para a linha de montagem, dentro do conceito chamado "just-in-time", por meio do qual os componentes têm de chegar na linha quase que ao mesmo tempo da montagem do veículo.

Além disso, há cerca de um ano a empresa criou um serviço de organização de leilão de veículos. A inovação, segundo Oddone, foi inspirada em modelos existentes nos Estados Unidos e Inglaterra. O serviço permite que o carro, que será levado a leilão, receba um tratamento melhor que o tradicional.

Ao invés de um produto com aspecto empoeirado, que o interessado mal sabe se funciona, pelo sistema o carro praticamente desfila pelo pátio do leilão, depois de devidamente testado, regulado e lavado pela equipe da Tegma.

Fonte: Valor Econômico

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Ford tem lucro no Brasil e prejuízo nos EUA

Pelo 13º trimestre consecutivo, a Ford conseguiu lucro na América do Sul, onde as operações brasileiras representam mais de 60% dos negócios. A montadora americana obteve na região lucro antes dos impostos de US$ 113 milhões em comparação ao lucro antes dos impostos de US$ 137 milhões de um ano atrás.

Apesar de a lucratividade ter diminuído, a receita do primeiro trimestre na América do Sul melhorou, atingindo US$ 1,3 bilhão em comparação aos US$ 1,2 bilhão em 2006.

"Estamos no caminho certo", disse Marcos de Oliveira, presidente da Ford Brasil, por meio de nota divulgada pelo departamento de comunicação. "Mas ainda há muito a ser feito para amortizar os investimentos que temos realizado em nossas fábricas e em produtos", completou.

Nos Estados Unidos, a Ford anunciou ontem queda no prejuízo trimestral, beneficiada pela melhora dos resultados das unidades da Europa e de veículos de luxo e pelo programa de cortes de custos. O desempenho ajudou a compensar os encargos com o plano de reestruturação da empresa.

A montadora, em meio a um plano de recuperação que inclui fechamento de 16 fábricas e o corte de até 45 mil empregos na América do Norte, registrou prejuízo líquido de US$ 282 milhões, em comparação à perda de US$ 1,4 bilhão em igual período de 2006.

Os resultados foram melhores do que Wall Street esperava. "Nossos resultados do primeiro trimestre vieram um pouco mais fortes do que se esperava, mas há muitas incertezas adiante", afirmou o executivo-chefe da Ford, Alan Mulally, também em comunicado.

As atividades básicas, exclusivamente de veículos, apresentaram prejuízo de US$ 225 milhões, sem incluir impostos e encargos extraordinários. Já a unidade financeira mostrou lucro de US$ 294 milhões.

Em 2006, a Ford registrou prejuízo recorde de US$ 12,7 bilhões e projetou que as operações na América do Norte, as principais da empresa, não serão rentáveis até 2009. As margens de lucro foram espremidas pela intensa concorrência e mudança no gosto dos consumidores, agora menos inclinados aos utilitários-esportivos.

Na América do Norte, a Ford perdeu US$ 614 milhões no trimestre, sem contar impostos e itens excepcionais. Nos EUA, as vendas caíram 13% e a participação de mercado caiu de 17,2% para 15,1%, entre o primeiro trimestre de 2006 e o de 2007.

Fonte: Valor Econômico

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Reconstruir o Iraque com participação brasileira

Negociações firmadas em anos anteriores entre Brasil e Iraque favorecem a participação brasileira no evento.

O Brasil se prepara para participar da 4º edição da Feira Internacional Rebuild Iraq. Dezoito empresas brasileiras e uma entidade setorial estarão na Jordânia, de 7 a 11 de maio, negociando a exportação de materiais de construção, alimentos, equipamentos elétricos e de segurança, produtos médicos e hospitalares, cutelaria, cerâmica, máquinas e equipamentos, e veículos (ônibus e caminhão). A presença do Brasil nos anos anteriores do evento gerou uma grande expectativa e demanda por parte dos compradores iraquianos. Por conta disso, a APEX-Brasil busca refinar a representação do país com empresas de pequeno e médio porte.

Baseada nas participações do Brasil no processo de reconstrução do Iraque, a meta para este ano é de US$ 1,8 milhão. A disposição dos estandes, a decoração e a localização foram pensadas, minuciosamente, para estimular os negócios, já que terão o Brasil como fundo e o destaque para as empresas participantes.

A rodada de negócios entre os países contará com o apoio da CCIBI (Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Iraque). Com isso, a estrutura com tradutores, certificado de origem e conformidade dos produtos, equipe de consultores legais, além da promoção comercial estão garantidas.

Além da possibilidade de movimentação financeira, será a oportunidade de apresentar o Brasil e suas potencialidades. Juntamente com o Ministério das Relações Exteriores, estão programadas palestras expositivas sobre o mercado brasileiro. Em contrapartida, especialistas em mercado iraquiano terão a função de apresentar os canais de comércio do seu país.

Já existem empresas e entidades setoriais brasileiras com presença confirmada na Rebuild Iraq. São elas: a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), Astra, Braço forte, IMV indústria e comércio de válvulas, ITB equipamentos elétricos, Marcopolo, Master equipamentos de proteção individuais, Randon, Scitech produtos médicos, Semacol serviços médicos e odontológicos, TEE componentes elétricos e a Tramontina.

A última edição do evento contou com a participação de mais de mil expositores de 49 países e com mais de 14 mil visitantes.

O Brasil atua em uma das etapas mais importantes da história do Iraque. A promoção de produtos brasileiros no país iniciou-se em 2005, quando foi realizada uma feira exclusiva – Brasil na Reconstrução do Iraque. O evento contou com a presença de 200 empresas brasileiras, que juntas, geraram mais de US$ 244,5 milhões de negócios.

Comércio Bilateral - Desde o início da guerra, em março de 2003, as exportações brasileiras para o Iraque foram abaladas, sendo que houve recuperação em 2006. As exportações brasileiras para o país nesse ano foram de US$ 153 milhões, o que representou um aumento de 206% em relação a 2005, quando o Brasil havia exportado US$ 50 milhões para o mercado iraquiano. Segundo estatísticas do Euromonitor, em 2005 o Iraque teve como principais países fornecedores: Turquia, Síria, Estados Unidos, Jordânia e China.

