O aquecimento da economia nacional vem proporcionando o aproveitamento dos portos como alternativa viável para a retomada da logística do transporte marítimo. O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) priorizou investimentos, até dezembro vindouro, de 9,8 bilhões nas obras de dragagem e de acessos terrestres de 12 portos, dentre os mais movimentados, permitindo-lhes operar, proximamente, com embarcações cargueiras de grande porte.
Entretanto, um diagnóstico procedido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) alinhou a necessidade de ampliar as bases operacionais marítimas, diante dos estágios de defasagem dos ancoradouros nacionais, preconizando um processo de modernização mais amplo, elevando os investimentos para R$ 42,9 bilhões. A proposta do Ipea antevê bacias de evolução de até 18 metros de profundidade para atender, de modo especial, às embarcações chinesas de grande porte.
Entretanto, um diagnóstico procedido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) alinhou a necessidade de ampliar as bases operacionais marítimas, diante dos estágios de defasagem dos ancoradouros nacionais, preconizando um processo de modernização mais amplo, elevando os investimentos para R$ 42,9 bilhões. A proposta do Ipea antevê bacias de evolução de até 18 metros de profundidade para atender, de modo especial, às embarcações chinesas de grande porte.