Exportação: Os principais produtos exportados pelo Brasil para o Iraque em 2006 foram- açúcar, conservas, carnes bovina e de frango, transformador de dielétrico líquido, chassis com motor a diesel e cabina, tratores. O único produto importado pelo Brasil do Iraque, durante o ano de 2006, foi óleos brutos de petróleo (US$ 596,6 milhões).

Importação: Setores cujos produtos são amplamente importados pelo Iraque e apresentam potencial de incremento das exportações brasileiras - Máquinas e Materiais Elétricos, Aparelhos de Som, Imagem, Televisão e Acessórios, Automóveis, Máquinas, Equipamentos e Instrumentos Mecânicos, Aeronaves, Plásticos, Armas e Munições, Papel, Cartão e Obras de Pasta de Celulose, Alumínio, Borrachas, Artigos e Equipamentos Médico-Odontológicos e Hospitalares, Produtos Farmacêuticos, Sabões, Produtos de Limpeza, Vestuário, Móveis, Mobiliário Médico-Cirúrgico, Colchões etc. | A lista completa dos produtos exportados e importados estão no site da APEX Brasil: http://www.apexbrasil.com.br.

Fonte: Portal Fator Brasil

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Tocantins vai escoar produção pelo Porto de Itajaí

O Porto Municipal de Itajaí será o principal elo logístico para a exportação de mercadorias produzidas em Tocantins. A proposta foi apresentada nesta quarta-feira por Paulo Salvador Martorelli, representante do Estado na Intermodal South America, maior feira para o comércio exterior da América Latina.

Segundo Martorelli, Itajaí é peça fundamental em um ousado plano de crescimento implantado pelo governo do estado de Tocantins. “Hoje as dificuldades de escoamento da produção inibem maiores investimentos em setores amplamente promissores como a pecuária, produção industrial de manufaturados e bio combustível”, disse.

O governo federal hoje investe pesado na construção de uma ferrovia que corta o estado de norte a sul. Tocantins ainda depende exclusivamente da rodovia Belém-Brasília. Com os trilhos será possível acessar de forma rápida e a baixo custo a malha ferroviária nacional que passa por Goiás, além de várias outras estradas federais, ampliando as possibilidades logísticas.

Vencido o obstáculo do escoamento, segundo Martorelli, o Porto Municipal de Itajaí apresenta o melhor conjunto de vantagens logísticas – como segurança e agilidade – para exportar a produção. Consultor em comércio exterior, Martorelli possui ainda no currículo expressivas passagens pelo Ministério dos Transportes e Petrobrás.

Em resumo, Tocantis pretende oferecer vantagens para a ocupação de vastas áreas hoje improdutivas no Estado. “Temos muito espaço para crescer. Estamos ampliando o rebanho bovino para corte, já um dos maiores do Brasil. Também abrimos a possibilidade para instalação de parques industriais diversificados, para produção de mercadorias com alto valor agregado”, ressalta o consultor.

Martorelli também aposta no bio combustível. “Com vastas áreas, podemos produzir grandes quantidades de matrizes energéticas. Já existe tecnologia para exportação de líquidos em uma espécie de saco plástico reforçado que se molda exatamente ao espaço disponível, ideal para o transporte em contêineres”, destaca Martorelli.

A administração do Porto Municipal de Itajaí e o governo de Tocantis decidiram manter em segredo os valores e volumes envolvidos até a concreta assinatura dos novos contratos. “A movimentação de cargas vai aumentar gradativamente, conforme aumenta a própria capacidade de produção de Tocantins”, revela o superintendente do Porto Municipal de Itajaí, Wilson Francisco Rebelo.

Hoje Tocantis já exporta pelo Porto Municipal de Itajaí, principalmente carne bovina, tendo como destino principal a Rússia e a Costa do Marfim. “Conforme a determinação expressa do prefeito Volnei Morastoni, essa é uma das grandes vantagens de um porto municipal. Oferecemos condições para o crescimento em outros estados e, principalmente, revertemos todas as riquezas em novas oportunidades de trabalho e renda para a população”, comemora Rebelo.

A Intermodal, realizada anualmente em São Paulo, encerra dia 26. Durante três dias mais de 400 empresas de 32 países reuniram mais de 40 mil pessoas do setor.

Fonte: Portal Fator Brasil

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26 abril, 2007

Air France disponibiliza bilhete eletrônico para bebês

A segurança e a comodidade dos e-tickets (ou bilhetes eletrônicos) já estão disponíveis também para bebês. Essa função era disponível anteriormente apenas para crianças e adultos. Agora, desde um computador pessoal, toda a família pode usufruir totalmente dos e-serviços da Air France, como: reserva e compra de bilhetes, impressão de e-tickets, escolha de assentos e confirmação do vôo. Site www.airfrance.com.br.

A Air France oferece preços especiais para passageiros entre zero e 12 anos. Em vôos domésticos, a viagem é gratuita para menores de dois anos que não viajam num assento individual. Para vôos internacionais, os bebês são beneficiados com uma redução de 90% sobre a tarifa do adulto acompanhante. Passageiros de dois a 12 anos que viajam ocupando um assento individual têm redução de 50% na tarifa em vôos domésticos e de 25% para as linhas internacionais.

Todo ano, a Air France transporta um milhão de crianças de 2 a 12 anos e 240 mil bebês. Em toda a rede da Companhia, 480 mil jovens passageiros entre 4 e 12 anos se beneficiam do serviço Planète Bleue da Air France: 83% deles viajam pela França, 3% para o Caribe e Oceano Índico e 14% para o resto do mundo. A partir de dois anos, os jovens clientes da Air France podem se beneficiar do programa de milhagem Flying Blue.

Criado pela companhia em 1993, o Planète Bleue oferece, originalmente, ações personalizadas em solo e durante o vôo – refeições, recreações e nécessaire especiais, prioridade de embarque, dentre outros – para passageiros de 0 a 18 anos, acompanhados por seus responsáveis ou não. Eles ficam sob os cuidados do pessoal da Air France desde o check-in até a chegada ao seu destino, inclusive por ocasião de eventuais escalas ou conexões.

No Aeroporto de Paris – Charles de Gaulle, caso haja uma escala superior a duas horas, o passageiro mirim dispõe de um “Espaço Planète Bleue”, reservado a crianças e jovens que viajam desacompanhados. O passageiro tem o benefício do embarque prioritário e, no desembarque, ficará sob os cuidados de um agente da Air France. Chegando a seu destino, ele é entregue diretamente à pessoa que o espera.

Central de Reservas Air France: www.airfrance.com.br | Capitais e regiões metropolitanas: 4003-9955 | Demais localidades: 0800 888 9955 | Call center do Programa de Fidelidade Flying Blue: 0800 891 8640.

Fonte: Portal Fator Brasil

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Fio sintético que substitui o amianto chega nos Estados Unidos

A Brasilit acaba de fechar um contrato com a americana FABRO, uma subsidiária da Polimer Group Inc (PGI), para exportação de 1800 toneladas de fio sintético de polipropileno (PP) produzido pela fábrica de Jacareí (SP).

O contrato tem a duração de 18 meses e prevê a exclusividade para a FABRO na comercialização dos fios nos mercados dos EUA e Canadá.

A tecnologia para produção dos fios de PP foi desenvolvida no Brasil pela empresa para substituir o amianto na fabricação de telhas e caixas d’água, mas por suas características técnicas, que garantem maior resistência e flexibilidade, sua utilização está chegando a outros produtos. A FABRO irá aplicar o fio da Brasilit como “anti-crack”, aditivo que evita fissuras na produção de concreto. Além dos Estados Unidos, o fio sintético da Brasilit está sendo exportado para Índia, Turquia, México e Argentina. Nesses casos como substituto ao amianto.

Fonte: Portal Fator Brasil

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Pequena empresa com vistas à exportação

A Salvadori do Brasil Máquinas mantém contrato com 15 pequenas e médias empresas, 10 de Santa Catarina. O proprietário da Maiola Equipamentos, Sidney Maiola, é um deles. A pequena oficina em Rio dos Cedros duplicou o número de funcionários para atender a demanda. Além da Salvadori, a produtora de máquinas hidráulicas também oferece os serviços à Hunter Automated do Brasil, também instalada em Rio dos Cedros. Agora são quatro funcionários trabalhando em dois turnos. Parece pouco, mas para Maiola, a oportunidade de ver seu produto circular no mercado externo e as possibilidades de desenvolvimento compensam qualquer risco.

- Acho que será uma tendência. Hoje as empresas internacionais já terceirizam a produção. Isso só tende a crescer - avalia Maiola.

Fonte: Zero Hora – RS

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Receita líquida do Friboi tem alta de 22,6% no 1º trimestre

A JBS S.A, controladora do Friboi, informou ontem que registrou uma receita bruta de R$ 1,202 bilhão no primeiro trimestre deste ano, 25,3% mais do que em igual período de 2006. A receita líquida subiu 22,6% em igual comparação, para R$ 1,086 bilhão. O lucro líquido da empresa no período caiu 67%, de R$ 32,3 milhões para R$ 10,6 milhões. Segundo o diretor financeiro da JBS, Sérgio Longo, a queda no lucro ocorreu por conta de despesas não recorrentes de R$ 50,6 milhões referentes ao lançamento de ações na bolsa. "Não fosse isso, seria o dobro do primeiro trimestre de 2006", afirmou.

O aumento na receita líquida se deve ao crescimento das vendas no mercado interno e na exportação. No mercado doméstico, foram 189,2 mil toneladas, alta de 12,7% sobre os primeiros três meses de 2006. A receita líquida com essas vendas cresceu 19,6%, para R$ 460,2 milhões. No mercado externo, os embarques subiram 35,9%, para 103,6 mil toneladas. A receita líquida com as exportações foi de R$ 626 milhões, 24,8% de alta.

Fonte: Valor Econômico - SP

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Após o lucro de 2006, Tupy já planeja retomar investimentos

O presidente da Tupy, Luiz Tarquínio Sardinha Ferro, pretende apresentar ao conselho de administração da companhia, composto por fundos de investimentos - como Previ, Aerus e Telos - e o BNDES, um plano de otimização, o que incluiria investimentos em modernização. O plano deve ser entregue até o fim de maio. Segundo o executivo, o objetivo é buscar ganhos de competitividade estruturais, principalmente para reagir à valorização do real.

Sem fazer grandes investimentos com recursos próprios desde a reestruturação financeira, em 2003, o presidente da Tupy diz que a empresa vive novo momento. "Lá trás, o foco da administração foi a dívida. Tivemos que produzir valor sob restrição de investimentos. Agora estamos menos amarrados para investir."

Fonte: Valor Econômico - SP

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Brics podem ser alternativa ao modelo liberal

Um modelo de desenvolvimento para os países mais pobres do planeta baseado não na experiência dos Estados Unidos, Japão ou Alemanha, mas nas do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul (Brics). Acrescido da África do Sul, o grupo dos países que, segundo previsão do Goldman Sachs, vai estar no topo do crescimento econômico mundial em 2050, seriam uma alternativa a um modelo liberal que prega a abertura dos mercados, mas pratica o protecionismo, uma espécie de "faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço".

O economista K J Joseph, professor do Centro de Estudos para o Desenvolvimento de Trivandrum, Índia, autor da proposição acima, questiona o modelo econômico liderado pelos atuais países mais ricos do mundo. Ele e outros cientistas dos cinco países estão empenhados em estudar elos entre as economias dos Brics em busca de caminhos alternativos para a superação do atraso econômico.

Fonte: Valor Econômico - SP

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Encontro com Kirchner tem banco regional e etanol na agenda

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chega hoje a Buenos Aires, procedente de Santiago, para encontro com o presidente Nestor Kirchner. Segundo fontes da chancelaria brasileira, pelo menos dois temas devem estar na agenda: energia e financeiro.

Acompanhado do ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, e do assessor especial da Presidência, Marco Aurélio Garcia, Lula terá na sexta-feira um almoço com Kirchner e uma comitiva reduzida, na residência oficial de Olivos. O encontro está sendo definido pela chancelaria como "visita de trabalho". Ou seja, não é uma visita de Estado nem oficial, que implicam protocolos diplomáticos e assinatura de acordos.

A intenção de Lula é envolver a Argentina no acordo sobre etanol com os americanos, oferecendo apoio ao recém-criado programa de biocombustíveis do país. Em fevereiro, o presidente Kirchner sancionou lei que dá incentivos fiscais aos investimentos privados em combustíveis alternativos.

Fonte: Valor Econômico - SP

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Crise nos EUA leva a Delphi a produzir mais em pequenas cidades

O que autopeça tem a ver com tricô? Na cabeça dos executivos da Delphi, há muita lógica. Homens e mulheres que confeccionavam roupas tinham a habilidade necessária para fazer chicotes elétricos que compõem automóveis. Assim, surgiu, a unidade de Jacutinga, no interior mineiro. É analisando as habilidades de comunidades locais que a companhia de origem norte-americana guia seus investimentos para tirar a melhor produtividade. Logística, desenvolvimento regional são outras variáveis que também influenciam cada vez mais fabricantes de autopeças em momentos de expansão.

Empresa originária da General Motors, a Delphi quase quebrou em razão dos altos custos da mão-de-obra nos Estados Unidos. A matriz espera sair da crise financeira até meados deste ano. Com a expansão de produção para fora da matriz, a empresa orienta suas atividades pensando na importância dos custos da mão-de-obra para sua sobrevivência. O setor passa a tentar extrair sempre o melhor com o menor custo.

Países como México, Brasil e Argentina passam a exportar cada vez mais para o mercado dos EUA - onde a Delphi está encolhendo.

No mercado brasileiro, a empresa sempre preferiu cidades menores em que possa extrair a máxima produtividade. Cerca de 20% da produção sul-americana é exportada para o mundo. "Buscamos o máximo de vantagens financeiras nos pequenos municípios, que ficariam inviáveis nos centros industrializados em razão dos altos custos", afirmou o presidente da Delphi na América do Sul, Gábor Deák. "Nesta relação, ganha a empresa e os empregados".

Na América do Sul, a Delphi conta com 9.600 funcionários em 12 fábricas. Onze delas são no Brasil [veja no mapa acima as cidades de produção].

A empresa investe anualmente US$ 30 milhões em suas atividades na América do Sul. Mesmo com a crise que quase a levou à falência há dois anos, a empresa é uma das líderes mundiais em tecnologia de eletrônica móvel, componentes e sistemas de transportes.

Neste ano, a empresa já gerou mil empregos com a expansão de atividades nas cidades do interior brasileiro. Com isso, aumentou sua produção de sistemas de distribuição de energia e sinal - chicotes elétricos – em Espírito Santo do Pinhal (SP). Iniciada em novembro de 2006, a ampliação foi concluída no final de março de 2007.

Dentre as inovações podem ser destacadas a construção de um novo prédio e também de uma passagem que liga o galpão recém-inaugurado aos já existentes, além da aquisição de novos equipamentos.

A sede principal da empresa, em São Caetano do Sul, também foi expandida em cerca de 2 mil m², para atender uma demanda do mercado brasileiro e gerou mais de 600 empregos diretos na cidade do interior paulista.

Em janeiro, a Delphi inaugurou outra fábrica de chicotes em Jacutinga (MG), hoje com 400 funcionários. "A Delphi está focada em crescer e atender da melhor maneira possível os seus clientes na América do Sul", afirmou Deák.

Para Gábor Deák, a declaração do ministro Miguel Jorge (Desenvolvimento) incentivado a indústria a produzir 5 milhões de carro até 2010 "sinaliza um rumo que até agora o governo Lula não tinha apontado". E acrescentou: "Isso é muito positivo e estamos preparados para o desafio"

Fonte: Gazeta Mercantil

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Cai participação da Varig no turismo corporativo

A participação da Varig na venda de bilhetes aéreos para as agências credenciadas ao Favecc (Fórum das Agências de Viagens Especializadas em Contas Comerciais) caiu de 32,49% em 2005 para 9,64% no último ano. No total, as agências corporativas venderam R$ 184,2 milhões em bilhetes da Varig em 2006. Em vôos internacionais, a companhia passou de uma participação de 29,3% das vendas em 2005 para 7,48% em 2006, num total de R$ 119,1 milhões. A TAM aproveitou o momento e elevou a sua participação na venda de passagens para fora do País de 6,37%, em 2005, para 10,83% em 2006, totalizando R$ 172,5 milhões. Todas as empresas internacionais tiveram aumento na participação das vendas de bilhetes.

Já nos vôos domésticos a TAM cresceu 14 pontos percentuais em 2006, totalizando R$ 1,2 bilhão em bilhetes vendidos. A empresa é responsável por 64,1% das vendas das agências filiadas ao FAVECC. A Gol apresentou vendas totais de R$ 400,2 milhões, com uma participação de 20,9% em 2006, contra 14,2% em 2005.

As empresas regionais também conseguiram aumentar sua participação no mercado com a queda da Varig. A OceanAir cresceu de 1,16% de participação em 2005 para 1,98% em 2006, com um total de R$ 37,9 milhões em bilhetes vendidos.

Fonte: InvestNews

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Entidades debatem propostas contra burocracia na liberação de produtos importados em portos e aeroportos

A Associação Brasileira de Importadores de Equipamentos, Produtos e Suprimentos Médico Hospitalares (Abimed) realiza nesta quinta e sexta (26 e 27 de abril), em sua sede em São Paulo, reunião de entidades dos setores de saúde, farmacêutico e alimentício, que fazem parte da Câmara Setorial de Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O grupo de trabalho vai discutir propostas para reduzir o excesso de burocracia e otimizar um sistema de informação integrado para liberação de produtos importados em portos e aeroportos. Atualmente, as empresas esperam cerca de 30 dias desde a saída do produto do país de origem até sua liberação aqui no Brasil.

O tempo excessivo e a falta de estrutura para acondicionamento ideal em alguns portos e aeroportos podem prejudicar a qualidade do material e até causar a deterioração da carga, inviabilizando seu uso.

Estarão presentes ao evento representantes da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos para Fins Especiais e Congêneres (ABIAD), da Federação Brasileira da Indústria Farmacêutica (Febrafarma) e da Anvisa.

Reunião do Grupo de Trabalho da Câmara Setorial de Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados da Anvisa, 26 e 27 de abril, a partir das 9h, na Avenida Iraí, 79, bairro de Moema, São Paulo.

Fonte: Portal Fator Brasil

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Jato Embraer 190 completa turnê mundial

São José dos Campos, 25 de abril de 2007 – A Embraer completou uma turnê mundial de demonstração recorde de 21 semanas com o Embraer 190, a mais extensa já realizada pelos jatos comerciais da Empresa.

Iniciada no Farnborough Air Show, em Londres, Reino Unido, em julho de 2006, a turnê mostrou a aeronave em três feiras do setor de aviação e visitou empresas aéreas em potencial nas Américas, Europa, Oriente Médio, África, China e Ásia-Pacífico. O jato percorreu 43 países e foi demonstrado para 105 empresas aéreas em 74 cidades, percorrendo quase 135 mil milhas náuticas (250 mil km), em mais de 300 horas de vôo.

Embora o Embraer 190, na configuração padrão, tenha 100 assentos em classe única, com distância entre fileiras de 81 cm (32 polegadas), o avião que participou da turnê foi configurado especialmente com 93 assentos dispostos em duas classes para oferecer aos visitantes uma melhor visão da versatilidade das configurações de cabine oferecidas em todos os E-Jets da Embraer.

A aeronave foi equipada ainda com um sistema de entretenimento que oferece programação de áudio e vídeo sob demanda, em vários idiomas, com telas individuais em cada assento. “Nosso objetivo principal era mostrar a flexibilidade de configuração da aeronave e a capacidade do jato de voar mais longe e com o maior conforto”, disse Luiz Sérgio Chiessi, diretor de Inteligência de Mercado – Aviação Comercial da Embraer. “A turnê permitiu que as empresas aéreas vissem, em primeira mão, que o Embraer 190 pode oferecer os mesmos padrões de desempenho e espaço na cabine normalmente encontrados em aeronaves de maior capacidade, sendo uma interessante ferramenta para ajustar rotas com menor taxa de ocupação e explorar mercados emergentes de média densidade.”

O Embraer 190 é um dos membros da família de quatro E-Jets, uma nova geração de aeronaves otimizadas para o segmento de 70 a 120 assentos. Com seu desenho otimizado, os E-Jets da Embraer são projetados para maximizar o conforto do passageiro, proporcionando performance excepcional e economia operacional. Em 31 de março de 2007, a Embraer contava com 630 pedidos firmes para os E-Jets, com mais 558 opções, totalizando 32 clientes em todo o mundo.

A Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A. - NYSE: ERJ; Bovespa: EMBR3) é uma Empresa líder na fabricação de jatos comerciais de até 120 assentos e uma das maiores exportadoras brasileiras. Com sede em São José dos Campos, no Estado de São Paulo, a Empresa mantém escritórios, instalações industriais oficinas de serviços ao cliente no Brasil, Estados Unidos, França, Portugal, China e Cingapura. Fundada em 1969, a Embraer projeta, desenvolve, fabrica e vende aeronaves para os segmentos de Aviação Comercial, Aviação Executiva, e Defesa e Governo. A Empresa também fornece suporte e serviços de pós-vendas a clientes em todo o mundo. Em 31 de março de 2007, contava com 21.005 empregados e sua carteira de pedidos firmes totalizava US$ 15,0 bilhões.

Fonte: Portal Fator Brasil

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25 abril, 2007

Arroz importado será taxado no RS

A partir de agora, todo arroz importado que entrar pelo Rio Grande do Sul será taxado em R$ 0,33 por saca (50 quilos). A lei que exige a cobrança da Taxa de Cooperação e Defesa da Orizicultura (CDO) foi publicada ontem no Diário Oficial do Rio Grande do Sul. A medida visa reduzir a diferença entre o produto gaúcho e o do Mercosul, que chega a preços inferiores. Um fardo de arroz de 30 quilos dos países vizinhos chega ao varejo a R$ 27, enquanto o riograndense é vendido a R$ 33.

Cerca de 60% do arroz importado pelo Brasil entra pelo Rio Grande do Sul. A estimativa é que, neste ano, o País adquira 1 milhão de toneladas. A cobrança pode significar R$ 198 milhões ao Instituto Riograndense do Arroz (Irga). "O produtor gaúcho recolhe esta taxa para manter a pesquisa e a transferência de tecnologia. A cobrança não resolve o problema, mas equaliza", avalia o presidente do Irga, Maurício Fischer.

Para Carlos Cogo, da Cogo Consultoria Agroeconômica, a lei é bem intencionada, mas a tendência é que comece a entrar arroz por outros estados. "A taxa coloca um sobrepreço na importação, encarecendo o custo final do produto. Obrigatoriamente, para se encaixar nisso a indústria vai reduzir o preço do arroz gaúcho", avalia. Apesar de o setor produtivo considerar a lei constitucional, Cogo lembra que a indústria ou o varejo podem vir a questioná-la judicialmente.

Fonte: Gazeta Mercantil

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Lei sobre frete onera em R$ 267 milhões o exportador de soja

A falta de regras claras na legislação que regula o transporte de cargas no Brasil (Lei 11.442) pode onerar o setor exportador e respingar nos produtores rurais. Segundo levantamento da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), apenas o transporte dos grãos de soja exportados no ano passado - 25 milhões de toneladas-, demandaria R$ 267,8 milhões para o cumprimento da nova norma.

A lei foi editada em dezembro de 2006 e determina que as empresas que contratam o transporte paguem um adicional de R$ 1 por toneladas por hora quando o tempo de espera exceder cinco horas, o que quase sempre acontece, segundo o diretor da Anec, Sérgio Mendes.

O levantamento da instituição mostra que para escoar das regiões produtivas às portuárias as 25 milhões de toneladas comercializadas com o exterior no ano passado são necessárias quase 640 milhões de viagens de caminhões bi-trem - cada um com capacidade para carregar 39 toneladas. "Considerando o tempo histórico de espera -tanto para a descarga no armazém, quanto para a descarga no porto -, cada uma destas viagens demanda espera de 14 horas, assim, nove horas além do limite sem cobrança, conforme a lei", diz Mendes.

O problema, segundo o especialista em logística Luiz Antônio Fayet é que a lei deixa brecha para que se interprete que a cobrança vale para todos os casos e não somente para aqueles em que não há contrato de prestação de serviço feito entre as partes - e consequentemente, multa em caso de atraso.

Por isso, o setor exportador entregou ao Ministério dos Transportes uma proposta para que se publique um decreto de lei especificando que a regra é válida para os casos em que não há contrato. "Do contrário, seria ilegal o governo querer interferir numa relação comercial entre os transportadores e os contratantes do serviço", pondera Mendes.

Ele explica que algumas empresas estão pagando o adicional de frete, mesmo já tendo contrato firmado. Mendes não soube afirmar quanto custou até agora ao setor. Mas acredita que irá se agravar caso a questão não seja resolvida rapidamente. "Certamente as filas se formarão daqui em diante e vamos pagar alto pela falta de infra-estrutura portuária do País", alerta. A assessoria do ministério informou que a proposta de publicar um decreto para especificar a lei está em análise e que "em breve" haverá posicionamento oficial.

Do outro lado estão os transportadores que em alguns estados chegam a enfrentar mais de 24 horas de espera para descarregar soja nos pátios das tradings, além do tempo nos portos. "Os caminhoneiros ficam parados, deixam de pegar outros serviços e ainda ficam em condições degradantes de trabalho", diz o presidente da Associação dos Transportadores de Cargas de Mato Grosso, Miguel Mendes. Em Rondonópolis (MT), o Ministério Público do Trabalho está intermediando a discussão entre as partes para regular a situação no município. Segundo o procurador do MPT, Paulo Douglas de Moraes, estão sendo adotadas mudanças nos procedimentos nas tradings que geram espera de até três horas. "Além disso, estamos em acordo com tradings para que implantem infra-estrutura, com sanitários, água potável, entre outros itens, para ser usada durante o tempo de espera", diz o procurador.

Fonte: Gazeta Mercantil

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Europa ameaça impor embargo à carne do Brasil

As conclusões dos veterinários europeus sobre as condições fitossanitárias da carne brasileira apontam que a criação do gado e a produção de carne continuam fora dos padrões da região e podem sofrer embargos.

A avaliação foi apresentada aos deputados do Parlamento Europeu, que agora pedem a imposição de um embargo sobre a carne brasileira. Os representantes vão pressionar a Comissão Européia para tomar medidas contra o País nas próximas semanas. Bruxelas realizou uma série de inspeções no Brasil desde março e deixou claro que essa seria a última oportunidade que o País teria para evitar prejuízos.

O Brasil é o maior exportador de carne para a Europa, com 270 mil toneladas vendidas por ano. Os veterinários de Bruxelas alertaram para dois problemas na importação.

Um deles é que o registro nas orelhas dos animais só é feito entre 30 e 90 dias antes do gado ser abatido. Isso significa, para os veterinários, que não há como ter um rastreamento prévio do animal e, portanto, pouco controle de sua origem. Outro problema é o uso de remédios não aprovados na Europa.

"A carne brasileira está abaixo dos padrões de qualidade da carne européia", afirmou Jonathan Evans, deputado do País de Gales no Parlamento Europeu. "Se vamos impor uma forte regulação sobre os nossos produtores, queremos que seja válida aos do Brasil também no que se refere à qualidade", afirmou.

Apesar das inúmeras visitas de veterinários ao País e das ameaças feitas pela Comissão ao Brasil, as autoridades de Bruxelas admitem que a situação ainda não é ideal e que o governo não tomou medidas suficientes para que a importação possa ocorrer em barreiras.

O comissário Markus Kyprianou, que se ocupa da Saúde Animal e da Proteção aos Consumidores, foi até o Brasil fazer o alerta há poucos meses. Não só a mensagem não foi bem escutada como o governo passou por saia justa ao oferecer um churrasco ao europeu, ainda que o comissário fosse vegetariano.

Em Bruxelas, as autoridades explicam que, para que um embargo seja colocado sobre a carne brasileira, os veterinários terão de apresentar ainda o relatório final sobre o Brasil aos ministros dos 27 países do bloco para que tomem uma decisão.

O Brasil alerta que a pressão por um embargo não passa de uma desculpa para os setores de carne da Europa, que estão perdendo com as importações brasileiras e querem impor medidas protecionistas.

Fonte: O Estado de S. Paulo

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País pode barrar importação de pneus usados

O relatório final da ação que o Brasil move na OMC (Organização Mundial do Comércio) contra as importações de pneus usados foi divulgado anteontem e permite que o país continue a proibir a entrada desses produtos. Porém o documento aponta falhas nos métodos brasileiros para controlar as importações, segundo o Ministério das Relações Exteriores.

De acordo com o Itamaraty, a OMC não levou em conta apenas aspectos comerciais mas também os argumentos de meio ambiente apresentados pelo Brasil. O governo ainda vai analisar as falhas apontadas pelo relatório para verificar se será preciso fazer algum tipo de modificação na legislação interna.

Fonte: Folha de S. Paulo

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Logística para álcool atrai holandeses

A Vopak, empresa holandesa especializada em operações portuárias, deverá investir cerca de US$ 60 milhões em infra-estrutura logística no Brasil, principalmente na área de álcool. Frank Wisbrun, diretor-presidente do grupo no país, afirmou que há estudos em curso para a construção de estruturas de estocagem de etanol em pontos estratégicos para exportação.

Os potenciais investimentos passam pelo terminal de Ilha D'Água, no Rio de Janeiro - onde a Petrobras tem infra-estrutura para os alcoodutos -, por Suape, em Pernambuco, ou mesmo por Santos (SP). Suape também é considerado estratégico pela proximidade geográfica com os EUA e Europa.

No Brasil, a Vopak já está presente em dois terminais de Alemoa, em Santos (SP), em Aratu (Bahia) e Ilha Barnabé. A empresa também tem parceria com a Unipar no porto de Paranaguá (PR).

Dos US$ 60 milhões previstos para o país, boa parte será aplicada em infra-estrutura para etanol. O restante será destinado para tancagem de produtos químicos, óleos vegetais e combustíveis.

De acordo com Wisbrun, o grupo também está olhando oportunidades para adquirir terrenos nos próprios terminais onde já tem investimentos. "A Vopak é líder global em estocagem e está presente em mais de 30 países", disse. Nos últimos dois anos, o grupo investiu cerca de US$ 500 milhões para ampliar a capacidade de tancagem em Roterdã.

Os investimentos em infra-estrutura logística e de armazenagem de companhias holandesas no Brasil tendem a crescer, segundo Gerrit J. van Tongeren, vice-presidente executivo do porto de Roterdã. Maior porto do mundo, Roterdã também é o principal porta de entrada para os produtos agrícolas brasileiros na Europa. Um dos principais produtos brasileiros que entram na Europa pela porta holandesa é o suco de laranja. Além de produtos congelados, caso do suco, o bloco também importa carnes congeladas, grãos (a granel) e frutas do Brasil, além de aço e minérios.

Segundo Tongeren, o porto de Roterdã conta com três grandes empresas interessadas em ampliar sua infra-estrutura em álcool naquele país. Além da Vopak, a Caldic e Argos têm planos para o etanol.

Os da holandesa Caldic incluem investimentos da ordem de ? 30 milhões de euros em infra-estrutura. Boa parte desses recursos será destinado para recepcionar o etanol no porto de Roterdã, segundo J.N.A. van Caldenborgh. "O mercado de etanol está crescendo. E a União Européia deverá misturar biocombustíveis à gasolina", disse.

Atualmente, o porto de Roterdã tem estrutura para armazenar aproximadamente 2,5 bilhões de litros de álcool. Os futuros aportes deverão atender à nova decisão da União Européia, que aprovou a mistura de 5,75% de álcool na gasolina e que também incentivou o uso de biodiesel no mercado comum europeu a partir de 2010.

Ao mesmo tempo que empresas holandesas estão de olho no mercado brasileiro, grupos nacionais também consideram ter uma infra-estrutura em Roterdã para avançar sobre a Europa. É o caso da Copersucar, que aluga desde o ano passado tanques para armazenar álcool. Tongeren afirmou que o grupo Cosan também já fez sondagem para investir no porto. Procurada, o grupo informou que não há nada concreto para Roterdã.

Desde o ano passado, a Braskem, braço da área química e petroquímica do grupo Odebrecht, mantém um escritório de representação comercial na cidade que abriga o maior porto da Europa.

"O Brasil é um grande player para Roterdã", disse M.W. van Sluis, presidente da Deltalinqs, empresa que representa as companhias instaladas no porto holandês. "O crescente mercado para energia [etanol, gás natural, biodiesel e petróleo] está gerando demandas", afirmou. De acordo com ele, a economia do Brasil tem crescido e o país é referência em combustíveis renováveis, mas ainda tem deficiência em infra-estrutura logística.

Fonte: Valor Econômico

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Operação da TAM no Sul do Estado é adiada

Problemas com documentação junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) adiam o início da operação de vôos comerciais da empresa aérea TAM no Aeroporto Regional Diomício Freitas, em Forquilhinha, Sul do Estado. O prazo de 14 de maio, anunciado no início do mês de abril, foi adiado para dia 21 de maio.

A expectativa é que o contratempo esteja resolvido até a primeira quinzena de maio, para evitar novos atrasos. A companhia aérea prevê vôos entre Criciúma e Brasília com conexão em Florianópolis.

A superintendente do aeroporto regional, Simone Marques da Silva, afirma que a Infraero não formalizou data para o início da operação. Entretanto, técnicos da TAM já verificam o espaço disponibilizado no aeroporto para a instalação de equipamentos e viabilidade de atuação da companhia aérea.

De acordo com o vice-presidente da Associação Comercial e Industrial de Criciúma (Acic), Helder Martins, a estrutura do aeroporto regional já foi aprovada pela Anac e as escalas de vôo repassadas para a Infraero.

NHT quer incorporar Criciúma à malha

Na última semana, a NHT Linhas Aéreas, outra interessada em operar em Forquilhinha, reuniu-se com o governo estadual e apresentou um plano de atuação. Uma das propostas é incorporar Criciúma à malha dentro de até 60 dias, com vôos diários para Florianópolis.

Durante a audiência, o governador Luiz Henrique da Silveira ressaltou a necessidade de desenvolver a aviação regional, com vôo não apenas Criciúma, mas Lages, São Miguel do Oeste, Videira, Joaçaba e futuramente um aeroporto na região de São Joaquim.

Fonte: Diário Catarinense

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Júlio Simões projeta dobrar o faturamento para R$ 3 bilhões

Com transportes e revenda de veículos, o grupo saltará de 8,5 mil para 15 mil funcionários em 2012. O Grupo Júlio Simões prepara-se para dobrar o faturamento - de R$ 1,5 bilhão previstos em 2007 para R$ 3 bilhões em 2012. Com atividades de transportes e revendas de veículos, o grupo nos próximos 5 anos saltará de 8,5 mil funcionários para 15 mil.

A materialização desse salto está sendo comandada por Fernando Simões, vice-presidente, de 40 anos de idade, que chegou à empresa ainda adolescente para trabalhar na área de tráfego. Para dobrar o faturamento até 2012 (o que equivale a crescer 20% ao ano), o empresário não descarta incorporações. "É bom lembrar que nos últimos 12 anos nossa receita tem crescido em média 28% ao ano".

O crescimento do grupo, nas palavras do empresário, tem sido possível "porque nos aliamos a clientes de sucesso em áreas de expansão", diz, para citar dois setores: transporte de madeira e cadeia automotiva.

O grupo, um "case" de sucesso, foi fundado pelo pai de Fernando, o português Júlio Simões, presidente do conglomerado, que desembarcou há 55 anos no porto de Santos, a bordo do Genova, navio misto de cargas e passageiros, vindo da aldeia de nome Ribeira de Alcalamouque, a 26 km de Coimbra. "Cheguei ao Brasil com a cara e a coragem", diz o fundador.

Os números do grupo são grandiosos. Sua frota, de 1,2 mil caminhões, roda 17 milhões de km mensais, seus 800 ônibus movimentam 5,5 milhões de passageiros mensais. O consumo de diesel da frota, reunindo ônibus e caminhões, é de 6 milhões de litros de diesel por mês.

Em 2006 o grupo faturou R$ 1,022 bilhão - R$ 732,3 milhões com transporte de cargas e passageiros e o restante com concessionárias de veículos. Para 2007, de R$ 1,5 bilhão previsto, R$ 940 milhões virão de transporte e logística e o restante das revendas de carros de três bandeiras - VW, Ford e Fiat.

Com sede em Mogi das Cruzes, cidade da Grande São Paulo, o grupo está começando também negócios na área de terminais de transporte. "Começamos a construir um armazém rodoferroviáruio de 15 mil m² em área total de 230 mil m² na cidade de Itaquaquecetuba. próxima a Mogi", diz Fernando Simões, para acrescentar. "Começamos também a operar a Julio Simões Seminovos, cinco lojas para vender caminhões da nossa frota, já que temos intenção de operar com veículos com até 3 anos".

Sobre a possibilidade de abrir o capital, o empresário dá uma pista. "Por ora, não pensamos. Mas há quatro anos nossa empresa está sendo auditada, um caminho para transparência".

Fonte: Gazeta Mercantil

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Air Italy adia início de vôos regulares

Liberação depende de documentos que a empresa italiana deve enviar à Anac ainda esta semana. A Air Italy, que decidiu investir no Brasil via regiões Norte e Nordeste, prevê iniciar em junho os vôos regulares ligando Fortaleza à Europa.

Enquanto isso, continua a operar normalmente com charter quinzenal para Fortaleza, segundo informou o diretor comercial internacional da CVC, Michael Barkoczy, que esteve na sede da Air Italy, em Milão, para conhecer a infra-estrutura da companhia.

A operadora brasileira é parceira nessa investida e, segundo o executivo, a liberação dos vôos regulares depende de documentos que a companhia italiana deve enviar à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) ainda esta semana. "Depois, a Anac terá 30 dias para avaliar o processo e autorizar as operações regulares da Air Italy", adianta. Barkoczy informa que a CVC vai vender pacotes de 15 dias com destino à Europa para todo o Norte e Nordeste, em aviões da Air Italy, a preços que variam de 1,5 mil euros a 2 mil euros, com pagamento parcelado em até seis vezes. Com essa novidade, a expectativa da operadora é ampliar em 30% a movimentação de passageiros, considerando apenas as duas regiões, e em 7% a 8% no global dos negócios.

As aeronaves da Air Italy partem do Aeroporto Internacional Pinto Martins, em Fortaleza, com destino a Milão e Roma, às sextas-feiras, e até a liberação dos vôos regulares, antes previstos para ter início em maio, a cota de brasileiros em charter ficará em 20% da ocupação da aeronave ou algo em torno de 50 pessoas por viagem, conforme legislação. Para os vôos com destino ao Brasil, a companhia aérea italiana opera com Boeing 767-300, que tem capacidade para 286 passageiros.

O gerente da CVC em Fortaleza, Arley Silva, adianta que a operadora vai trabalhar junto com as agências de viagens na comercialização dos pacotes com destino à Europa. "Vamos comprar um lote e disponibilizar no sistema para venda no mercado em geral", resume.

No Norte e Nordeste, a empresa conta com 14 lojas próprias e com suporte de cerca de mil agentes de viagens que atuam no setor. Em todo o País, são 210 filiais - quatro em Fortaleza - e 7 mil agentes de viagens, que representam 70% do movimento de passageiros.

Maior operadora de turismo da América latina, a CVC movimentou 1,5 milhão de passageiros entre os mercados nacional e internacional durante o ano passado. Esse número representou algo em torno R$ 1,68 bilhão.

A estimativa é fechar 2007 com 1,9 milhão a 2 milhões de passageiros, incluindo pacotes nacionais e internacionais e navios, que somente nesta temporada chegam a cinco.

Nessa investida, a Ostiensis Viaggi Network, com 11 filiais entre Roma e Milão e também dona do site www.latminute.com.sm, fica encarregada de trazer italianos ao Brasil.

O presidente da empresa, Giampiero Gualandri, diz que a mudança de data para início dos vôos regulares não altera os planos da empresa. "Até lá, vamos continuar vendendo pacotes em vôos charter quinzenais", assinala. O fretamento para o Brasil começou há aproximadamente seis meses e inclui no roteiro Natal, no Rio Grande do Norte. De acordo com Gualandri, a Ostiensis quer mostrar aos italianos um Brasil diferente, com destaque para as questões culturais e da natureza, atendendo o público jovem, voltado a esportes radicais, casais, famílias e terceira idade.

Entre os destinos no Ceará estarão Fortaleza, Canoa Quebrada, Flecheiras, Morro Branco, Praia das Fontes, Paracuru e Jericoacoara, por exemplo. Com as operações regulares definidas, a Air Italy também quer ir mais longe e, dependendo da demanda do mercado, poderá ampliar sua presença no mercado, transformando os vôos quinzenais em semanais.

A estratégia inclui, além dos pacotes, bilhetes que devem custar entre 800 euros e 1,2 mil euros na alta temporada e 350 euros a 400 euros na baixa, ida e volta. Os planos contemplam ainda o transporte de cargas.

Frota maior

A companhia aérea italiana definiu um plano de negócios que envolve novas rotas e a ampliação da frota de sete para 15 aviões até 2009, conforme informou o diretor comercial, Alessandro Notari.

Para divulgar a nova proposta, a CVC e a Air Italy pretendem realizar um encontro de apresentação do roteiro, que vai reunir a Associação Brasileira de Agências de Viagem (Abav) em Fortaleza, além de embarcar agentes de viagens do Norte e Nordeste para países da Europa.

Fonte: Gazeta Mercantil

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BM&F lançará contrato futuro para o etanol

A Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) lançou ontem o contrato futuro de etanol. O álcool anidro carburante é o produto a ser negociado nessa operação, a ser iniciada na primeira semana de maio, embora não tenha definido a data. O diretor de Derivativos Agropecuários e Energia da BM&F, Félix Schouchana, acredita que a operação deve diminuir a volatilidade dos preços do combustível entre a safra e entressafra.

O analista Plínio Nastari, presidente da Datagro, prevê que o contrato do álcool será "a grande estrela da BM&F??, já que cresce em velocidade acelerada, ao contrário do que ocorre com o açúcar. O ex-ministro da Agricultura, Luís Carlos Guedes Pinto, também espera sucesso nas negociações do contrato. Porém, faz um alerta sobre a existência de riscos, "de solavancos no mercado". Para ele, é necessário garantir a estabilidade do fornecimento e dos preços. "Estamos preocupados com o ordenamento da expansão do etanol", disse.

O contrato equivale a 30 metros cúbicos de álcool, correspondente a 30 mil litros. A operação será livre de impostos e tarifas e o preço terá como referência o de Porto de Santos.

A BM&F lançará neste semestre o "Índice de Commodities Brasil", que refletirá o desempenho do açúcar, álcool, milho, soja, boi e café. O objetivo é facilitar o acesso dos fundos de investimento do mercado agrícola. Mais tarde a BM&F lançará o contrato de tal índice.

Fonte: Gazeta Mercantil

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